21/06/2007
A geração de emprego formal na Bahia continua em ascensão e apresentou, no mês passado, um incremento de 0,79%. De acordo com os dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o mercado baiano gerou 9.326 novos postos de trabalho com carteira assinada em maio. Destas, 65,3% foram oriundas do interior do estado, com 6.090 novas oportunidades. O saldo é resultado das 50.013 admissões, que superaram as 40.687 demissões legais.
Os resultados da pesquisa mostram que a Bahia apresentou, pela primeira vez este ano, expansão do emprego formal maior do que o conjunto do país (0,75%). No acumulado de janeiro a maio de 2007, o estado criou 32.963 novos postos, 18,94% a mais do que o gerado neste mesmo período em 2006 (768.343). Já em âmbito nacional, até agora foram gerados 913.836 novos postos no setor formal, número que ultrapassa a marca de 2004, quando foram abertas 826.761 vagas durante esse período.
A atividade econômica que mais se destacou foi a agropecuária, com 3.714 empregos, correspondendo a 39,8% do total de vagas geradas na Bahia. O comércio gerou 1.828 vagas (19,6%), com destaque para o comércio varejista, que foi responsável pelo surgimento de 1.667 novos empregos. A indústria de transformação foi responsável pela criação de 1.456 vagas no estado em maio de 2007 e registrou expansão de 0,85%. Logo em seguida, veio o setor de serviços, com 966 novos postos e destaque para o segmento de alojamento, alimentação, reparação e manutenção, que gerou 884 empregos.
Entre os municípios baianos com mais de 30 mil habitantes, os maiores saldos, em termos absolutos, foram gerados em Salvador (1.731 empregos), Vitória da Conquista (915 vagas), Lauro de Freitas (845), Camaçari (627) e Casa Nova (430). Segundo o diretor de pesquisas da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o economista José Ribeiro Soares Guimarães, diante do desempenho favorável e das perspectivas em curso na economia baiana, será possível encerrar o ano com, pelo menos, o dobro do número de empregos gerados em 2006 (25.089).
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Repórter: Graciela Alvarez
21/06/07
Os resultados da pesquisa mostram que a Bahia apresentou, pela primeira vez este ano, expansão do emprego formal maior do que o conjunto do país (0,75%). No acumulado de janeiro a maio de 2007, o estado criou 32.963 novos postos, 18,94% a mais do que o gerado neste mesmo período em 2006 (768.343). Já em âmbito nacional, até agora foram gerados 913.836 novos postos no setor formal, número que ultrapassa a marca de 2004, quando foram abertas 826.761 vagas durante esse período.
A atividade econômica que mais se destacou foi a agropecuária, com 3.714 empregos, correspondendo a 39,8% do total de vagas geradas na Bahia. O comércio gerou 1.828 vagas (19,6%), com destaque para o comércio varejista, que foi responsável pelo surgimento de 1.667 novos empregos. A indústria de transformação foi responsável pela criação de 1.456 vagas no estado em maio de 2007 e registrou expansão de 0,85%. Logo em seguida, veio o setor de serviços, com 966 novos postos e destaque para o segmento de alojamento, alimentação, reparação e manutenção, que gerou 884 empregos.
Entre os municípios baianos com mais de 30 mil habitantes, os maiores saldos, em termos absolutos, foram gerados em Salvador (1.731 empregos), Vitória da Conquista (915 vagas), Lauro de Freitas (845), Camaçari (627) e Casa Nova (430). Segundo o diretor de pesquisas da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o economista José Ribeiro Soares Guimarães, diante do desempenho favorável e das perspectivas em curso na economia baiana, será possível encerrar o ano com, pelo menos, o dobro do número de empregos gerados em 2006 (25.089).
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Repórter: Graciela Alvarez
21/06/07