20/09/2007
A Bahia está entre os maiores beneficiados pelo pacote de obras em saneamento básico anunciado ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a presença de ministros, governadores e milhares de prefeitos, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Funasa, da Fundação Nacional de Saúde, foi lançado ontem prometendo aplicar R$ 4 bilhões até 2010 em cidades com até 50 mil habitantes, povoamentos às margens do Rio São Francisco, como parte das obras de transposição de águas, além de comunidades rurais e em núcleos indígenas e quilombolas.
`Ainda estamos negociando os contratos entre prefeituras baianas e o governo federal, mas seu alcance social é significativo`, disse o governador Jaques Wagner (PT-BA).
Participaram da cerimônia representantes de quilombos da Bahia e dezenas de prefeitos e deputados do Estado. O PAC Funasa também vai atacar problemas sanitários ligados às doenças de chagas e malária. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ressaltou o investimento nas causas de muitas doenças no País, associadas ao esgoto e à qualidade de água. Na sua opinião, as ações públicas nessa direção vão ter efeito na economia, gerando empregos e melhorando o nível de vida das populações.
O presidente da Funasa, Danilo Forte, destacou os resultados obtidos no município baiano de Barra, graças à melhoria da rede de saneamento.
Uma das cidades-pilotos do PAC Funasa é Sobradinho (BA), que assinou convênio durante o lançamento. O presidente Lula aproveitou o evento para pedir apoio dos deputados à aprovação da emenda que prorroga a CPMF, o imposto do cheque. `Nenhum governo pode abrir mão dela`, disse.
ASSISTÊNCIA SOCIAL - Horas depois de participar da cerimônia do PAC Funasa, Wagner se reuniu com o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Patrus Ananias.
Acompanhado do secretário do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Valmir Assunção, Wagner debateu com o ministro formas de ampliar as parcerias.
Ananias vem cobrando dos governos da Bahia e Pernambuco maior entrosamento nas políticas federais de combate à pobreza. Assunção disse que as reivindicações do Estado incluem apoio para a construção de cisternas no interior bem como a ampliação do Programa do Leite, também do MDS.
Jornal A Tarde - Política 28) Wagner nega manobra na AL Ao analisar a disputa pelo cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o governador Jaques Wagner (PT) descartou, ontem, qualquer manobra de seus aliados na Assembléia Legislativa para coibir a ação de `traidores` da base de sustentação do governo. Ele negou haver disputas na aliança entre PT-PMDB e explicou que o projeto do deputado Edson Pimenta (PCdoB) que acaba com a votação secreta no Legislativo estadual já existia há muito tempo e só voltou à discussão agora graças aos `últimos acontecimentos nacionais` (Leia-se crise no Senado). `Trata-se de uma proposta de emenda constitucional (PEC) que terá tempo para ser avaliada`, disse. Os comentários de Wagner foram feitos ontem em Brasília, onde ele participou do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Fundação Nacional de Saúde ( Funasa). Na avaliação de Wagner, a briga pela vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que envolve seu partido e aliados, deverá ser encerrada ainda esta semana. `O PT indicou um nome e o PMDB outro. Uma terceira indicação poderá surgir ainda. Com certeza, chegaremos a um consenso em breve`, assegurou. Durante toda a cerimônia, Wagner e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, demonstraram entrosamento. O próximo superintendente da Sudene foi tema das conversas que o governador teve ontem com o presidente da República. Ele comentou com Lula da importância da Bahia como líder da economia regional, mas ressaltou que o mais importante é ter um superintendente dedicado ao interesse dos nove Estados da região. `Temos legitimidade para pleitear a vaga`, resumiu, informando que já trabalha por um nome. `Prefiro não revelá-lo para não queimá-lo`, disse. Wagner adiantou, contudo, que sua aposta tem capacidade de negociação com profundo conhecimento técnico. (S.R.) Fonte: Jornal A Tarde
Repórter: SÍLVIO RIBAS
| SUCURSAL BRASÍLIA
sribas@grupoatarde.com.br
Em 20/09/2007.
`Ainda estamos negociando os contratos entre prefeituras baianas e o governo federal, mas seu alcance social é significativo`, disse o governador Jaques Wagner (PT-BA).
Participaram da cerimônia representantes de quilombos da Bahia e dezenas de prefeitos e deputados do Estado. O PAC Funasa também vai atacar problemas sanitários ligados às doenças de chagas e malária. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ressaltou o investimento nas causas de muitas doenças no País, associadas ao esgoto e à qualidade de água. Na sua opinião, as ações públicas nessa direção vão ter efeito na economia, gerando empregos e melhorando o nível de vida das populações.
O presidente da Funasa, Danilo Forte, destacou os resultados obtidos no município baiano de Barra, graças à melhoria da rede de saneamento.
Uma das cidades-pilotos do PAC Funasa é Sobradinho (BA), que assinou convênio durante o lançamento. O presidente Lula aproveitou o evento para pedir apoio dos deputados à aprovação da emenda que prorroga a CPMF, o imposto do cheque. `Nenhum governo pode abrir mão dela`, disse.
ASSISTÊNCIA SOCIAL - Horas depois de participar da cerimônia do PAC Funasa, Wagner se reuniu com o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Patrus Ananias.
Acompanhado do secretário do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Valmir Assunção, Wagner debateu com o ministro formas de ampliar as parcerias.
Ananias vem cobrando dos governos da Bahia e Pernambuco maior entrosamento nas políticas federais de combate à pobreza. Assunção disse que as reivindicações do Estado incluem apoio para a construção de cisternas no interior bem como a ampliação do Programa do Leite, também do MDS.
Jornal A Tarde - Política 28) Wagner nega manobra na AL Ao analisar a disputa pelo cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o governador Jaques Wagner (PT) descartou, ontem, qualquer manobra de seus aliados na Assembléia Legislativa para coibir a ação de `traidores` da base de sustentação do governo. Ele negou haver disputas na aliança entre PT-PMDB e explicou que o projeto do deputado Edson Pimenta (PCdoB) que acaba com a votação secreta no Legislativo estadual já existia há muito tempo e só voltou à discussão agora graças aos `últimos acontecimentos nacionais` (Leia-se crise no Senado). `Trata-se de uma proposta de emenda constitucional (PEC) que terá tempo para ser avaliada`, disse. Os comentários de Wagner foram feitos ontem em Brasília, onde ele participou do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Fundação Nacional de Saúde ( Funasa). Na avaliação de Wagner, a briga pela vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que envolve seu partido e aliados, deverá ser encerrada ainda esta semana. `O PT indicou um nome e o PMDB outro. Uma terceira indicação poderá surgir ainda. Com certeza, chegaremos a um consenso em breve`, assegurou. Durante toda a cerimônia, Wagner e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, demonstraram entrosamento. O próximo superintendente da Sudene foi tema das conversas que o governador teve ontem com o presidente da República. Ele comentou com Lula da importância da Bahia como líder da economia regional, mas ressaltou que o mais importante é ter um superintendente dedicado ao interesse dos nove Estados da região. `Temos legitimidade para pleitear a vaga`, resumiu, informando que já trabalha por um nome. `Prefiro não revelá-lo para não queimá-lo`, disse. Wagner adiantou, contudo, que sua aposta tem capacidade de negociação com profundo conhecimento técnico. (S.R.) Fonte: Jornal A Tarde
Repórter: SÍLVIO RIBAS
| SUCURSAL BRASÍLIA
sribas@grupoatarde.com.br
Em 20/09/2007.