20/04/2010
Três casarões da Rua Padre Vieira, no centro antigo de Salvador, vão ser recuperados e servirão como residência estudantil para alunos de especialização da Universidade Federal da Bahia (UFBA). O acordo para realização das obras foi assinado nesta segunda-feira (19) pelo Governo da Bahia, Ministério das Cidades e pelo Conselho de Habitação e Planejamento Urbano da Junta de Andaluzia, comunidade autônoma da Espanha que investe na restauração de patrimônio histórico.
Os imóveis, de número 27,29 e 31, que atualmente só têm preservadas as fachadas, vão ter a parte interna e externa reconstruídas. O investimento é de R$ 4,3 milhões, sendo R$ 2,8 milhões do Governo do Estado, R$ 300 mil do Ministério das Cidades e R$ 1,2 milhão do Conselho de Andaluzia. Além da reforma dos casarões, está prevista a publicação de um guia de arquitetura e paisagem de Salvador e do Recôncavo baiano. Durante a assinatura do convênio, o governador Jaques Wagner disse que a parceria reforça a posição de Salvador e da Bahia dentro da área internacional. `Acabamos de receber um evento sobre segurança e agora assinamos com Andaluzia este acordo que vai nos ajudar a recuperar o nosso patrimônio histórico`.
Wagner ressaltou a importância de dotar o centro antigo de equipamentos que permitam a moradia e o retorno das pessoas ao cotidiano da região. `Dentro do nosso conceito de revitalização, eu tenho sempre dito que só vamos devolver ao pelourinho tudo que ele merece, quando devolvermos, além dos pontos de visitação turística, a vida normal com moradias e ocupação de prédios por organizações governamentais ou não, e esse convênio vem ajudar para isso`.
Governo estuda a recuperação de mais 120 imóveis do centro antigo
Dentro dessa perspectiva, também foi assinado convênio entre diversas secretárias do Estado e a Caixa Econômica Federal para início dos estudos de viabilidade e captação de recursos que serão usados na recuperação de 120 imóveis do centro antigo. Os casarões servirão para uso residencial. O trabalho faz parte de o programa Rememorar, que agora entra na terceira fase.
`Esses convênios vão em direção a tudo que está sendo indicado no plano de reabilitação do centro antigo. Agente acredita, desde o início, que a recuperação depende de proporcionar moradia, com vários segmentos sociais voltando a habitar o Centro. Aquele espaço é um núcleo da cidade, um bairro muito especial, que deve ter comércio, serviço, lazer, cultura, mas também habitação. Em todos os centros históricos do mundo a habitação vive com todas essas atividades`, explicou o secretário de Cultura Márcio Meirelles.
Fonte: Agecom
Em 20/04/2010.
Os imóveis, de número 27,29 e 31, que atualmente só têm preservadas as fachadas, vão ter a parte interna e externa reconstruídas. O investimento é de R$ 4,3 milhões, sendo R$ 2,8 milhões do Governo do Estado, R$ 300 mil do Ministério das Cidades e R$ 1,2 milhão do Conselho de Andaluzia. Além da reforma dos casarões, está prevista a publicação de um guia de arquitetura e paisagem de Salvador e do Recôncavo baiano. Durante a assinatura do convênio, o governador Jaques Wagner disse que a parceria reforça a posição de Salvador e da Bahia dentro da área internacional. `Acabamos de receber um evento sobre segurança e agora assinamos com Andaluzia este acordo que vai nos ajudar a recuperar o nosso patrimônio histórico`.
Wagner ressaltou a importância de dotar o centro antigo de equipamentos que permitam a moradia e o retorno das pessoas ao cotidiano da região. `Dentro do nosso conceito de revitalização, eu tenho sempre dito que só vamos devolver ao pelourinho tudo que ele merece, quando devolvermos, além dos pontos de visitação turística, a vida normal com moradias e ocupação de prédios por organizações governamentais ou não, e esse convênio vem ajudar para isso`.
Governo estuda a recuperação de mais 120 imóveis do centro antigo
Dentro dessa perspectiva, também foi assinado convênio entre diversas secretárias do Estado e a Caixa Econômica Federal para início dos estudos de viabilidade e captação de recursos que serão usados na recuperação de 120 imóveis do centro antigo. Os casarões servirão para uso residencial. O trabalho faz parte de o programa Rememorar, que agora entra na terceira fase.
`Esses convênios vão em direção a tudo que está sendo indicado no plano de reabilitação do centro antigo. Agente acredita, desde o início, que a recuperação depende de proporcionar moradia, com vários segmentos sociais voltando a habitar o Centro. Aquele espaço é um núcleo da cidade, um bairro muito especial, que deve ter comércio, serviço, lazer, cultura, mas também habitação. Em todos os centros históricos do mundo a habitação vive com todas essas atividades`, explicou o secretário de Cultura Márcio Meirelles.
Fonte: Agecom
Em 20/04/2010.