27/06/2007
Duas mil 147 unidades habitacionais populares estão em construção com recursos federais já aprovados no município de Lauro de Freitas. Este foi o dado apresentado pela Prefeitura Municipal durante audiência pública sobre o déficit habitacional da cidade, realizado no Centro Comunitário João Paulo II. A audiência reuniu líderes do Movimento de Trabalhadores Sem-teto - MTST, representantes da Prefeitura e do Governo do Estado.
`São mais de 2 mil unidades habitacionais para as diversas camadas da sociedade. Tem casas que serão doadas para aqueles que não podem pagar nada, vítima das enchentes e dos alagamentos, e tem para aqueles que podem pagar de 150 a 200 reais, que é o caso do Programa de Arrendamento Residencial`, explicou a prefeita Moema Gramacho.
Das 2. 380 unidades, uma parte já foi entregue, a exemplo dos 280 apartamentos do Residencial Yolanda Pires, construído através do PAR. Moema Gramacho diz que as casas reduzirão significamente o déficit habitacional. `Nunca nesta cidade se construiu a quantidade de casas que estamos fazendo. Isto é um marco na história de Lauro de Freitas`.
No município, cerca de 3 mil famílias são cadastradas no MTST. Edna Miranda, 42 anos, há cinco anos milita no movimento e ressalta que esta gestão se diferencia das demais. `Só nesta gestão conseguimos um diálogo mais aberto com o governo, antes nem nos recebiam.
Dá para perceber que agora existe maior empenho e cuidado com as famílias sem-teto da cidade`. As casas populares estão distribuídas da seguinte forma: 313 na Chácara Thaiti, em Itinga, destinada a vítimas das enchentes e alagamentos; 118 no Caji, para cadastrados no movimento sem-teto e desabrigados com as enchentes; 427 na Lagoa dos Patos, para as famílias da própria localidade que moram em condições subumanas; 300 no Espaço Cidadão , em Itinga, para trabalhadoras domésticas; 48 no Jardim Castelhão para as famílias em situação de risco habitacional, e 920 apartamentos do PAR, para famílias que podem pagar até R$200,00.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
27/06/07
`São mais de 2 mil unidades habitacionais para as diversas camadas da sociedade. Tem casas que serão doadas para aqueles que não podem pagar nada, vítima das enchentes e dos alagamentos, e tem para aqueles que podem pagar de 150 a 200 reais, que é o caso do Programa de Arrendamento Residencial`, explicou a prefeita Moema Gramacho.
Das 2. 380 unidades, uma parte já foi entregue, a exemplo dos 280 apartamentos do Residencial Yolanda Pires, construído através do PAR. Moema Gramacho diz que as casas reduzirão significamente o déficit habitacional. `Nunca nesta cidade se construiu a quantidade de casas que estamos fazendo. Isto é um marco na história de Lauro de Freitas`.
No município, cerca de 3 mil famílias são cadastradas no MTST. Edna Miranda, 42 anos, há cinco anos milita no movimento e ressalta que esta gestão se diferencia das demais. `Só nesta gestão conseguimos um diálogo mais aberto com o governo, antes nem nos recebiam.
Dá para perceber que agora existe maior empenho e cuidado com as famílias sem-teto da cidade`. As casas populares estão distribuídas da seguinte forma: 313 na Chácara Thaiti, em Itinga, destinada a vítimas das enchentes e alagamentos; 118 no Caji, para cadastrados no movimento sem-teto e desabrigados com as enchentes; 427 na Lagoa dos Patos, para as famílias da própria localidade que moram em condições subumanas; 300 no Espaço Cidadão , em Itinga, para trabalhadoras domésticas; 48 no Jardim Castelhão para as famílias em situação de risco habitacional, e 920 apartamentos do PAR, para famílias que podem pagar até R$200,00.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
27/06/07