11/09/2007
As exportações baianas registraram em agosto um recorde histórico: US$ 677,3 milhões - superaram em 3,4% o desempenho de igual mês em 2006 e em 16,7% o de julho deste ano. As importações chegaram a US$ 507,2 milhões, com um saldo positivo na balança comercial de US$ 170,1 milhões. O resultado foi divulgado hoje (11) pelo Promo - Centro Internacional de Negócios da Bahia.
No acumulado de janeiro a agosto, as exportações baianas chegaram a US$ 4,6 bilhões e as importações a US$ 3,5 bilhões, gerando um saldo de US$ 1,1 bilhão nos primeiros oito meses do ano.
O crescimento das exportações de janeiro a agosto teve como base o aumento médio de 10% nos preços dos produtos, já que houve uma queda de 2,6% nas quantidades embarcadas. Em 2006, no mesmo período, o aumento dos preços foi de 28%, mas a queda no volume exportado chegou a 8,8%.
Segundo o Promo, órgão da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração, a alta dos preços se tornou o maior fator de sustentação das exportações baianas, ante um volume físico declinante, impactado pela valorização cambial.
`Com o mercado internacional comprador, medidas e políticas que aumentem a competitividade, como redução de impostos, juros menores e melhorias na infra-estrutura, poderão prolongar bastante o animado fôlego exportador`, disse o superintendente do Promo, Ricardo Saback.
Ele explicou que a tendência é que, enquanto fatores como o câmbio não apresentem mudanças significativas que venham a estimular um incremento no quantum exportado, o efeito da valorização do real nas exportações - que é mais sentido na redução das quantidades exportadas - deve continuar a ser compensado pelo aumento dos preços de várias mercadorias no mercado internacional.
Desempenhos-destaque
Dentre os produtos básicos, os melhores desempenhos ficaram com farelo de soja, com vendas de US$ 139,3 milhões e incremento de 78,8%; soja em grão, com US$ 138,2 milhões e +99,3%; café em grão, com US$ 60,9 milhões e incremento de 42%, e algodão, com US$ 56,8 milhões e +76,3%. Já dentre os industrializados, destaque para o catodo de cobre, com US$ 440,2 milhões e +92,5%; celulose, com US$ 480 milhões e +17%; benzeno, com US$ 133 milhões e aumento de 56,5%, e pneu, com US$ 134 milhões e 250% de crescimento.
Em relação às importações, considerando o período de janeiro a agosto, os bens de capital tiveram um aumento de 49,2% e os bens de consumo subiram 26%. Nos bens de consumo, a maior elevação foi de automóveis. Também tiveram destaque as compras de minério de cobre, trigo, cacau, fertilizante e máquinas e aparelhos para a indústria de celulose.
De acordo com o Promo, os maiores mercados para os produtos baianos no exterior foram Estados Unidos, com 20% de participação; Argentina, com 12%; Países Baixos, com 9,5%, e China, com 8%.
Como importador, os principais fornecedores ao estado foram Chile, com 21%; Argentina, com 13%; EUA, com 8%, e Argélia, com 7,5%. Destaque também para a China, na quinta posição, com 7,4% de participação, apresentando um contínuo crescimento como fornecedor de peças e aparelhos para a indústria eletroeletrônica, principalmente a que atua no mercado externo.
Fonte: Agecom
No acumulado de janeiro a agosto, as exportações baianas chegaram a US$ 4,6 bilhões e as importações a US$ 3,5 bilhões, gerando um saldo de US$ 1,1 bilhão nos primeiros oito meses do ano.
O crescimento das exportações de janeiro a agosto teve como base o aumento médio de 10% nos preços dos produtos, já que houve uma queda de 2,6% nas quantidades embarcadas. Em 2006, no mesmo período, o aumento dos preços foi de 28%, mas a queda no volume exportado chegou a 8,8%.
Segundo o Promo, órgão da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração, a alta dos preços se tornou o maior fator de sustentação das exportações baianas, ante um volume físico declinante, impactado pela valorização cambial.
`Com o mercado internacional comprador, medidas e políticas que aumentem a competitividade, como redução de impostos, juros menores e melhorias na infra-estrutura, poderão prolongar bastante o animado fôlego exportador`, disse o superintendente do Promo, Ricardo Saback.
Ele explicou que a tendência é que, enquanto fatores como o câmbio não apresentem mudanças significativas que venham a estimular um incremento no quantum exportado, o efeito da valorização do real nas exportações - que é mais sentido na redução das quantidades exportadas - deve continuar a ser compensado pelo aumento dos preços de várias mercadorias no mercado internacional.
Desempenhos-destaque
Dentre os produtos básicos, os melhores desempenhos ficaram com farelo de soja, com vendas de US$ 139,3 milhões e incremento de 78,8%; soja em grão, com US$ 138,2 milhões e +99,3%; café em grão, com US$ 60,9 milhões e incremento de 42%, e algodão, com US$ 56,8 milhões e +76,3%. Já dentre os industrializados, destaque para o catodo de cobre, com US$ 440,2 milhões e +92,5%; celulose, com US$ 480 milhões e +17%; benzeno, com US$ 133 milhões e aumento de 56,5%, e pneu, com US$ 134 milhões e 250% de crescimento.
Em relação às importações, considerando o período de janeiro a agosto, os bens de capital tiveram um aumento de 49,2% e os bens de consumo subiram 26%. Nos bens de consumo, a maior elevação foi de automóveis. Também tiveram destaque as compras de minério de cobre, trigo, cacau, fertilizante e máquinas e aparelhos para a indústria de celulose.
De acordo com o Promo, os maiores mercados para os produtos baianos no exterior foram Estados Unidos, com 20% de participação; Argentina, com 12%; Países Baixos, com 9,5%, e China, com 8%.
Como importador, os principais fornecedores ao estado foram Chile, com 21%; Argentina, com 13%; EUA, com 8%, e Argélia, com 7,5%. Destaque também para a China, na quinta posição, com 7,4% de participação, apresentando um contínuo crescimento como fornecedor de peças e aparelhos para a indústria eletroeletrônica, principalmente a que atua no mercado externo.
Fonte: Agecom