22/08/2008
O secretário de Desenvolvimento e Integração Regional, Edmon Lucas, acompanhado de representantes da Petrobras, da Superintendência do Banco do Brasil, e de técnicos da CAR e da EBDA, visitou nesta quarta-feira (20) o Projeto de Irrigação de Campinhos, no município de Tucano, a 256 quilômetros de Salvador.
O objetivo da visita foi avaliar as ações desenvolvidas pelo governo para o fortalecimento da agricultura familiar e discutir com os assentados a introdução do girassol como oleaginosa para a produção de biodiesel.
Segundo Lucas, por se tratar de um projeto de irrigação, a planta poderá ser cultivada no local a qualquer época.
`Para o agricultor, o aspecto positivo é que a Petrobras, além de fornecer gratuitamente sementes de qualidade e a assistência técnica, com o apoio da EBDA, se empenhará em toda a logística, sobretudo, num preço mínimo justo. E o contrato de compra de toda a produção dá uma segurança muito grande`, disse.
O secretário também ressaltou que a Sedir, a CAR, a EBDA e a Seagri, através do departamento de irrigação, têm feito um acompanhamento detalhado e criterioso do Projeto de Irrigação de Campinhos, por se tratar de uma iniciativa muito significativa, sendo imprescindível identificar possíveis equívocos, para que sejam logo corrigidos.
`Temos acompanhado todas as etapas do projeto, cujos produtos já cultivados, hoje, são a abóbora e o milho. No momento, temos procurado colaborar na comercialização desses produtos`, disse Lucas.
Para o secretário, o projeto representará um modelo a ser implantado em outros municípios baianos, onde existem projetos semelhantes de assentamento. Ele disse ter convicção de que o projeto alcançará sucesso no futuro, já que a área onde está localizado possui todas as condições para se produzir bem.
`Queremos que os agricultores produzam, no futuro, sementes qualificadas para a venda a outros produtores. Isso, não só vai melhorar, significativamente, o valor da produção deles, como, evidentemente, vai remunerar melhor essas famílias`, observou.
Subsistência
Edmon Lucas assinalou ainda que os agricultores não devem deixar de plantar os produtos de subsistência, como milho, feijão, abóbora, melancia.
`Isso é mais uma possibilidade de ampliação do ganho desses assentados na região. Estamos também discutindo com a Seagri, para que possamos fazer com que eles venham a criar produzir, vender, mas, sobretudo, se alimentar, por exemplo, com galinhas, já que todas as casas tem 0,5 hectare de fundo de quintal para ser utilizado`.
Estão também sendo lançados, de acordo com o secretário, os editais para a construção de um galpão, onde serão guardadas as mercadorias e os produtos das safras, além de uma portaria na entrada do projeto, um centro de informática e um posto de saúde.
Fonte: Agecom
Em 22/08/2008.
O objetivo da visita foi avaliar as ações desenvolvidas pelo governo para o fortalecimento da agricultura familiar e discutir com os assentados a introdução do girassol como oleaginosa para a produção de biodiesel.
Segundo Lucas, por se tratar de um projeto de irrigação, a planta poderá ser cultivada no local a qualquer época.
`Para o agricultor, o aspecto positivo é que a Petrobras, além de fornecer gratuitamente sementes de qualidade e a assistência técnica, com o apoio da EBDA, se empenhará em toda a logística, sobretudo, num preço mínimo justo. E o contrato de compra de toda a produção dá uma segurança muito grande`, disse.
O secretário também ressaltou que a Sedir, a CAR, a EBDA e a Seagri, através do departamento de irrigação, têm feito um acompanhamento detalhado e criterioso do Projeto de Irrigação de Campinhos, por se tratar de uma iniciativa muito significativa, sendo imprescindível identificar possíveis equívocos, para que sejam logo corrigidos.
`Temos acompanhado todas as etapas do projeto, cujos produtos já cultivados, hoje, são a abóbora e o milho. No momento, temos procurado colaborar na comercialização desses produtos`, disse Lucas.
Para o secretário, o projeto representará um modelo a ser implantado em outros municípios baianos, onde existem projetos semelhantes de assentamento. Ele disse ter convicção de que o projeto alcançará sucesso no futuro, já que a área onde está localizado possui todas as condições para se produzir bem.
`Queremos que os agricultores produzam, no futuro, sementes qualificadas para a venda a outros produtores. Isso, não só vai melhorar, significativamente, o valor da produção deles, como, evidentemente, vai remunerar melhor essas famílias`, observou.
Subsistência
Edmon Lucas assinalou ainda que os agricultores não devem deixar de plantar os produtos de subsistência, como milho, feijão, abóbora, melancia.
`Isso é mais uma possibilidade de ampliação do ganho desses assentados na região. Estamos também discutindo com a Seagri, para que possamos fazer com que eles venham a criar produzir, vender, mas, sobretudo, se alimentar, por exemplo, com galinhas, já que todas as casas tem 0,5 hectare de fundo de quintal para ser utilizado`.
Estão também sendo lançados, de acordo com o secretário, os editais para a construção de um galpão, onde serão guardadas as mercadorias e os produtos das safras, além de uma portaria na entrada do projeto, um centro de informática e um posto de saúde.
Fonte: Agecom
Em 22/08/2008.