30/10/2007
O que é tombamento patrimonial? A Bahia dispõe de quantos bens culturais tombados? Essas e outras perguntas poderão agora ser respondidas e discutidas com embasamento legal e informações escritas especialmente para um público não-especializado. Trata-se da Cartilha Salvaguarda de Bens Culturais da Bahia que o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (Secult) lança no Dia Mundial da Cultura, 5 de novembro.
O lançamento integra as comemorações pelos 40 Anos do Ipac, iniciadas em 13 de setembro, data de fundação do instituto, cuja programação só termina no mesmo mês em 2008.
`Só se valoriza o que se conhece, por isso, a importância da cartilha que será mais um instrumento para dar conhecimento à população, fazendo com que possam conhecer melhor e valorizar ainda mais os bens culturais da sua cidade e do seu estado`, explica o diretor-geral do Ipac, arquiteto Frederico Mendonça.
Segundo Mendonça, essas nomenclaturas determinações legais, sejam elas municipais, estaduais, federais ou internacionais, são imprescindíveis para que a preservação dos bens culturais de um Estado e de um país seja, de fato, entendida, conhecida e, finalmente, assegurada.
Além dos bens materiais imóveis, como são os casarões antigos, e os bens materiais móveis, como as imagens sacras entre outras peças de arte, o trabalho de salvaguarda de patrimônio inclui ainda o registro de bens intangíveis, como manifestações típicas culturais. `Na Bahia já temos o exemplo do Cortejo da festa do 2 de Julho, já considerado como um bem imaterial tombado, e a Festa de Santa Bárbara, no Pelourinho, que está passando por processos e diagnósticos para tombamento`, diz Mendonça.
`A cartilha do Ipac será um instrumento necessário para esclarecer passos e etapas de tombamentos, relação de bens já tombados e os que estão em processo de tombamento ou registro`, alerta a gerente de Pesquisa e Legislação (Gepel) do Ipac, Conceição Barbosa.
Para a arquiteta da Gepel/Ipac, Milena Tavares, outro destaque da publicação é a familiaridade que as pessoas podem passar a ter com o tema preservação. `Com esse material, a população poderá entender um pouco mais, por exemplo, sobre leis de salvaguarda e serviços públicos promovidos pelo Ipac em diferentes territórios da Bahia`, explica Tavares.
As cartilhas serão distribuídas gratuitamente e podem ser adquiridas no dia do lançamento, previsto para a próxima segunda-feira (5), às 19 horas, na Galeria Solar Ferrão, na Rua Gregório de Mattos, nº 45, Pelourinho. Outras informações sobre a Cartilha do Ipac podem ser obtidas na Diretoria de Museus (Dimus) do Ipac, localizada na Rua Ignácio Acioly, nº6, Pelourinho, de segunda a sexta, em horário comercial, ou através 3117-6440 e 3117-6442.
Fonte: Agecom
O lançamento integra as comemorações pelos 40 Anos do Ipac, iniciadas em 13 de setembro, data de fundação do instituto, cuja programação só termina no mesmo mês em 2008.
`Só se valoriza o que se conhece, por isso, a importância da cartilha que será mais um instrumento para dar conhecimento à população, fazendo com que possam conhecer melhor e valorizar ainda mais os bens culturais da sua cidade e do seu estado`, explica o diretor-geral do Ipac, arquiteto Frederico Mendonça.
Segundo Mendonça, essas nomenclaturas determinações legais, sejam elas municipais, estaduais, federais ou internacionais, são imprescindíveis para que a preservação dos bens culturais de um Estado e de um país seja, de fato, entendida, conhecida e, finalmente, assegurada.
Além dos bens materiais imóveis, como são os casarões antigos, e os bens materiais móveis, como as imagens sacras entre outras peças de arte, o trabalho de salvaguarda de patrimônio inclui ainda o registro de bens intangíveis, como manifestações típicas culturais. `Na Bahia já temos o exemplo do Cortejo da festa do 2 de Julho, já considerado como um bem imaterial tombado, e a Festa de Santa Bárbara, no Pelourinho, que está passando por processos e diagnósticos para tombamento`, diz Mendonça.
`A cartilha do Ipac será um instrumento necessário para esclarecer passos e etapas de tombamentos, relação de bens já tombados e os que estão em processo de tombamento ou registro`, alerta a gerente de Pesquisa e Legislação (Gepel) do Ipac, Conceição Barbosa.
Para a arquiteta da Gepel/Ipac, Milena Tavares, outro destaque da publicação é a familiaridade que as pessoas podem passar a ter com o tema preservação. `Com esse material, a população poderá entender um pouco mais, por exemplo, sobre leis de salvaguarda e serviços públicos promovidos pelo Ipac em diferentes territórios da Bahia`, explica Tavares.
As cartilhas serão distribuídas gratuitamente e podem ser adquiridas no dia do lançamento, previsto para a próxima segunda-feira (5), às 19 horas, na Galeria Solar Ferrão, na Rua Gregório de Mattos, nº 45, Pelourinho. Outras informações sobre a Cartilha do Ipac podem ser obtidas na Diretoria de Museus (Dimus) do Ipac, localizada na Rua Ignácio Acioly, nº6, Pelourinho, de segunda a sexta, em horário comercial, ou através 3117-6440 e 3117-6442.
Fonte: Agecom