09/01/2008
O governo federal irá enviar comunicado às agências de viagens no país e aos Escritórios Brasileiros de Turismo no exterior sobre a recomendação de que os viajantes que forem a áreas de risco no Brasil devem ser vacinados contra a febre amarela. Também serão distribuídos folhetos aos turistas em aeroportos e rodoviárias.
Outra carta foi enviada ao chanceler Celso Amorim para que ele comunique as embaixadas estrangeiras no Brasil. O Ministério da Saúde recomenda que recebam a vacina todas as pessoas que forem às regiões Norte e Centro-oeste, Minas Gerais, Maranhão, Oeste do Piauí, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina e Sul da Bahia e do Espírito Santo.
O temor de que a suspeita de febre amarela afete o turismo já causou rusga política. Autoridades de Pirenópolis (GO) se irritaram com a hipótese da Secretaria de Saúde do DF, de Graco Abubakir ter contraído a doença no município goiano.
`Aqui no DF ele não pegou`, disse Joaquim Barros Neto, subsecretário de vigilância à saúde do DF. O secretário de Turismo de Pirenópolis, Carlos Alberto Rêgo, criticou a sugestão. `Acho leviano dizer isso. Hoje, Brasília é tão área de risco quanto Goiás`, disse Rêgo.
O secretário avalia que o caso pode reduzir os turistas na cidade -a prefeitura estima que 10 mil pessoas tenham passado por Pirenópolis no final do ano. `O movimento ainda não diminuiu, mas se o DF continuar dizendo que ele foi contaminado aqui, vai causar problemas para nós`, afirmou.
Os médicos que atenderam o paciente no hospital também apontam o fato de Graco ter estado em área endêmica para a doença como mais um fator que fortalece a hipótese da febre amarela. Não descartaram, porém, ele ter contraído febre amarela em Brasília.
A Secretaria de Saúde de Goiás diz que considera `imprudente e precipitada` a divulgação de que o paciente Graco Carvalho Abubakir contraiu febre amarela em Pirenópolis. Em nota, a secretaria afirma que, por morar em Brasília, ele já estava em `área de risco`.
No DF, diz o órgão, morreram dois macacos nos quais foi detectada a presença do vírus causador da doença. `Ele morava numa região do Lago Norte, que tem mata próxima e macacos`, disse um dos médicos responsáveis, Henrique Pinhati. (JN e AP)
Fonte: Jornal Folha de São Paulo
09/01/08
Outra carta foi enviada ao chanceler Celso Amorim para que ele comunique as embaixadas estrangeiras no Brasil. O Ministério da Saúde recomenda que recebam a vacina todas as pessoas que forem às regiões Norte e Centro-oeste, Minas Gerais, Maranhão, Oeste do Piauí, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina e Sul da Bahia e do Espírito Santo.
O temor de que a suspeita de febre amarela afete o turismo já causou rusga política. Autoridades de Pirenópolis (GO) se irritaram com a hipótese da Secretaria de Saúde do DF, de Graco Abubakir ter contraído a doença no município goiano.
`Aqui no DF ele não pegou`, disse Joaquim Barros Neto, subsecretário de vigilância à saúde do DF. O secretário de Turismo de Pirenópolis, Carlos Alberto Rêgo, criticou a sugestão. `Acho leviano dizer isso. Hoje, Brasília é tão área de risco quanto Goiás`, disse Rêgo.
O secretário avalia que o caso pode reduzir os turistas na cidade -a prefeitura estima que 10 mil pessoas tenham passado por Pirenópolis no final do ano. `O movimento ainda não diminuiu, mas se o DF continuar dizendo que ele foi contaminado aqui, vai causar problemas para nós`, afirmou.
Os médicos que atenderam o paciente no hospital também apontam o fato de Graco ter estado em área endêmica para a doença como mais um fator que fortalece a hipótese da febre amarela. Não descartaram, porém, ele ter contraído febre amarela em Brasília.
A Secretaria de Saúde de Goiás diz que considera `imprudente e precipitada` a divulgação de que o paciente Graco Carvalho Abubakir contraiu febre amarela em Pirenópolis. Em nota, a secretaria afirma que, por morar em Brasília, ele já estava em `área de risco`.
No DF, diz o órgão, morreram dois macacos nos quais foi detectada a presença do vírus causador da doença. `Ele morava numa região do Lago Norte, que tem mata próxima e macacos`, disse um dos médicos responsáveis, Henrique Pinhati. (JN e AP)
Fonte: Jornal Folha de São Paulo
09/01/08