18/06/2008
O Banco do Brasil vai apoiar e financiar projetos de agricultura familiar, que estão incluídos no PAC do Cacau. Dentro das ações complementares ao PAC e por meio do Programa Mata Verde, a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) está dando suporte aos agricultores familiares com a distribuição de mudas de cacau clonado, seringueira, pupunha, mandioca e fruteiras; e de sementes de feijão, milho e hortaliças, coordenada pela Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf).
A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) iniciou o processo de contratação de 141 técnicos, para atuar na assistência técnica e orientar na obtenção de créditos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e outros agentes financeiros.
O secretário de Agricultura, Geraldo Simões, afirma que `a agricultura familiar responde por 90% das propriedades rurais no Sul da Bahia e a liberação de recursos, somada à assistência técnica, são fundamentais para a implantação de novas técnicas de manejo que resultem no aumento da produtividade e na melhoria qualidade, garantindo o acesso a novos mercados`.
A Seagri, em parceria com a Ceplac, está implantando 20 fábricas de chocolate, que serão operacionalizadas por cooperativas e associações de pequenos produtores. O objetivo é agregar valor ao principal produto do Sul da Bahia, incluindo a produção de chocolate a partir do cacau fino e a obtenção do selo de origem. A produção de cacau em amêndoas gera R$ 300 milhões/ano, enquanto o mercado de chocolate atinge R$ 4 bilhões/ano.
Banco tem compromisso
De acordo com o superintendente de Varejo do Banco do Brasil na Bahia, Antonio Marcos Lima de Almeida, gestor estadual da Carteira de Agricultura Familiar, `o banco tem o compromisso de financiar projetos no país`. Ele destaca ainda que o BB está abrindo negociações para investimento na safra 2008/09, em virtude do êxito alcançado no financiamento da safra anterior.
Lima de Almeida mantém a expectativa de que, neste segundo semestre, a Ceplac apresente propostas de crédito para a agricultura familiar, principalmente após o lançamento do PAC do Cacau pelo presidente Lula e o governador Jaques Wagner. `Não há limite de contratação e os administradores das agências do banco estarão abertos a ouvir os agricultores familiares e aos médios e grandes do agronegócio`, disse o superintendente.
Fonte: Agecom
Em 18/06/2008.
A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) iniciou o processo de contratação de 141 técnicos, para atuar na assistência técnica e orientar na obtenção de créditos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e outros agentes financeiros.
O secretário de Agricultura, Geraldo Simões, afirma que `a agricultura familiar responde por 90% das propriedades rurais no Sul da Bahia e a liberação de recursos, somada à assistência técnica, são fundamentais para a implantação de novas técnicas de manejo que resultem no aumento da produtividade e na melhoria qualidade, garantindo o acesso a novos mercados`.
A Seagri, em parceria com a Ceplac, está implantando 20 fábricas de chocolate, que serão operacionalizadas por cooperativas e associações de pequenos produtores. O objetivo é agregar valor ao principal produto do Sul da Bahia, incluindo a produção de chocolate a partir do cacau fino e a obtenção do selo de origem. A produção de cacau em amêndoas gera R$ 300 milhões/ano, enquanto o mercado de chocolate atinge R$ 4 bilhões/ano.
Banco tem compromisso
De acordo com o superintendente de Varejo do Banco do Brasil na Bahia, Antonio Marcos Lima de Almeida, gestor estadual da Carteira de Agricultura Familiar, `o banco tem o compromisso de financiar projetos no país`. Ele destaca ainda que o BB está abrindo negociações para investimento na safra 2008/09, em virtude do êxito alcançado no financiamento da safra anterior.
Lima de Almeida mantém a expectativa de que, neste segundo semestre, a Ceplac apresente propostas de crédito para a agricultura familiar, principalmente após o lançamento do PAC do Cacau pelo presidente Lula e o governador Jaques Wagner. `Não há limite de contratação e os administradores das agências do banco estarão abertos a ouvir os agricultores familiares e aos médios e grandes do agronegócio`, disse o superintendente.
Fonte: Agecom
Em 18/06/2008.