17/08/2011
Utilizando o sol como fonte de energia, o Estádio Governador Prof. Roberto Santos, em Pituaçu, vai dispor de um gerador de energia fotovoltaica, objetivando suplementar o consumo demandado pelo estádio nos dias de jogos, diminuindo, assim, as despesas com o consumo no local.
Além disso, o projeto em execução pelo governo do estado, tem o propósito de difundir esse sistema de geração de energia limpa, sem emissão de poluentes, silenciosa, de fonte inesgotável, sustentável, que operará diretamente conectado à rede elétrica da concessionária local de distribuição de energia elétrica, tornando o estádio mais moderno e ecologicamente correto, visto que trará grandes benefícios ao meio ambiente e à sociedade.
A geração fotovoltaica, que permanecia restrita a aplicações de menor porte, como o atendimento à comunidades isoladas no Programa Luz para Todos, em que foram ligados 20,9 mil domicílios da área rural, agora realizará na Bahia vôos mais altos.
A Usina Fotovoltaica do Estádio de Pituaçu é um projeto piloto autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e será construída pelo governo do estado em parceria com a Coelba. Um empreendimento de R$ 5,2 milhões, que terá capacidade instalada de 400kWpico, onde se prevê gerar 633MWh por ano.
A luz solar será captada por mantas flexíveis instaladas sobre as coberturas das arquibancadas e por painéis rígidos sobre as demais edificações, que a converterão em energia elétrica. Diferentemente das aplicações do Luz para Todos, a usina não contará com bateria para armazenar sua produção. A energia gerada e não consumida de imediato pelo estádio será injetada na rede da Coelba para ser devolvida quando requerida.
Esta forma de geração em estádios de futebol será a primeira experiência brasileira no gênero e deverá ser replicada em vários dos novos estádios que sediarão os jogos da Copa 2014, além de outros usos.
A geração fotovoltaica que se serve da interligação com a rede elétrica para assegurar a continuidade de atendimento às cargas, em lugar dos caros conjuntos de baterias, carecem de regulamentação própria a ser estabelecida, em breve, pela ANEEL, que incentive a sua expansão, a exemplo da iniciativa alemã onde, em apenas um ano, a capacidade geradora a partir dessa fonte sofreu um aumento de 75%. Atualmente, a tecnologia solar fotovoltaica é a que mais se expande no mundo, propiciando uma substancial redução nos custos de sua implantação.
`A nossa expectativa e de que até o final do ano a usina esteja operando` diz o vice-governador e secretário estadual de Infraestrutura, Otto Alencar.
Além disso, o projeto em execução pelo governo do estado, tem o propósito de difundir esse sistema de geração de energia limpa, sem emissão de poluentes, silenciosa, de fonte inesgotável, sustentável, que operará diretamente conectado à rede elétrica da concessionária local de distribuição de energia elétrica, tornando o estádio mais moderno e ecologicamente correto, visto que trará grandes benefícios ao meio ambiente e à sociedade.
A geração fotovoltaica, que permanecia restrita a aplicações de menor porte, como o atendimento à comunidades isoladas no Programa Luz para Todos, em que foram ligados 20,9 mil domicílios da área rural, agora realizará na Bahia vôos mais altos.
A Usina Fotovoltaica do Estádio de Pituaçu é um projeto piloto autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e será construída pelo governo do estado em parceria com a Coelba. Um empreendimento de R$ 5,2 milhões, que terá capacidade instalada de 400kWpico, onde se prevê gerar 633MWh por ano.
A luz solar será captada por mantas flexíveis instaladas sobre as coberturas das arquibancadas e por painéis rígidos sobre as demais edificações, que a converterão em energia elétrica. Diferentemente das aplicações do Luz para Todos, a usina não contará com bateria para armazenar sua produção. A energia gerada e não consumida de imediato pelo estádio será injetada na rede da Coelba para ser devolvida quando requerida.
Esta forma de geração em estádios de futebol será a primeira experiência brasileira no gênero e deverá ser replicada em vários dos novos estádios que sediarão os jogos da Copa 2014, além de outros usos.
A geração fotovoltaica que se serve da interligação com a rede elétrica para assegurar a continuidade de atendimento às cargas, em lugar dos caros conjuntos de baterias, carecem de regulamentação própria a ser estabelecida, em breve, pela ANEEL, que incentive a sua expansão, a exemplo da iniciativa alemã onde, em apenas um ano, a capacidade geradora a partir dessa fonte sofreu um aumento de 75%. Atualmente, a tecnologia solar fotovoltaica é a que mais se expande no mundo, propiciando uma substancial redução nos custos de sua implantação.
`A nossa expectativa e de que até o final do ano a usina esteja operando` diz o vice-governador e secretário estadual de Infraestrutura, Otto Alencar.