30/04/2008
A companhia, única que mantém uma rede CDMA no país, implantou uma rede GSM sobreposta à anterior no final de 2006 e, desde o início de 2007, passou a vender celulares nos dois padrões. A preferência dos clientes, no entanto, fez com que a Vivo fosse abandonando as vendas dos modelos CDMA, que hoje já não são comprados dos fabricantes de aparelhos.
`Hoje mais de 42 por cento do parque já está em GSM`, informou Roberto Lima, presidente da Vivo, em encontro com a imprensa nesta quarta-feira.
O número equivale a 14,4 milhões dos 34,32 milhões de assinantes que a operadora tinha em 31 de março. Desse total, a companhia afirma que metade é formada por clientes novos e a outra metade corresponde a assinantes CDMA que mudaram de padrão.
Além de algo como 19 milhões de usuários que ainda estão no padrão CDMA, a companhia também tem 600 mil clientes no antigo padrão TDMA, que já não é vendido há quatro anos.
`Em nenhum momento forçamos a migração de clientes, mas é que a troca de aparelhos está cada vez mais rápida e, quando vai substituir, o cliente prefere um modelo GSM`, explicou Lima.
Segundo ele, a Vivo `poderia optar por se livrar dessa rede, mas é uma rede que vale ouro, funciona perfeitamente`. Por isso, hoje ela continua senso usada para a transmissão de dados em notebooks (já que a Vivo ainda vende as placas de conexão) e no futuro poderá ser transformada em algum padrão de terceira geração.
`Pode ser que ela se torne uma rede HSPA, ainda não fizemos esse estudo`, disse ele, referindo-se ao padrão de transmissão de dados de terceira geração do GSM.
ESTRÉIA EM 3G
A Vivo começou a vender placas de conexão no padrão de terceira geração do CDMA (o EVDO) no final de 2004 e, por isso, preferiu não revelar quando iniciará a oferta dos celulares nas faixas de freqüência adquiridas nos leilões de dezembro passado, cujos contratos foram assinados nesta terça-feira.
`Temos um padrão estabelecido com o EVDO e não podemos fazer pior que isso`, disse o presidente.
Por isso, ele informou que a companhia só lançará a nova oferta `na hora em que tivermos a rede testada ao extremo`. Ele limitou-se a dizer que isso acontecerá `em 2008`.
A companhia tem hoje 400 mil usuários das placas EVDO.
Repórter: TAÍS FUOCO
Fonte: O Esatdo de S. Paulo/ REUTERS
`Hoje mais de 42 por cento do parque já está em GSM`, informou Roberto Lima, presidente da Vivo, em encontro com a imprensa nesta quarta-feira.
O número equivale a 14,4 milhões dos 34,32 milhões de assinantes que a operadora tinha em 31 de março. Desse total, a companhia afirma que metade é formada por clientes novos e a outra metade corresponde a assinantes CDMA que mudaram de padrão.
Além de algo como 19 milhões de usuários que ainda estão no padrão CDMA, a companhia também tem 600 mil clientes no antigo padrão TDMA, que já não é vendido há quatro anos.
`Em nenhum momento forçamos a migração de clientes, mas é que a troca de aparelhos está cada vez mais rápida e, quando vai substituir, o cliente prefere um modelo GSM`, explicou Lima.
Segundo ele, a Vivo `poderia optar por se livrar dessa rede, mas é uma rede que vale ouro, funciona perfeitamente`. Por isso, hoje ela continua senso usada para a transmissão de dados em notebooks (já que a Vivo ainda vende as placas de conexão) e no futuro poderá ser transformada em algum padrão de terceira geração.
`Pode ser que ela se torne uma rede HSPA, ainda não fizemos esse estudo`, disse ele, referindo-se ao padrão de transmissão de dados de terceira geração do GSM.
ESTRÉIA EM 3G
A Vivo começou a vender placas de conexão no padrão de terceira geração do CDMA (o EVDO) no final de 2004 e, por isso, preferiu não revelar quando iniciará a oferta dos celulares nas faixas de freqüência adquiridas nos leilões de dezembro passado, cujos contratos foram assinados nesta terça-feira.
`Temos um padrão estabelecido com o EVDO e não podemos fazer pior que isso`, disse o presidente.
Por isso, ele informou que a companhia só lançará a nova oferta `na hora em que tivermos a rede testada ao extremo`. Ele limitou-se a dizer que isso acontecerá `em 2008`.
A companhia tem hoje 400 mil usuários das placas EVDO.
Repórter: TAÍS FUOCO
Fonte: O Esatdo de S. Paulo/ REUTERS