27/06/2007
Um projeto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti) pretende retirar do sisal uma substância que poderá ser utilizada como adoçante dietético pela indústria alimentícia. O projeto, que também terá foco na produção de um bioinseticida e parasiticida, foi abordado quinta-feira última, numa reunião naquela secretaria com representantes da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).
A idéia é que o projeto seja desenvolvido em parceria com universidades e centros de pesquisa durante quatro anos no Território do Sisal, localizado no semi-árido baiano.
Adoçante do sisal (II)
De acordo com o coordenador da Secti e engenheiro químico Adalberto Luiz Cantalino, o projeto do novo adoçante dietético está sendo tramitado no Fundo Comum de Commodities da FAO para que possa ser financiado pela instituição. Ele explica que o adoçante dietético será extraído do resíduo líquido do sisal. `Hoje este suco de sisal é descartado no campo e ele representa cerca de 80% do peso da folha de sisal`, explica o engenheiro.
O adoçante extraído do sisal é a inulina, um produto de origem natural, que pode ser utilizado em substituição ao açúcar na indústria alimentícia e farmacêutica que não é absorvido pelo organismo, ou seja, é uma solução natural à substituição dos ciclamatos utilizados na indústria dos dietéticos`.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: José Laranjeira
27/06/07
A idéia é que o projeto seja desenvolvido em parceria com universidades e centros de pesquisa durante quatro anos no Território do Sisal, localizado no semi-árido baiano.
Adoçante do sisal (II)
De acordo com o coordenador da Secti e engenheiro químico Adalberto Luiz Cantalino, o projeto do novo adoçante dietético está sendo tramitado no Fundo Comum de Commodities da FAO para que possa ser financiado pela instituição. Ele explica que o adoçante dietético será extraído do resíduo líquido do sisal. `Hoje este suco de sisal é descartado no campo e ele representa cerca de 80% do peso da folha de sisal`, explica o engenheiro.
O adoçante extraído do sisal é a inulina, um produto de origem natural, que pode ser utilizado em substituição ao açúcar na indústria alimentícia e farmacêutica que não é absorvido pelo organismo, ou seja, é uma solução natural à substituição dos ciclamatos utilizados na indústria dos dietéticos`.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: José Laranjeira
27/06/07