13/08/2007
A histórica cidade de Cachoeira localizada a 110 quilômetros de Salvador, está pronta para comemorar a Festa da Irmandade da Boa Morte, que começa amanhã e vai até sexta-feira (17). A Irmandade da Boa Morte é uma confraria católica de mulheres negras e mestiças, que descendem e representam ancestralidade dos africanos escravizados, e libertos, no Recôncavo.
Com o apogeu da lavoura de cana-de-açúcar, o trabalho escravo teve grande influência no desenvolvimento social e econômico da região. Daí, a presença muito forte do negro em Cachoeira, o que contribuiu para difundir o sincretismo religioso em todas as áreas.
A festa de Nossa Senhora da Boa Morte, exemplo da força e influência da cultura africana, miscigenada às tradições católicas, sempre acontece na primeira quinzena de agosto A programação católica é composta de missas, confissões, sentinela de Nossa Senhora da Boa Morte, realizada na Igreja Matriz, e três procissões nas principais ruas da cidade.
Os rituais africanos começam no início do mês de agosto, quando fazem uma limpeza de corpo e alma e tomam um banho de purificação, seguindo o ritual de seus ancestrais. Fazem parte da programação religiosa, celebração de missas pelas irmãs falecidas, cortejo com Nossa Senhora da Boa Morte, sentinela na igreja Matriz, missa de corpo presente, procissão de Nossa Senhora da Boa Morte e missa solene da Ressurreição.
A parte profana da festa tem samba-de-roda e ceias na casa da Irmandade. Hoje, a Sociedade, formada exclusivamente por mulheres negras com mais de 40 anos, funciona em um conjunto de quatro sobrados do século XVIII, restaurados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) na Rua 13 de Maio/Largo da Ajuda.
Fonte: Site iBahia.com
12/08/07
Com o apogeu da lavoura de cana-de-açúcar, o trabalho escravo teve grande influência no desenvolvimento social e econômico da região. Daí, a presença muito forte do negro em Cachoeira, o que contribuiu para difundir o sincretismo religioso em todas as áreas.
A festa de Nossa Senhora da Boa Morte, exemplo da força e influência da cultura africana, miscigenada às tradições católicas, sempre acontece na primeira quinzena de agosto A programação católica é composta de missas, confissões, sentinela de Nossa Senhora da Boa Morte, realizada na Igreja Matriz, e três procissões nas principais ruas da cidade.
Os rituais africanos começam no início do mês de agosto, quando fazem uma limpeza de corpo e alma e tomam um banho de purificação, seguindo o ritual de seus ancestrais. Fazem parte da programação religiosa, celebração de missas pelas irmãs falecidas, cortejo com Nossa Senhora da Boa Morte, sentinela na igreja Matriz, missa de corpo presente, procissão de Nossa Senhora da Boa Morte e missa solene da Ressurreição.
A parte profana da festa tem samba-de-roda e ceias na casa da Irmandade. Hoje, a Sociedade, formada exclusivamente por mulheres negras com mais de 40 anos, funciona em um conjunto de quatro sobrados do século XVIII, restaurados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) na Rua 13 de Maio/Largo da Ajuda.
Fonte: Site iBahia.com
12/08/07