15/08/2007
Nos próximos quatro anos, mais de R$ 5 bilhões serão investidos no setor de infra-estrutura na Bahia. Os recursos destinados pelo governo federal, através dos Ministérios da Defesa e dos Transportes, são oriundos do Plano Nacional de Logística de Transportes (PNLT), que pretende investir, até 2023, cerca de R$ 16,5 bilhões em portos, rodovias, ferrovias, hidrovias e aeroportos.
As informações são do secretário de Política Nacional de Transportes (PNT), Marcelo Perrupato, que apresenta, amanhã a partir das 9 horas, no auditório da Secretaria Estadual de Infra-Estrutura (Seinfra), o PNLT para o Estado. O objetivo do evento é promover a discussão entre o setor público, a iniciativa privada e a sociedade civil, a fim de que os mesmos avaliem o projeto e sugiram melhorias.
As previsões do plano para a Bahia, mais precisamente no Nordeste Meridional, consiste em três etapas, sendo que as obras da primeira fase terão início a partir do próximo ano e vai até 2011. Já a segunda etapa será de 2012 a 2015 e a última, no período de 2015 até 2023. Entre as obras previstas, a serem iniciadas em 2008, estão a construção da Ferrovia Bahia Oeste, Via Expressa Portuária e do ramal ferroviário Camaçari-Aratu. Também estão previstas a duplicação da BR-101 Norte e a ampliação dos terminais de cargas domésticas e internacionais no Aeroporto de Salvador.
De acordo com o secretário estadual de Infra-Estrutura, Antonio Carlos Batista Neves, o evento será uma boa oportunidade para pontuar as prioridades do Estado, na tentativa de atrair mais investimentos para o setor. `O governo do Estado, através da Seinfra, vai indicar os projetos que interessam à Bahia, pois conhecemos a nossa realidade e quais são as prioridades`, afirmou. Batista Neves disse ainda que `é fundamental a elaboração de planos de longo prazo na área de infra-estrutura, pois trata-se de projetos que demandam muito tempo para maturação e implementação`. A elaboração deste tipo de plano é uma prática antiga do Ministério dos Transportes, mas foi abandonada nas últimas duas décadas e, somente em 2002, foi retomada pelo governo federal.
Com investimento estimado em R$ 2,8 bilhões, a prioridade do PNLT é a construção da Ferrovia Bahia-Oeste, cujo objetivo é promover o escoamento do agrone-gócio e mineração do oeste do Estado, consolidar e expandir os mercados produtores que vêm se estruturando na região - a exemplo de algodão, café, milho, madeira e frutas, além de atrair novos investimentos. A construção dessa linha ferroviária, que liga a região oeste da Bahia ao seu Litoral, constitui-se um projeto de grande importância estratégica para o desenvolvimento econômico do Estado, com efeitos muito positivos também sobre a economia nacional ao proporcionar o escoamento e a dinamização de importantes produções - a exemplo da soja do oeste baiano, que atualmente conta somente com o modal rodoviário.
Segundo Batista Neves, `o intuito é transformar esse projeto ferroviário no principal corredor de transportes interligando o Oeste e Sudoeste da Bahia, Sudoeste do Piauí, Sul do Maranhão e parte do Centro-Oeste brasileiro ao Oceano Atlântico`. Em termos globais, a Ferrovia Bahia-Oeste pode ser vista como um canal aberto a uma futura interligação entre o Centro-Oeste brasileiro e o litoral baiano, permitindo o escoamento e exportação da produção.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
15/08/07
As informações são do secretário de Política Nacional de Transportes (PNT), Marcelo Perrupato, que apresenta, amanhã a partir das 9 horas, no auditório da Secretaria Estadual de Infra-Estrutura (Seinfra), o PNLT para o Estado. O objetivo do evento é promover a discussão entre o setor público, a iniciativa privada e a sociedade civil, a fim de que os mesmos avaliem o projeto e sugiram melhorias.
As previsões do plano para a Bahia, mais precisamente no Nordeste Meridional, consiste em três etapas, sendo que as obras da primeira fase terão início a partir do próximo ano e vai até 2011. Já a segunda etapa será de 2012 a 2015 e a última, no período de 2015 até 2023. Entre as obras previstas, a serem iniciadas em 2008, estão a construção da Ferrovia Bahia Oeste, Via Expressa Portuária e do ramal ferroviário Camaçari-Aratu. Também estão previstas a duplicação da BR-101 Norte e a ampliação dos terminais de cargas domésticas e internacionais no Aeroporto de Salvador.
De acordo com o secretário estadual de Infra-Estrutura, Antonio Carlos Batista Neves, o evento será uma boa oportunidade para pontuar as prioridades do Estado, na tentativa de atrair mais investimentos para o setor. `O governo do Estado, através da Seinfra, vai indicar os projetos que interessam à Bahia, pois conhecemos a nossa realidade e quais são as prioridades`, afirmou. Batista Neves disse ainda que `é fundamental a elaboração de planos de longo prazo na área de infra-estrutura, pois trata-se de projetos que demandam muito tempo para maturação e implementação`. A elaboração deste tipo de plano é uma prática antiga do Ministério dos Transportes, mas foi abandonada nas últimas duas décadas e, somente em 2002, foi retomada pelo governo federal.
Com investimento estimado em R$ 2,8 bilhões, a prioridade do PNLT é a construção da Ferrovia Bahia-Oeste, cujo objetivo é promover o escoamento do agrone-gócio e mineração do oeste do Estado, consolidar e expandir os mercados produtores que vêm se estruturando na região - a exemplo de algodão, café, milho, madeira e frutas, além de atrair novos investimentos. A construção dessa linha ferroviária, que liga a região oeste da Bahia ao seu Litoral, constitui-se um projeto de grande importância estratégica para o desenvolvimento econômico do Estado, com efeitos muito positivos também sobre a economia nacional ao proporcionar o escoamento e a dinamização de importantes produções - a exemplo da soja do oeste baiano, que atualmente conta somente com o modal rodoviário.
Segundo Batista Neves, `o intuito é transformar esse projeto ferroviário no principal corredor de transportes interligando o Oeste e Sudoeste da Bahia, Sudoeste do Piauí, Sul do Maranhão e parte do Centro-Oeste brasileiro ao Oceano Atlântico`. Em termos globais, a Ferrovia Bahia-Oeste pode ser vista como um canal aberto a uma futura interligação entre o Centro-Oeste brasileiro e o litoral baiano, permitindo o escoamento e exportação da produção.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
15/08/07