10/09/2007
O secretário de Infra-estrutura, Antônio Carlos Batista Neves, anuncia que está sendo negociada uma parceria com a Petrobras Distribuidora para a recuperação de trechos das rodovias comprometidas. Além disso, de acordo com o secretário, o governo está negociando com o Banco Mundial recursos no valor de US$ 100 milhões, com contrapartida de US$ 86 milhões do Estado, para a recuperação da malha rodoviária baiana ao longo de cinco anos. `Vamos recuperar mais de dois mil quilômetros de estradas em todo o Estado. Estou atento e, até o final de setembro, teremos uma definição em relação à recuperação de uma boa parte da malha rodoviária`, reafirma.
Batista Neves diz que o oeste do Estado tornou-se o Eldorado da Bahia, por isso é preciso ter atenção a isso. `Quando começamos a gestão, recebemos um relatório da gestão passada dizendo que 80% das BAs estavam em situação ruim. Um levantamento mais aprofundado mostrou que são 90% das estradas estaduais que estão ruins`, revela.
Enquanto isso, empresários amargam prejuízos e aguardam o cumprimento das promessas.
Na esfera federal, a situação não é diferente. De acordo com o superintendente regional do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), Saulo Filinto Pontes, a dificuldade e a demora de recuperação dos trechos baianos das BRs estão na conclusão dos projetos.
Esses projetos de reestruturação, segundo o diretor do órgão, duram em média três anos. `Estamos revitalizando as rodovias com operações tapa-buracos. Isso é um paliativo até concluirmos os projetos de restauração da malha`, diz.
Conforme o superintendente do Dnit, o governo federal está reassumindo o controle e a manutenção de 1.411 quilômetros de rodovias federais que foram estadualizadas.
Enquanto os empresários e a população aguardam as melhorias nas estradas da Bahia, o governo cuida de outro assunto: a privatização de estradas. De concreto, a única coisa que as pessoas terão é o custo adicional que terão que arcar a partir do próximo ano, quando tiverem que circular pela BR-324 e pelos 637 quilômetros que ligam Feira de Santana à divisa da Bahia com o Estado do Minas Gerais. (R.J.)
Fonte: Jornal A Tarde
09/09/07
Batista Neves diz que o oeste do Estado tornou-se o Eldorado da Bahia, por isso é preciso ter atenção a isso. `Quando começamos a gestão, recebemos um relatório da gestão passada dizendo que 80% das BAs estavam em situação ruim. Um levantamento mais aprofundado mostrou que são 90% das estradas estaduais que estão ruins`, revela.
Enquanto isso, empresários amargam prejuízos e aguardam o cumprimento das promessas.
Na esfera federal, a situação não é diferente. De acordo com o superintendente regional do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), Saulo Filinto Pontes, a dificuldade e a demora de recuperação dos trechos baianos das BRs estão na conclusão dos projetos.
Esses projetos de reestruturação, segundo o diretor do órgão, duram em média três anos. `Estamos revitalizando as rodovias com operações tapa-buracos. Isso é um paliativo até concluirmos os projetos de restauração da malha`, diz.
Conforme o superintendente do Dnit, o governo federal está reassumindo o controle e a manutenção de 1.411 quilômetros de rodovias federais que foram estadualizadas.
Enquanto os empresários e a população aguardam as melhorias nas estradas da Bahia, o governo cuida de outro assunto: a privatização de estradas. De concreto, a única coisa que as pessoas terão é o custo adicional que terão que arcar a partir do próximo ano, quando tiverem que circular pela BR-324 e pelos 637 quilômetros que ligam Feira de Santana à divisa da Bahia com o Estado do Minas Gerais. (R.J.)
Fonte: Jornal A Tarde
09/09/07