19/09/2007
Representantes de órgãos e secretarias estaduais lotaram, ontem, o auditório da Setre para ouvir as orientações do secretário e técnicos da Secretaria da Administração (Saeb) sobre o passo a passo da validação do quadro de pessoal.
Com a iniciativa, o governo pretende averiguar a presença efetiva de todos os servidores nos seus locais de trabalho.
A medida da Saeb foi recebida com entusiasmo pelos responsáveis pela área de RH.
`Já era tempo`, afirmou a diretora de RH da Secretaria da Saúde, Rosa Ceci. Na Sesab, são 24,3 mil servidores em atividade.
Ela classificou o modelo proposto pela Saeb como `interessante` e destacou que a validação do quadro vai ajudar a resolver algumas questões importantes para a sua área.
`Principalmente, o controle sobre funcionários cedidos a prefeituras no processo de municipalização da saúde`, disse.
Segundo ela, para validar todo o quadro, a Sesab terá de visitar todos os 417 municípios baianos, por isso pretende acionar as diretorias regionais de Saúde. `Já estamos formando a comissão para liderar este trabalho`, explicou.
Na Educação, onde o desafio é verificar a situação de cerca de 70 mil servidores, a equipe está `elaborando a logística` para fazer o levantamento, explicou a diretora de Planejamento de RH, Ana Grácia.
Auditoria na máquina - `É preciso que vocês nos ajudem a melhorar a máquina pública`, afirmou o secretário da Administração, Manoel Vitório, ao abrir o evento.
Ele destacou que o Estado, com 174 mil servidores em atividade e outros 76 mil inativos e pensionistas, desembolsa anualmente cerca de R$ 5 bilhões com a folha de pessoal.
`Estamos desenvolvendo ações para valorizar o serviço público e esta operação se insere neste contexto, porque irá reconhecer aqueles que cumprem com as suas obrigações.`
O Estado vem fazendo também, desde o primeiro semestre, um trabalho de auditoria da folha que já identificou 203 servidores mortos que continuavam recebendo salários.
Salário suspenso e até demissão
De acordo com a instrução normativa publicada pela Saeb no último dia 10, os servidores com local de trabalho `não localizado` terão pagamento do salário suspenso e serão adotadas providências legais, que podem variar da advertência até a demissão a bem do serviço público.
Denúncias podem ser encaminhadas à Ouvidoria Geral do Estado, pelo telefone 0800 284 0011, pelo fax (71) 3115-6501 ou ainda por meio do site www.ouvidoria ba.gov.br.
Fonte: Diário Oficial
19/09/07
Com a iniciativa, o governo pretende averiguar a presença efetiva de todos os servidores nos seus locais de trabalho.
A medida da Saeb foi recebida com entusiasmo pelos responsáveis pela área de RH.
`Já era tempo`, afirmou a diretora de RH da Secretaria da Saúde, Rosa Ceci. Na Sesab, são 24,3 mil servidores em atividade.
Ela classificou o modelo proposto pela Saeb como `interessante` e destacou que a validação do quadro vai ajudar a resolver algumas questões importantes para a sua área.
`Principalmente, o controle sobre funcionários cedidos a prefeituras no processo de municipalização da saúde`, disse.
Segundo ela, para validar todo o quadro, a Sesab terá de visitar todos os 417 municípios baianos, por isso pretende acionar as diretorias regionais de Saúde. `Já estamos formando a comissão para liderar este trabalho`, explicou.
Na Educação, onde o desafio é verificar a situação de cerca de 70 mil servidores, a equipe está `elaborando a logística` para fazer o levantamento, explicou a diretora de Planejamento de RH, Ana Grácia.
Auditoria na máquina - `É preciso que vocês nos ajudem a melhorar a máquina pública`, afirmou o secretário da Administração, Manoel Vitório, ao abrir o evento.
Ele destacou que o Estado, com 174 mil servidores em atividade e outros 76 mil inativos e pensionistas, desembolsa anualmente cerca de R$ 5 bilhões com a folha de pessoal.
`Estamos desenvolvendo ações para valorizar o serviço público e esta operação se insere neste contexto, porque irá reconhecer aqueles que cumprem com as suas obrigações.`
O Estado vem fazendo também, desde o primeiro semestre, um trabalho de auditoria da folha que já identificou 203 servidores mortos que continuavam recebendo salários.
Salário suspenso e até demissão
De acordo com a instrução normativa publicada pela Saeb no último dia 10, os servidores com local de trabalho `não localizado` terão pagamento do salário suspenso e serão adotadas providências legais, que podem variar da advertência até a demissão a bem do serviço público.
Denúncias podem ser encaminhadas à Ouvidoria Geral do Estado, pelo telefone 0800 284 0011, pelo fax (71) 3115-6501 ou ainda por meio do site www.ouvidoria ba.gov.br.
Fonte: Diário Oficial
19/09/07