10/09/2007
Acompanhados do secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, os ministros vistoriavam a instalação de um muro que separa a linha férrea que dá acesso ao Porto do Rio de uma ocupação irregular de favelas. Quando a composição passou próximo à favela do Jacarezinho, jovens armados fizeram disparos de pistola. Houve pânico e os ministros contaram que tiveram de se jogar no chão. Aparentemente, os criminosos se incomodaram com as lentes dos fotógrafos. No trajeto de volta, funcionários da MRS, empresa responsável pela linha férrea, pediram que não fossem feitas fotos da favela. Mesmo com o trem numa velocidade maior, houve novo ataque a tiros. Policiais militares e seguranças à paisana do governo estadual revidaram, segundo passageiros. De acordo com Pedro Brito, foi uma decisão pessoal, das autoridades, embarcar no trajeto de volta. Perguntado se teve medo, o ministro respondeu: `Não tive tempo.`
Ele disse que tentou se proteger, jogando-se no chão do vagão. `Eu também me joguei, claro. É uma reação natural de cautela que todos devem ter`, afirmou Brito. Representantes da MRS informaram que o trem possui blindagem e os tiros não chegaram a atingir o interior dos vagões.
Fonte: Jornal O Estado de São Pauloo
Repórter: ALEXANDRE RODRIGUES
Em 10/09/2007
Ele disse que tentou se proteger, jogando-se no chão do vagão. `Eu também me joguei, claro. É uma reação natural de cautela que todos devem ter`, afirmou Brito. Representantes da MRS informaram que o trem possui blindagem e os tiros não chegaram a atingir o interior dos vagões.
Fonte: Jornal O Estado de São Pauloo
Repórter: ALEXANDRE RODRIGUES
Em 10/09/2007