07/07/2008
O Festival Anual da Canção Estudantil (Face) vem causando uma verdadeira revolução de ritmos e sons nas escolas da rede estadual. Mil e três escolas fizeram seus minifestivais e cada uma elegeu três canções que as representará nos festivais regionais que serão realizados em agosto, em cada uma das 33 cidades-sede das Diretorias Regionais de Educação (Direcs).
Os alunos já vêm se organizando em suas escolas para as apresentações na próxima etapa do Face. `Vimos, na prática, como um festival, igual ao Face, pode motivar e estimular os nossos alunos e queremos parabenizar a SEC por mais essa idéia de sucesso`, afirmou a diretora do Colégio Estadual Sete de Setembro, em Paripe, Marta da Silva.
Após a primeira fase, foi observada ainda uma mudança substancial no relacionamento entre as escolas e entre os alunos e as unidades com as Direcs e a Secretaria Estadual da Educação (SEC). `Esta é a primeira vez que ouvimos falar que os alunos estão ligando para os técnicos da secretaria que estão envolvidos no festival para tirar dúvidas e trabalhar em conjunto`, disse a coordenadora de Projetos Intersetoriais da SEC, Maria Ivanilde Nobre.
As relações entre o professor e o aluno também foram estreitadas. O estímulo dos colegas e dos professores levou a estudante Jéssica Gomes (8ª série do Colégio Germano Machado Neto, em Marechal Rondon) a acreditar no seu potencial e participar do festival.
Classificada para a segunda etapa com a música romântica O Tempo se Esgota, ela elogiou o projeto: `Achei a iniciativa legal, porque muitos alunos se interessaram e passamos a gostar de música. Os que ficavam vagando pelos corredores passaram a trazer para a escola violão e houve alguns que não sabiam e aprenderam a tocar`. Ela explicou que a participação nas oficinas preparatórias para o Face foi importante, `pois foi a partir daí que fluíram as idéias`.
Aproximação escola-população
Com os minifestivais houve ainda, principalmente no interior, a aproximação entre a escola e a população. Em muitas escolas, a escolha das músicas era realizada depois das apresentações nas praças da cidade. Foi com esse clima de integração com a comunidade que o Colégio Estadual Normal de Pintadas apresentou suas 12 músicas candidatas no Centro de Cultura Popular Tacho de Arte, com a participação de professores e pais de alunos.
Em Ribeira do Pombal, a mobilização foi tão motivadora que os shows de calouros ressurgiram e passaram a fazer parte do cronograma de festas da cidade.
A realização desse primeiro festival representou também um aprendizado para a equipe da Superintendência da Educação Básica (Sudeb), envolvida na realização do projeto. `Não havia essa cultura de realizar projetos desse tipo que integrassem tantas escolas. Estamos falando de mil escolas representadas, quando antes os projetos costumavam abranger cerca de 60`, comparou Ivanilde.
Fonte: Agecom
Em 7/07/2008.
Os alunos já vêm se organizando em suas escolas para as apresentações na próxima etapa do Face. `Vimos, na prática, como um festival, igual ao Face, pode motivar e estimular os nossos alunos e queremos parabenizar a SEC por mais essa idéia de sucesso`, afirmou a diretora do Colégio Estadual Sete de Setembro, em Paripe, Marta da Silva.
Após a primeira fase, foi observada ainda uma mudança substancial no relacionamento entre as escolas e entre os alunos e as unidades com as Direcs e a Secretaria Estadual da Educação (SEC). `Esta é a primeira vez que ouvimos falar que os alunos estão ligando para os técnicos da secretaria que estão envolvidos no festival para tirar dúvidas e trabalhar em conjunto`, disse a coordenadora de Projetos Intersetoriais da SEC, Maria Ivanilde Nobre.
As relações entre o professor e o aluno também foram estreitadas. O estímulo dos colegas e dos professores levou a estudante Jéssica Gomes (8ª série do Colégio Germano Machado Neto, em Marechal Rondon) a acreditar no seu potencial e participar do festival.
Classificada para a segunda etapa com a música romântica O Tempo se Esgota, ela elogiou o projeto: `Achei a iniciativa legal, porque muitos alunos se interessaram e passamos a gostar de música. Os que ficavam vagando pelos corredores passaram a trazer para a escola violão e houve alguns que não sabiam e aprenderam a tocar`. Ela explicou que a participação nas oficinas preparatórias para o Face foi importante, `pois foi a partir daí que fluíram as idéias`.
Aproximação escola-população
Com os minifestivais houve ainda, principalmente no interior, a aproximação entre a escola e a população. Em muitas escolas, a escolha das músicas era realizada depois das apresentações nas praças da cidade. Foi com esse clima de integração com a comunidade que o Colégio Estadual Normal de Pintadas apresentou suas 12 músicas candidatas no Centro de Cultura Popular Tacho de Arte, com a participação de professores e pais de alunos.
Em Ribeira do Pombal, a mobilização foi tão motivadora que os shows de calouros ressurgiram e passaram a fazer parte do cronograma de festas da cidade.
A realização desse primeiro festival representou também um aprendizado para a equipe da Superintendência da Educação Básica (Sudeb), envolvida na realização do projeto. `Não havia essa cultura de realizar projetos desse tipo que integrassem tantas escolas. Estamos falando de mil escolas representadas, quando antes os projetos costumavam abranger cerca de 60`, comparou Ivanilde.
Fonte: Agecom
Em 7/07/2008.