08/05/2007
A equiparação do salário-base do funcionalismo baiano ao mínimo nacional custaria os cofres do Estado este ano R$ 200, 5 milhões, se adotada a proposta do parcelamento em duas vezes, sendo 3,3% em junho e o restante em novembro com a redução da diferença salarial entre os níveis das diversas categorias. Nesse pacote, quem ganha acima do mínimo teria aumento de 3,3% em junho.
O governo apresentou uma outra opção que prevê reajuste de 3,3% em abril para todo o funcionalismo. Quem ganha abaixo do mínimo teria mais duas parcelas de aumento em julho e novembro, o que elevaria o salário-base de R$ 324 para R$ 380 em novembro. Custo para o tesouro: R$ 228 milhões. No mesmo informe entregue aos sindicatos, o governo explica que, caso fosse feita a equiparação dos R$ 380 em abril e mantida a diferença dos níveis, o impacto para a folha seria de exatos R$ 703.581.831,00, montante que o Estado não teria condições de suportar e levaria o Executivo a ultrapassar os limites de gastos com o funcionalismo previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.
A Secretaria de Administração do Estado realizou também um estudo do aumento por faixa salarial e número de servidores.
Com a equiparação, pouco mais de 104 mil seriam beneficiados com um aumento do salário-base da ordem de 17,28%. Esses são os que ganham atualmente R$ 324 e representam a maior quantidade de servidores, equivalendo a 47% dos cerca de 221 mil funcionários do Estado (fora os de cargo comissionado DAS-1, das empresas e Defensoria Pública).
Cerca de 20 mil teriam seu salário-base majorado entre 15% e 17%, 19 mil entre 12% e 15% e 5,2 mil trabalhadores ganhariam aumentos entre 6% e 11%. Todos esses recebem no momento salário-base abaixo do mínimo nacional. O aumento de 3,3% abrangeria 71 mil servidores (55 mil na ativa e 16 mil inativos
Fonte: Jornal A Tarde
08/05/07
O governo apresentou uma outra opção que prevê reajuste de 3,3% em abril para todo o funcionalismo. Quem ganha abaixo do mínimo teria mais duas parcelas de aumento em julho e novembro, o que elevaria o salário-base de R$ 324 para R$ 380 em novembro. Custo para o tesouro: R$ 228 milhões. No mesmo informe entregue aos sindicatos, o governo explica que, caso fosse feita a equiparação dos R$ 380 em abril e mantida a diferença dos níveis, o impacto para a folha seria de exatos R$ 703.581.831,00, montante que o Estado não teria condições de suportar e levaria o Executivo a ultrapassar os limites de gastos com o funcionalismo previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.
A Secretaria de Administração do Estado realizou também um estudo do aumento por faixa salarial e número de servidores.
Com a equiparação, pouco mais de 104 mil seriam beneficiados com um aumento do salário-base da ordem de 17,28%. Esses são os que ganham atualmente R$ 324 e representam a maior quantidade de servidores, equivalendo a 47% dos cerca de 221 mil funcionários do Estado (fora os de cargo comissionado DAS-1, das empresas e Defensoria Pública).
Cerca de 20 mil teriam seu salário-base majorado entre 15% e 17%, 19 mil entre 12% e 15% e 5,2 mil trabalhadores ganhariam aumentos entre 6% e 11%. Todos esses recebem no momento salário-base abaixo do mínimo nacional. O aumento de 3,3% abrangeria 71 mil servidores (55 mil na ativa e 16 mil inativos
Fonte: Jornal A Tarde
08/05/07