20/03/2009
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, assegurou que os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não serão afetados pelo corte de R$ 21,6 bilhões no Orçamento da União deste ano. Segundo ele, o governo cortará investimentos, mas procurará manter os gastos previstos com programa. O ministro também disse que o governo ainda não tomou nenhuma decisão sobre a possibilidade de usar os R$ 14,2 bilhões do Fundo Soberano para manter o nível dos investimentos públicos. `A definição dos cortes passou ao largo dessa questão (do fundo)`, afirmou. Em relação ao Pacote de Habitação Popular, cujo lançamento está previsto para este mês, Paulo Bernardo afirmou que ele será preservado pelo governo, até porque como o programa ainda está em elaboração, as desonerações e os subsídios não constam da nova programação orçamentária.
De acordo com o ministro, até o dia 30 o governo definirá a distribuição dos cortes no Orçamento por ministérios. Por enquanto, só ficou acertado o valor global do contingenciamento. No final de janeiro, o Ministério do Planejamento tinha anunciado a intenção de cortar R$ 37,2 bilhões do Orçamento 2009. Com a redução para 2% na estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o bloqueio final foi reduzido para R$ 21,6 bilhões.
Aperto
Depois de anunciar o contingenciamento de R$ 21,6 bilhões na previsão de gastos para 2009, o ministro do Planejamento admitiu que, aolongo deste ano, o governo poderá ter que `apertar mais os cintos`. O ministro ressaltou que as chances de ter uma receita adicional são poucas. `Podemos ter que apertar mais o cinto durante o ano, mas não acredito que será grande coisa`, disse Bernardo. Ele informou que não estão incluídos no corte os subsídios ao programa habitacional do governo.
Otimismo
O contingenciamento anunciado ontem foi feito com base em uma expectativa otimista, de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, se comparado às avaliações feitas pelo mercado. O governo trabalha com um crescimento de 2% da economia este ano. A estimativa de crescimento de2%para a economia brasileira em 2009 não está fora da realidade, disse Paulo Bernardo. Apesar das previsões de instituições financeiras e organismos internacionais de que o PIB (soma de todos os bens e riquezas produzidos no país) fechará o ano próximo de zero, o ministro afirmou que ainda é possível o País cresça mais de 1%. Para o ministro, as projeções divulgadas recentemente para a economia brasileira são pessimistas e podem não refletir o comportamento do PIB em 2009.
`Se olharmos o que aconteceu nos últimos anos, veremos que os pessimistas quase sempre erraram. Estamos confiantes, sim, e achamos que é possível ter esse crescimento de 2%`, afirmou. Ao apresentar o contingenciamento, o ministro admitiu que os cortes nos investimentos se concentrarão nas emendas parlamentares .
Jornal de Brasília - 20/03/2009.
De acordo com o ministro, até o dia 30 o governo definirá a distribuição dos cortes no Orçamento por ministérios. Por enquanto, só ficou acertado o valor global do contingenciamento. No final de janeiro, o Ministério do Planejamento tinha anunciado a intenção de cortar R$ 37,2 bilhões do Orçamento 2009. Com a redução para 2% na estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o bloqueio final foi reduzido para R$ 21,6 bilhões.
Aperto
Depois de anunciar o contingenciamento de R$ 21,6 bilhões na previsão de gastos para 2009, o ministro do Planejamento admitiu que, aolongo deste ano, o governo poderá ter que `apertar mais os cintos`. O ministro ressaltou que as chances de ter uma receita adicional são poucas. `Podemos ter que apertar mais o cinto durante o ano, mas não acredito que será grande coisa`, disse Bernardo. Ele informou que não estão incluídos no corte os subsídios ao programa habitacional do governo.
Otimismo
O contingenciamento anunciado ontem foi feito com base em uma expectativa otimista, de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, se comparado às avaliações feitas pelo mercado. O governo trabalha com um crescimento de 2% da economia este ano. A estimativa de crescimento de2%para a economia brasileira em 2009 não está fora da realidade, disse Paulo Bernardo. Apesar das previsões de instituições financeiras e organismos internacionais de que o PIB (soma de todos os bens e riquezas produzidos no país) fechará o ano próximo de zero, o ministro afirmou que ainda é possível o País cresça mais de 1%. Para o ministro, as projeções divulgadas recentemente para a economia brasileira são pessimistas e podem não refletir o comportamento do PIB em 2009.
`Se olharmos o que aconteceu nos últimos anos, veremos que os pessimistas quase sempre erraram. Estamos confiantes, sim, e achamos que é possível ter esse crescimento de 2%`, afirmou. Ao apresentar o contingenciamento, o ministro admitiu que os cortes nos investimentos se concentrarão nas emendas parlamentares .
Jornal de Brasília - 20/03/2009.