11/05/2007
Jorge Soros, um dos maiores investidores do mercado financeiro, está chegando à Bahia. Recentemente, comprou uma fazenda de três mil hectares no oeste baiano, destinada ao plantio de cana. O milionário quer faturar no próspero mercado do etanol. O fato revela que, sinônimo de prosperidade, a região continua atraindo grandes investidores, inclusive internacionais. Se no passado o oeste se fez com produtores nacionais, sobretudo do Sul do país, atualmente vem atraindo cada vez mais investidores estrangeiros.
E um detalhe intrigante: eles ocupam posição de destaque no cenário local. É o caso do americano Todd Topp, diretor do Sindicato Rural, entidade que representa os produtores. Ele foi um dos primeiros a chegar por aqui, há exatos 13 anos. Naquele cerrado que antes dos anos 70 nada prometia, pisam homens de negócios da Nova Zelândia, Canadá, Portugal, Holanda, Estados Unidos, entre outros países.
Topp ressalta que a região hoje tem projeção internacional, sendo conhecida lá fora como uma das mais prósperas para quem deseja investir no agronegócio brasileiro. Em boa medida, a vinda de forasteiros é um sinal positivo, já que funciona como uma espécie de termômetro, medindo o nível da prosperidade local. É que uma das características que compõem o perfil do empresariado estrangeiro é a segurança do retorno financeiro.
`A maior parte vem após uma rigorosa pesquisa de mercado`, assegura o diretor do Sindicato Rural. Segundo ele, o percentual de investidores internacionais ainda é tímido, beirando os 2%. `Mas é crescente`, afirma. `Eles acreditam na pujança econômica da região, que conta com o que há de mais avançado em agronegócio`, destaca o gerente de qualidade da Associação de Produtores de Café da Bahia Eduardo Sales. Outro ponto positivo é que estes empresários podem contribuir com a oferta de produtos de maior valor agregado, o que já vem acontecendo
Fonte: Jornal Correio da Bahia
11/05/07
E um detalhe intrigante: eles ocupam posição de destaque no cenário local. É o caso do americano Todd Topp, diretor do Sindicato Rural, entidade que representa os produtores. Ele foi um dos primeiros a chegar por aqui, há exatos 13 anos. Naquele cerrado que antes dos anos 70 nada prometia, pisam homens de negócios da Nova Zelândia, Canadá, Portugal, Holanda, Estados Unidos, entre outros países.
Topp ressalta que a região hoje tem projeção internacional, sendo conhecida lá fora como uma das mais prósperas para quem deseja investir no agronegócio brasileiro. Em boa medida, a vinda de forasteiros é um sinal positivo, já que funciona como uma espécie de termômetro, medindo o nível da prosperidade local. É que uma das características que compõem o perfil do empresariado estrangeiro é a segurança do retorno financeiro.
`A maior parte vem após uma rigorosa pesquisa de mercado`, assegura o diretor do Sindicato Rural. Segundo ele, o percentual de investidores internacionais ainda é tímido, beirando os 2%. `Mas é crescente`, afirma. `Eles acreditam na pujança econômica da região, que conta com o que há de mais avançado em agronegócio`, destaca o gerente de qualidade da Associação de Produtores de Café da Bahia Eduardo Sales. Outro ponto positivo é que estes empresários podem contribuir com a oferta de produtos de maior valor agregado, o que já vem acontecendo
Fonte: Jornal Correio da Bahia
11/05/07