17/07/2007
Em maio, pelo 42º mês consecutivo, as vendas do comércio varejista baiano cresceram 10,8% em relação ao mesmo período de 2006. Em comparação a abril passado, o aumento foi de 2,4%. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo IBGE e divulgada em parceria com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a expansão das vendas foi motivada, principalmente, pela comemoração do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para alavancar os negócios do setor.
Ainda de acordo com a PMC, o comércio baiano encerrou os primeiros meses de 2007 acumulando incremento de 9,8% no volume de vendas. Já no acumulado dos últimos 12 meses, esse número caiu para 9,7%. Segundo a analista técnica da SEI, Maria de Lourdes Caires, os resultados positivos têm como principal influência a ampliação do prazo de parcelamento (para os bens duráveis), o declive da taxa de juros e o aumento da oferta de emprego. `Além disso, a queda do dólar também influencia porque facilita a importação`, afirma.
O segmento de outros artigos de uso pessoal e doméstico foi o grande destaque deste mês, com crescimento de 35,7%. Em seguida, veio o de tecidos, vestuário e calçados (34,6%), logo após o de livros, jornais, revistas e papelaria (27,5%) e o de móveis e eletrodomésticos (17,9%). Dos oito ramos de atividade que compõem o volume de vendas da pesquisa, apenas o de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação apresentou retração no nível de atividade (-16,1%).
No ramo de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, a PMC constatou um acréscimo de 5,7%, sendo que o subgrupo dos dois primeiros subiu 11%. O item combustíveis e lubrificantes teve uma expansão de 4,6%. Os segmentos que não integram o indicador do varejo, mas são apurados pela pesquisa, também tiveram resultados positivos: veículos, motocicletas, partes e peças (19,6%) e material de construção (2,4%). Para a analista, a tendência é que o comércio baiano feche o ano com um incremento de aproximadamente 10%.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Repórter: Graciela Alvarez
17/07/07
Ainda de acordo com a PMC, o comércio baiano encerrou os primeiros meses de 2007 acumulando incremento de 9,8% no volume de vendas. Já no acumulado dos últimos 12 meses, esse número caiu para 9,7%. Segundo a analista técnica da SEI, Maria de Lourdes Caires, os resultados positivos têm como principal influência a ampliação do prazo de parcelamento (para os bens duráveis), o declive da taxa de juros e o aumento da oferta de emprego. `Além disso, a queda do dólar também influencia porque facilita a importação`, afirma.
O segmento de outros artigos de uso pessoal e doméstico foi o grande destaque deste mês, com crescimento de 35,7%. Em seguida, veio o de tecidos, vestuário e calçados (34,6%), logo após o de livros, jornais, revistas e papelaria (27,5%) e o de móveis e eletrodomésticos (17,9%). Dos oito ramos de atividade que compõem o volume de vendas da pesquisa, apenas o de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação apresentou retração no nível de atividade (-16,1%).
No ramo de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, a PMC constatou um acréscimo de 5,7%, sendo que o subgrupo dos dois primeiros subiu 11%. O item combustíveis e lubrificantes teve uma expansão de 4,6%. Os segmentos que não integram o indicador do varejo, mas são apurados pela pesquisa, também tiveram resultados positivos: veículos, motocicletas, partes e peças (19,6%) e material de construção (2,4%). Para a analista, a tendência é que o comércio baiano feche o ano com um incremento de aproximadamente 10%.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Repórter: Graciela Alvarez
17/07/07