04/10/2007
Dois dos 76 casarões incluídos na sétima etapa de revitalização do Centro Histórico de Salvador serão entregues aos moradores, hoje, às 10h, pelos governos federal e estadual.
Situados às ruas 28 de Setembro, nº 10, e 3 de Maio, nº 21, os casarões estavam em ruínas e foram restaurados para moradia de 11 famílias da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico de Salvador (Amach).
Os casarões, em processo de restauração, abrigarão 337 unidades habitacionais e 55 pontos comerciais. Eles serão transformados em habitação para a população carente, na faixa de renda de até dois salários mínimos.
`A ansiedade das famílias é grande. Pela nossa luta, esse é um marco da conquista pela permanência. Os apartamentos são ótimos e os moradores estão satisfeitos`, conta a presidente da Amach, Jecilda Mello.
Nos 16 anos anteriores a 2002, a revitalização do Centro Histórico foi traumática. Nesse período, 1.674 famílias do Pelourinho foram expulsas para que as áreas restauradas fossem transformadas em centro comercial e cultural.
Desde então, o conceito do projeto foi reformulado, com o objetivo de abrigar os antigos moradores. Eles residirão em imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Esses edifícios serão transformados em apartamentos com um, dois e três dormitórios, com áreas de 26 a 55 m2. Os recursos são do Programa Monumenta, do Ministério da Cultura, do Governo da Bahia e do Ministério das Cidades.
A recuperação do patrimônio histórico, como forma de inclusão social, é o que orienta a sétima etapa da revitalização.
Bom para morar, trabalhar e visitar
Junto com a entrega dos casarões, o governo estadual lança um conjunto de ações de curto prazo nas áreas social, de habitação, segurança pública, turismo e cultural, com a nova programação do Pelourinho.
`Queremos que o novo Pelô seja economicamente viável e socialmente justo. Um lugar bom para se morar, para freqüentar, trabalhar e para se visitar`, afirma o secretário de Cultura, Márcio Meirelles.
O diferencial do novo modelo de gestão é a busca da sustentabilidade para o Centro Antigo, calcada na parceria entre os governos federal, estadual e municipal, com a participação da iniciativa privada, das ONGs e partilhada com os moradores.
A partir dessa parceria, será elaborado o plano de médio e longo prazos para o Centro Antigo de Salvador.
Nova programação para todos
A Programação de Verão, que começa agora em outubro, foi elaborada de forma a incentivar a visita de baianos e turistas ao local, dar visibilidade às bandas musicais da capital baiana e aos projetos culturais das organizações e instituições do Centro Histórico.
A programação está dividida nos segmentos Eventos Especiais, Atividades Socioculturais, Série Ensaios do Pelô e Shows de Verão.
As atrações são variadas. As crianças podem assistir a espetáculos de circo. Os jovens têm várias opções com os shows de verão e oficinas de dança. E para a Melhor Idade, foram programadas apresentações de orquestras, oficinas de dança de salão e festivais de música.
Lei mais no site www.comunicacao.ba.gov.br
Fonte: Diário Oficial
03/10/07
Situados às ruas 28 de Setembro, nº 10, e 3 de Maio, nº 21, os casarões estavam em ruínas e foram restaurados para moradia de 11 famílias da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico de Salvador (Amach).
Os casarões, em processo de restauração, abrigarão 337 unidades habitacionais e 55 pontos comerciais. Eles serão transformados em habitação para a população carente, na faixa de renda de até dois salários mínimos.
`A ansiedade das famílias é grande. Pela nossa luta, esse é um marco da conquista pela permanência. Os apartamentos são ótimos e os moradores estão satisfeitos`, conta a presidente da Amach, Jecilda Mello.
Nos 16 anos anteriores a 2002, a revitalização do Centro Histórico foi traumática. Nesse período, 1.674 famílias do Pelourinho foram expulsas para que as áreas restauradas fossem transformadas em centro comercial e cultural.
Desde então, o conceito do projeto foi reformulado, com o objetivo de abrigar os antigos moradores. Eles residirão em imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Esses edifícios serão transformados em apartamentos com um, dois e três dormitórios, com áreas de 26 a 55 m2. Os recursos são do Programa Monumenta, do Ministério da Cultura, do Governo da Bahia e do Ministério das Cidades.
A recuperação do patrimônio histórico, como forma de inclusão social, é o que orienta a sétima etapa da revitalização.
Bom para morar, trabalhar e visitar
Junto com a entrega dos casarões, o governo estadual lança um conjunto de ações de curto prazo nas áreas social, de habitação, segurança pública, turismo e cultural, com a nova programação do Pelourinho.
`Queremos que o novo Pelô seja economicamente viável e socialmente justo. Um lugar bom para se morar, para freqüentar, trabalhar e para se visitar`, afirma o secretário de Cultura, Márcio Meirelles.
O diferencial do novo modelo de gestão é a busca da sustentabilidade para o Centro Antigo, calcada na parceria entre os governos federal, estadual e municipal, com a participação da iniciativa privada, das ONGs e partilhada com os moradores.
A partir dessa parceria, será elaborado o plano de médio e longo prazos para o Centro Antigo de Salvador.
Nova programação para todos
A Programação de Verão, que começa agora em outubro, foi elaborada de forma a incentivar a visita de baianos e turistas ao local, dar visibilidade às bandas musicais da capital baiana e aos projetos culturais das organizações e instituições do Centro Histórico.
A programação está dividida nos segmentos Eventos Especiais, Atividades Socioculturais, Série Ensaios do Pelô e Shows de Verão.
As atrações são variadas. As crianças podem assistir a espetáculos de circo. Os jovens têm várias opções com os shows de verão e oficinas de dança. E para a Melhor Idade, foram programadas apresentações de orquestras, oficinas de dança de salão e festivais de música.
Lei mais no site www.comunicacao.ba.gov.br
Fonte: Diário Oficial
03/10/07