01/04/2008
Início de semana com chuva e frio na capital. As temperaturas começam a cair a partir de hoje e os soteropolitanos devem aguardar uma sensação térmica de 15ºC. Na segunda-feira (31), as chuvas que atingiram a capital provocaram lentidão no trânsito, pontos de alagamentos e 40 solicitações na Defesa Civil de Salvador (Codesal). Não foram registradas ocorrências graves, mas a apreensão voltou a rondar famílias em bairros periféricos e no Centro Histórico. As chuvas continuam nesta terça-feira (1º), com o avanço da frente fria proveniente da região Sudeste em direção ao litoral baiano. Segundo o Centro Estadual de Meteorologia da Superintendência de Recursos Hídricos (Cemba/SRH), a temperatura mínima na capital deve atingir 20ºC. Mas a associação de alta umidade com as condições do vento, que devem chegar a 34km/h, provocam a sensação térmica de uma temperatura com até cinco graus a menos do que a mínima. A umidade relativa do ar é alta e varia entre 95% e 99%. Ocorrências - Além do alagamento na Rua Silveira Martins, no Cabula, a Codesal registrou ontem dez ameaças de desabamento, 11 ameaças de deslizamento, 16 deslizamentos de terra e uma ameaça de desabamento de muro no Hospital Juliano Moreira. Por conta da lentidão do tráfego na pista molhada, foram registrados congestionamentos na Ladeira de Santana e nas avenidas Vasco da Gama, Bonocô, Lafayete Coutinho (Contorno) e Waldemar Falcão (Brotas). Na Liberdade, na Rua Walson Lopes, moradores acionaram a Codesal com receio do desmoronamento de um talude. `Eles pediram a limpeza da encosta, que encaminhamos para a Limpurb, e a colocação de lonas até que seja feito um trabalho de contenção`, explicou a engenheira da Defesa Civil Hilda Rocha, que percorreu ontem quatro bairros. No Centro Histórico, na Ladeira Ramos Queiróz, moradores mostravam rachaduras nas casas e temiam o agravamento da situação. `As paredes dos cômodos estão rachando e o ladrilho, trocado há um ano, está se afastando. Acredito que o trânsito pesado na ladeira provoque esses deslocamentos`, reclamou a professora Ana Nova, 46 anos Fonte: Correio da Bahia
Por Mariana Rios
01/04/08
Por Mariana Rios
01/04/08