20/11/2008
Dez pessoas serão indiciadas pela Polícia Civil como responsáveis pelo acidente com o Airbus da TAM, em julho de 2007, o maior da história do país. O inquérito foi concluído ontem pelo delegado-titular do 15º DP, Antonio Carlos Menezes Barbosa, que preside as investigações. Segundo o delegado, serão indiciados três funcionários da Infraero (estatal que administra os aeroportos), cinco da Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, e dois funcionários da TAM, com base no laudo do Instituto de Criminalística.
As pessoas que serão indicadas são: brigadeiro José Carlos Pereira, ex-presidente da Infraero; Milton Sérgio Silveira Zuanazi, ex-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Luiz Kazumi Miyada, superintendente de infra-estrutura aeroportuária da Anac; Marcos Tarcísio Marques dos Santos, responsável pela superintendência de segurança operacional da Anac; Jorge Luiz Brito Velozo, responsável pela superintendência de segurança operacional da Anac; Denise Maria Ayres Abreu, ex-diretora da Anac; Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, diretor de segurança de vôo da TAM; Abdel Salam Abdel el Salam Rishk, ex-gerente de engenharia de operações da TAM; Agnaldo Molina Esteves, funcionário da Infraero que liberou a pista no dia do acidente; e Esdras Ramos, funcionário da Infraero.
Eles serão acusados de atentado contra a segurança de transportes aéreos. Segundo a Polícia Civil, se condenados, a pena máxima para cada um dos culpados pode chegar a seis anos de prisão.
Na noite de 17 de julho do ano passado, o Airbus que fazia o vôo 3054 da TAM tentou aterrissar no Aeroporto de Congonhas, não conseguiu e se chocou com um depósito da companhia aérea do outro lado da Avenida Washington Luís, em frente à cabeceira da pista principal do aeroporto. O acidente deixou 199 mortos.
Nos últimos 16 meses, 336 pessoas foram ouvidas, entre parentes de vítimas, controladores de vôo e aeronautas. O laudo do Instituto de Criminalística tem 656 páginas e 2.608 documentos anexados. Já o inquérito policial chega a quase 17 mil páginas. (Folhapress)
Fonte: Jornal do Brasil.
20/11/2008.
As pessoas que serão indicadas são: brigadeiro José Carlos Pereira, ex-presidente da Infraero; Milton Sérgio Silveira Zuanazi, ex-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Luiz Kazumi Miyada, superintendente de infra-estrutura aeroportuária da Anac; Marcos Tarcísio Marques dos Santos, responsável pela superintendência de segurança operacional da Anac; Jorge Luiz Brito Velozo, responsável pela superintendência de segurança operacional da Anac; Denise Maria Ayres Abreu, ex-diretora da Anac; Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, diretor de segurança de vôo da TAM; Abdel Salam Abdel el Salam Rishk, ex-gerente de engenharia de operações da TAM; Agnaldo Molina Esteves, funcionário da Infraero que liberou a pista no dia do acidente; e Esdras Ramos, funcionário da Infraero.
Eles serão acusados de atentado contra a segurança de transportes aéreos. Segundo a Polícia Civil, se condenados, a pena máxima para cada um dos culpados pode chegar a seis anos de prisão.
Na noite de 17 de julho do ano passado, o Airbus que fazia o vôo 3054 da TAM tentou aterrissar no Aeroporto de Congonhas, não conseguiu e se chocou com um depósito da companhia aérea do outro lado da Avenida Washington Luís, em frente à cabeceira da pista principal do aeroporto. O acidente deixou 199 mortos.
Nos últimos 16 meses, 336 pessoas foram ouvidas, entre parentes de vítimas, controladores de vôo e aeronautas. O laudo do Instituto de Criminalística tem 656 páginas e 2.608 documentos anexados. Já o inquérito policial chega a quase 17 mil páginas. (Folhapress)
Fonte: Jornal do Brasil.
20/11/2008.