23/04/2009
Depois de ser chamado de `o cara` pelo presidente americano, Barack Obama, Luiz Inácio Lula da Silva levou o Brasil à capa da edição latino-americana da revista `Newsweek`.
Sob o título `A superpotência astuta`, a reportagem mostra como o presidente Lula está colocando o Brasil no mapa das potências globais.
`Depois de décadas de passos em falso, o Brasil tornou-se uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região turbulenta e governada pela lei em vez de pelos caprichos de autocratas. (...) Lula preside uma superpotência astuta, diferente de todos os outros gigantes emergentes`.
A reportagem ressalta a atuação da diplomacia brasileira na América do Sul, especialmente no Haiti: `Quando as forças de paz da ONU entraram em confronto com gangues de rua no Haiti, os brasileiros não pediram mais tropas, mas Ronaldinho, Robinho e Ronaldo, que jogaram um amistoso na área em conflito.
Agora, os jovens haitianos brigam de chuteiras, não com Kalashnikovs`.
A `Newsweek` também afirma que o Brasil tornou-se uma voz para outras potências emergentes, além de minimizar a influência da Venezuela de Hugo Chávez na América do Sul. A entrada da Venezuela no Mercosul, diz, seria uma estratégia nesse sentido, pois Chávez teria de se submeter às regras de comércio do bloco.
E conclui: `Sem um manual para tornar-se uma potência global, o Brasil de Lula parece estar escrevendo o seu`.
O Globo - 23/04/2009.
Sob o título `A superpotência astuta`, a reportagem mostra como o presidente Lula está colocando o Brasil no mapa das potências globais.
`Depois de décadas de passos em falso, o Brasil tornou-se uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região turbulenta e governada pela lei em vez de pelos caprichos de autocratas. (...) Lula preside uma superpotência astuta, diferente de todos os outros gigantes emergentes`.
A reportagem ressalta a atuação da diplomacia brasileira na América do Sul, especialmente no Haiti: `Quando as forças de paz da ONU entraram em confronto com gangues de rua no Haiti, os brasileiros não pediram mais tropas, mas Ronaldinho, Robinho e Ronaldo, que jogaram um amistoso na área em conflito.
Agora, os jovens haitianos brigam de chuteiras, não com Kalashnikovs`.
A `Newsweek` também afirma que o Brasil tornou-se uma voz para outras potências emergentes, além de minimizar a influência da Venezuela de Hugo Chávez na América do Sul. A entrada da Venezuela no Mercosul, diz, seria uma estratégia nesse sentido, pois Chávez teria de se submeter às regras de comércio do bloco.
E conclui: `Sem um manual para tornar-se uma potência global, o Brasil de Lula parece estar escrevendo o seu`.
O Globo - 23/04/2009.