18/05/2007
O crescimento com sustentabilidade progressiva, a aplicação do plano diretor de desenvolvimento urbano nos municípios e um novo modelo para o turismo no estado. Estes foram os principais temas discutidos na noite de terça-feira, no debate do Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá) com os secretários estaduais de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Juliano Matos, do Turismo, Domingos Leonelli, e de Desenvolvimento Urbano, Afonso Florence.
O encontro, realizado no Instituto Social da Bahia, em Ondina, com o tema Gestão Ambiental na Bahia e a Transversalidade, serviu para avançar no diálogo com a sociedade sobre a gestão participativa e ações do governo. Abrindo o evento, o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos falou sobre os desafios em conceber um modo de governar que resulte em ações integradas.
`Precisamos ter uma visão do todo, aprendendo com a natureza e seus fenômenos`, afirmou Juliano Matos, ao defender a articulação e a densidade para o sistema de meio ambiente do Estado, que congrega a própria secretaria, três superintendências, o Centro de Recursos Ambientais (CRA) e a Companhia de Engenharia Rural da Bahia (Cerb).
Além da articulação interna, Matos disse ser imprescindível a interlocução com as demais instâncias de poder e a sociedade civil. `A revisão das leis ambientais, em andamento, já sinaliza para esse avanço`, explicou.
Ele destacou a necessidade de promover o diálogo em torno de ações efetivas, a exemplo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, e o programa Água para Todos, a ser lançado ainda neste semestre, em que todas as áreas devem atuar em conjunto, `inovando no modelo de gestão, rumo à eficácia.`
A natureza como ativo
O secretário do Turismo estabeleceu como premissa a necessidade de enxergar o setor no conjunto das relações econômicas como uma das atividades menos predatórias e com maior grau de sustentabilidade. Ele defendeu um modelo para o turismo que cultive a natureza como ativo e utilize cenários naturais e preservados e das referências históricas e culturais do povo baiano.
`Nosso interesse maior é republicanizar a estrutura de estado, seguindo a orientação do governador, para construir índices de desenvolvimento humano que possam servir de parâmetro de sustentabilidade na Bahia`, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano.
Fonte: Diário Oficial
18/05/07
O encontro, realizado no Instituto Social da Bahia, em Ondina, com o tema Gestão Ambiental na Bahia e a Transversalidade, serviu para avançar no diálogo com a sociedade sobre a gestão participativa e ações do governo. Abrindo o evento, o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos falou sobre os desafios em conceber um modo de governar que resulte em ações integradas.
`Precisamos ter uma visão do todo, aprendendo com a natureza e seus fenômenos`, afirmou Juliano Matos, ao defender a articulação e a densidade para o sistema de meio ambiente do Estado, que congrega a própria secretaria, três superintendências, o Centro de Recursos Ambientais (CRA) e a Companhia de Engenharia Rural da Bahia (Cerb).
Além da articulação interna, Matos disse ser imprescindível a interlocução com as demais instâncias de poder e a sociedade civil. `A revisão das leis ambientais, em andamento, já sinaliza para esse avanço`, explicou.
Ele destacou a necessidade de promover o diálogo em torno de ações efetivas, a exemplo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, e o programa Água para Todos, a ser lançado ainda neste semestre, em que todas as áreas devem atuar em conjunto, `inovando no modelo de gestão, rumo à eficácia.`
A natureza como ativo
O secretário do Turismo estabeleceu como premissa a necessidade de enxergar o setor no conjunto das relações econômicas como uma das atividades menos predatórias e com maior grau de sustentabilidade. Ele defendeu um modelo para o turismo que cultive a natureza como ativo e utilize cenários naturais e preservados e das referências históricas e culturais do povo baiano.
`Nosso interesse maior é republicanizar a estrutura de estado, seguindo a orientação do governador, para construir índices de desenvolvimento humano que possam servir de parâmetro de sustentabilidade na Bahia`, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano.
Fonte: Diário Oficial
18/05/07