18/06/2007
Num balanço preliminar apresentado numa coletiva na última sexta-feira, na sala de imprensa do Nordeste Invest 2007, no Pestana Bahia Hotel, Rio Vermelho, o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia, Ademi-BA, e presidente de honra do Nordeste Invest 2007, Luiz Augusto Amoedo, e o vice-presidente da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro, Adit, Roberto Carlos Monteiro Lopes, informaram que a expectativa é que a curto prazo sejam gerados para o nordeste - apenas em compra de terrenos e aplicações, R$ 2,1 bilhões.
Esses números superaram nossas expectativas. O mais importante a ser destacado é que não são dados definitivos e sim preliminares, o que pode significar que sejam bem maiores. A maioria dos empreendimentos foram realizados nas áreas de hotelaria, segunda residência, imobiliário e prédios comerciais`, destacou Roberto Carlos Monteiro Lopes.
Amoedo fez um balanço positivo da participação baiana no evento. `Encontramos apoios do governo do Estado da Bahia, governo federal, além de outros estados. A Bahia se mostrou a preferência do capital estrangeiro, até em função de possuir a maior costa litorânea`, disse. Ele ainda destacou a presença de novos mercados investindo no segmento turístico hoteleiro no estado como a Irlanda e a Inglaterra. Antes, os grandes mercados eram tradicionalmente Portugal e Espanha.
O vice-presidente da Adit, destacou a participação da entidade na OPP Live, que acontecerá em Londres, no mês de dezembro. `Trata-se de uma importante feira do mercado imobiliário internacional que tem como objetivo vender produtos de outros países para os ingleses`, diz. Outro assunto também veio à pauta: a polêmica envolvendo a questão da infra-estrutura do nordeste prejudica o desenvolvimento da região.
Questionado sobre o problema, Luiz Augusto Amoedo disse que há interesse e boa vontade do governo federal com o nordeste a partir da destinação das verbas do PAC. `A Bahia teve humildade de buscar apoio com outros estados para enfrentar este problema. O trabalho começou a ser feito e a APEX e o Ministério do Turismo estão atentos a isto` revela. Amoedo ainda disse que o nordeste enfrenta como concorrentes de peso no turismo internacional destinos como Panamá, Caribe Mexicano, República Dominicana, Sul da Flórida, Cancun, Ilha da Madeira, Cabo Verde, Grécia, Turquia, Croácia e agora os países africanos.
`Temos o clima a nosso favor. Há forte presença do sol durante o ano inteiro, e os terrenos para construção aqui são bem mais baratos que nos outros locais do mundo. O preço do metro quadrado aqui está a R$ 2,8 mil, enquanto que na Europa pode chegar a R$ 17 mil`, revela Amoedo. Ele ainda aproveitou a ocasião para dizer que apostar no turismo vale a pena e disse que o modelo de Sauípe precisa ser reestudado.
`Sauípe foi pioneiro e teve grande importância na vinda de grandes empreendimentos que vieram depois para o Estado. Em razão desse pioneirismo ele pagou um ônus, mas isso vai ser solucionado`, acredita o presidente de honra do Nordeste Invest 2007. Roberto Carlos Monteiro Lopes citou entre o interesse dos investidores em estados como Ceará, Alagoas e Rio Grande do Norte, além da Bahia, na assinatura dos protocolos de intenção durante as rodadas de negociações.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
18/06/07
Esses números superaram nossas expectativas. O mais importante a ser destacado é que não são dados definitivos e sim preliminares, o que pode significar que sejam bem maiores. A maioria dos empreendimentos foram realizados nas áreas de hotelaria, segunda residência, imobiliário e prédios comerciais`, destacou Roberto Carlos Monteiro Lopes.
Amoedo fez um balanço positivo da participação baiana no evento. `Encontramos apoios do governo do Estado da Bahia, governo federal, além de outros estados. A Bahia se mostrou a preferência do capital estrangeiro, até em função de possuir a maior costa litorânea`, disse. Ele ainda destacou a presença de novos mercados investindo no segmento turístico hoteleiro no estado como a Irlanda e a Inglaterra. Antes, os grandes mercados eram tradicionalmente Portugal e Espanha.
O vice-presidente da Adit, destacou a participação da entidade na OPP Live, que acontecerá em Londres, no mês de dezembro. `Trata-se de uma importante feira do mercado imobiliário internacional que tem como objetivo vender produtos de outros países para os ingleses`, diz. Outro assunto também veio à pauta: a polêmica envolvendo a questão da infra-estrutura do nordeste prejudica o desenvolvimento da região.
Questionado sobre o problema, Luiz Augusto Amoedo disse que há interesse e boa vontade do governo federal com o nordeste a partir da destinação das verbas do PAC. `A Bahia teve humildade de buscar apoio com outros estados para enfrentar este problema. O trabalho começou a ser feito e a APEX e o Ministério do Turismo estão atentos a isto` revela. Amoedo ainda disse que o nordeste enfrenta como concorrentes de peso no turismo internacional destinos como Panamá, Caribe Mexicano, República Dominicana, Sul da Flórida, Cancun, Ilha da Madeira, Cabo Verde, Grécia, Turquia, Croácia e agora os países africanos.
`Temos o clima a nosso favor. Há forte presença do sol durante o ano inteiro, e os terrenos para construção aqui são bem mais baratos que nos outros locais do mundo. O preço do metro quadrado aqui está a R$ 2,8 mil, enquanto que na Europa pode chegar a R$ 17 mil`, revela Amoedo. Ele ainda aproveitou a ocasião para dizer que apostar no turismo vale a pena e disse que o modelo de Sauípe precisa ser reestudado.
`Sauípe foi pioneiro e teve grande importância na vinda de grandes empreendimentos que vieram depois para o Estado. Em razão desse pioneirismo ele pagou um ônus, mas isso vai ser solucionado`, acredita o presidente de honra do Nordeste Invest 2007. Roberto Carlos Monteiro Lopes citou entre o interesse dos investidores em estados como Ceará, Alagoas e Rio Grande do Norte, além da Bahia, na assinatura dos protocolos de intenção durante as rodadas de negociações.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
18/06/07