21/06/2007
Uma estrada aberta em meio à mata que margeia a Avenida Luiz Viana Filho (próximo ao Wet`n` Wild) chamou a atenção de transeuntes, Polícia Militar Ambiental (Coppa) e imprensa na manhã de ontem. Ali está sendo edificada uma via estruturante, batizada 29 de Março, que fará ligação entre a Paralela e a BR-324, dando acesso também ao subúrbio. A obra conta com as licenças ambientais previstas, garantindo posterior recuperação ecológica, apesar do desmatamento provocado em área de proteção ambiental.
De acordo com o gerente de Planejamento e Licenciamento Ambiental da Superintendência de Meio Ambiente (SMA) de Salvador, Luiz Antunes Nery, o projeto da rodovia já consta no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano da capital há cerca de 20 anos. Saiu do papel desde a gestão passada, concretizando-se nesta, através de um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado entre a prefeitura e a Construtora NM Ltda. - que está financiando a construção e é responsável pelas obras do condomínio Alphaville II, que será beneficiado. Localizado nas imediações, o conjunto terá acesso pela Paralela, pela Estrada Velha do Aeroporto e pela futura 29 de Março.
Além da Construtora NM, o terreno cortado pela estrada é propriedade também da empresa Patrimonial Volga, vinculada à Tec Inco. De acordo com o advogado Artur Tanuri, a Volga entra como parceira contratual, cedendo um trecho de 800 m de comprimento, mais 200 m paralelos à Av. Paralela, para construção da via.
O TAC prevê toda a posterior recomposição ambiental do que foi devastado. `Vamos desenvolver com responsabilidade`, garante Tanuri, em nome das empresas.
`Infelizmente, eles obtiveram todas as licenças ambientais exigidas, por parte do Estado e do município`, lamenta o major da Coppa, Claudecy Vieira, que ontem esteve no local para verificar o desmatamento, informado por meio de denúncia ao 190. A construtora conta com um biólogo e um veterinário na área para catalogar e garantir a proteção da vegetação, dos animais e do rio que perpassam o terreno.
Fonte: Jornal A Tarde
LUISA TORREÃO
luisat@atarde.com.br
Em 21/06/2007.
De acordo com o gerente de Planejamento e Licenciamento Ambiental da Superintendência de Meio Ambiente (SMA) de Salvador, Luiz Antunes Nery, o projeto da rodovia já consta no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano da capital há cerca de 20 anos. Saiu do papel desde a gestão passada, concretizando-se nesta, através de um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado entre a prefeitura e a Construtora NM Ltda. - que está financiando a construção e é responsável pelas obras do condomínio Alphaville II, que será beneficiado. Localizado nas imediações, o conjunto terá acesso pela Paralela, pela Estrada Velha do Aeroporto e pela futura 29 de Março.
Além da Construtora NM, o terreno cortado pela estrada é propriedade também da empresa Patrimonial Volga, vinculada à Tec Inco. De acordo com o advogado Artur Tanuri, a Volga entra como parceira contratual, cedendo um trecho de 800 m de comprimento, mais 200 m paralelos à Av. Paralela, para construção da via.
O TAC prevê toda a posterior recomposição ambiental do que foi devastado. `Vamos desenvolver com responsabilidade`, garante Tanuri, em nome das empresas.
`Infelizmente, eles obtiveram todas as licenças ambientais exigidas, por parte do Estado e do município`, lamenta o major da Coppa, Claudecy Vieira, que ontem esteve no local para verificar o desmatamento, informado por meio de denúncia ao 190. A construtora conta com um biólogo e um veterinário na área para catalogar e garantir a proteção da vegetação, dos animais e do rio que perpassam o terreno.
Fonte: Jornal A Tarde
LUISA TORREÃO
luisat@atarde.com.br
Em 21/06/2007.