03/08/2007
Diante da extensão das ações a serem implementadas com os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)/Saneamento e da necessidade de interlocução constante com os diversos setores envolvidos no processo, a Embasa montou uma estrutura específica - ligada diretamente à presidência da empresa e composta por representantes de todas as diretorias - para comandar as intervenções.
`O objetivo é superar com rapidez os entraves burocráticos para, nos próximos três anos e meio, executarmos as obras de saneamento que somam recursos de R$ 755 milhões`, diz o presidente da empresa, Abelardo Oliveira.
Para tratar das intervenções do programa de saneamento, a Embasa está estabelecendo este canal de diálogo e vai interagir permanentemente com o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal.
O diálogo será intensificado também com as prefeituras onde serão executadas as obras e com os diversos setores do Governo do Estado envolvidos no plano, como a Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedur), o CRA, a Casa Civil e a Conder.
O presidente está agendando reuniões com todas as prefeituras beneficiadas para tratar das obras que serão executadas pela Embasa em cada município. `Com exceção de Itabuna e Juazeiro, a Embasa vai gerenciar diretamente as obras e os recursos do Orçamento Geral da União e do FGTS da Caixa, assumindo totalmente a contrapartida do Estado`, explicou Oliveira.
Ele já apresentou, inclusive, os projetos selecionados à Caixa - órgão financiador de parte dos recursos.
Para enfrentar a nova realidade, Oliveira definiu ajustes na estrutura interna da Embasa e medidas para agilizar a execução das obras do PAC, que envolve a preparação e lançamento de editais, checagem final dos orçamentos e ajustes necessários aos projetos.
Fonte: Diário Oficial
03/08/07
`O objetivo é superar com rapidez os entraves burocráticos para, nos próximos três anos e meio, executarmos as obras de saneamento que somam recursos de R$ 755 milhões`, diz o presidente da empresa, Abelardo Oliveira.
Para tratar das intervenções do programa de saneamento, a Embasa está estabelecendo este canal de diálogo e vai interagir permanentemente com o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal.
O diálogo será intensificado também com as prefeituras onde serão executadas as obras e com os diversos setores do Governo do Estado envolvidos no plano, como a Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedur), o CRA, a Casa Civil e a Conder.
O presidente está agendando reuniões com todas as prefeituras beneficiadas para tratar das obras que serão executadas pela Embasa em cada município. `Com exceção de Itabuna e Juazeiro, a Embasa vai gerenciar diretamente as obras e os recursos do Orçamento Geral da União e do FGTS da Caixa, assumindo totalmente a contrapartida do Estado`, explicou Oliveira.
Ele já apresentou, inclusive, os projetos selecionados à Caixa - órgão financiador de parte dos recursos.
Para enfrentar a nova realidade, Oliveira definiu ajustes na estrutura interna da Embasa e medidas para agilizar a execução das obras do PAC, que envolve a preparação e lançamento de editais, checagem final dos orçamentos e ajustes necessários aos projetos.
Fonte: Diário Oficial
03/08/07