02/10/2007
A Bahia receberá R$ 13,6 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia para executar o primeiro passo do Parque Tecnológico. Até então, o projeto existe apenas no papel, e isso há pelo menos seis anos.
Este será o primeiro aporte de recursos expressivos para tornar a idéia - que surgiu no âmbito do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) - em uma proposta real para alavancar o desenvolvimento tecnológico.
O parque focará três grandes áreas: energia e meio ambiente (biocombustível, energias alternativas, entre outros); tecnologia da informação e comunicação (desenvolvimento de software, por exemplo) e biotecnologia (como biofármacos). A idéia é reunir governo, institutos de pesquisa e empresas em uma mesma área, com 500 mil metros quadrados.
Como contrapartida pelos R$ 13,6 milhões, o governo da Bahia alocará R$ 1,4 milhão. Este volume de R$ 15 milhões é suficiente para garantir as obras de infra-estrutura, calcula o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Ildes Ferreira. O anúncio dos recursos foi feito, ontem, em Salvador, pelo ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende.
O secretário Ildes Ferreira garante que não haverá mais demoras. Diz que já solicitou a elaboração de edital para licitação de empresas interessadas em executar as obras de infra-estrutura e espera contratá-la, no máximo, na primeira quinzena de dezembro. Em seis meses, as obras deverão estar concluídas, diz o secretário.
Após a conclusão desta etapa, o governo estadual irá requerer R$ 15,4 milhões - já previstos também no orçamento da União para as obras de edificação central, a chamada tecnovia, que abrigará os órgãos do governo e institutos de pesquisa. Já as empresas arcarão com os custos de instalação de seus projetos. `Algumas já sinalizaram interesse, mas ainda estamos em fase de negociação`, diz o secretário, sem revelar nomes.
Nos próximos quatro anos, o secretário estima que o Parque Tecnológico já terá gerado cinco mil empregos diretos. `Mas a conclusão de 100% do parque só ocorrerá em 15 anos, que é o tempo médio para consolidação de projetos semelhantes em países em desenvolvimento`, conta.
`O Parque Tecnológico é uma forma de estimular as empresas inovadoras, que fazem produtos novos e ganham mercado em todo o mundo. Dependendo na natureza do parque, ele pode atrair empresas locais, nacionais e estrangeiras`, comentou o ministro Sérgio Rezende.
Para o superintendente do IEL, Armando Costa Neto, o Parque Tecnológico será um `habitat de inovação`, com capacidade para alavancar a indústria tecnológica e gerar empregos qualificados.
Fonte: Jornal A Tarde
02/10/07
Este será o primeiro aporte de recursos expressivos para tornar a idéia - que surgiu no âmbito do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) - em uma proposta real para alavancar o desenvolvimento tecnológico.
O parque focará três grandes áreas: energia e meio ambiente (biocombustível, energias alternativas, entre outros); tecnologia da informação e comunicação (desenvolvimento de software, por exemplo) e biotecnologia (como biofármacos). A idéia é reunir governo, institutos de pesquisa e empresas em uma mesma área, com 500 mil metros quadrados.
Como contrapartida pelos R$ 13,6 milhões, o governo da Bahia alocará R$ 1,4 milhão. Este volume de R$ 15 milhões é suficiente para garantir as obras de infra-estrutura, calcula o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Ildes Ferreira. O anúncio dos recursos foi feito, ontem, em Salvador, pelo ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende.
O secretário Ildes Ferreira garante que não haverá mais demoras. Diz que já solicitou a elaboração de edital para licitação de empresas interessadas em executar as obras de infra-estrutura e espera contratá-la, no máximo, na primeira quinzena de dezembro. Em seis meses, as obras deverão estar concluídas, diz o secretário.
Após a conclusão desta etapa, o governo estadual irá requerer R$ 15,4 milhões - já previstos também no orçamento da União para as obras de edificação central, a chamada tecnovia, que abrigará os órgãos do governo e institutos de pesquisa. Já as empresas arcarão com os custos de instalação de seus projetos. `Algumas já sinalizaram interesse, mas ainda estamos em fase de negociação`, diz o secretário, sem revelar nomes.
Nos próximos quatro anos, o secretário estima que o Parque Tecnológico já terá gerado cinco mil empregos diretos. `Mas a conclusão de 100% do parque só ocorrerá em 15 anos, que é o tempo médio para consolidação de projetos semelhantes em países em desenvolvimento`, conta.
`O Parque Tecnológico é uma forma de estimular as empresas inovadoras, que fazem produtos novos e ganham mercado em todo o mundo. Dependendo na natureza do parque, ele pode atrair empresas locais, nacionais e estrangeiras`, comentou o ministro Sérgio Rezende.
Para o superintendente do IEL, Armando Costa Neto, o Parque Tecnológico será um `habitat de inovação`, com capacidade para alavancar a indústria tecnológica e gerar empregos qualificados.
Fonte: Jornal A Tarde
02/10/07