10/04/2008
Maior iniciativa pública de inclusão sociodigital do Brasil, o programa Cidadania Digital, do governo da Bahia, terá seu modelo, baseado na implantação de centros digitais de cidadania (CDCs), adotado pelo governo do Pará. Para viabilizar a medida, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (Secti) e a Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará (Sedect) assinaram um acordo de cooperação técnica.
O acordo permite que os governos da Bahia e do Pará compartilhem de tecnologias da informação e comunicação (TICs), `como forma de integração entre as ações governamentais de inclusão sociodigital, para implantação de centros digitais, visando promover a capacitação da comunidade não incluída no uso da TIC e fomentar a criação de conteúdos informacionais por parte da comunidade local, bem como facilitar o acesso à internet e aos serviços e informações do governo do Pará`. Nos moldes do Cidadania Digital, o programa do Pará se chamará NavegaPará.
O governo da Bahia vai disponibilizar o material utilizado na capacitação dos CDCs, capacitar a população para multiplicar o conhecimento entre os cidadãos, a partir da experiência dos núcleos de gestão colaborativa (Nugecs), gerenciar o funcionamento dos centros e dividir novas TICs para implantação dessas unidades. A vigência do acordo será de dois anos. Entre suas ações, o programa de inclusão sociodigital do Pará prevê a implantação de infovias, cidade digital, telecentros e infocentros.
Assinaram o acordo os secretários estaduais de C&T da Bahia e do Pará, Ildes Ferreira e Murilo de Abreu Monteiro, respectivamente, além do presidente da Empresa de Processamento de Dados do Pará (Prodepa), Carlos Renato Lisboa Francês. Segundo Ferreira, o acordo entre os dois estados vem confirmar que a Bahia está trilhando o caminho certo para deixar o incômodo 20º lugar no ranking da exclusão digital no Brasil.
Estrutura para deficientes físicos O Programa de Inclusão Sociodigital conta hoje com uma rede de 364 CDCs, espaços equipados com computadores conectados à internet através de banda larga e dotados de softwares livres. Seu principal objetivo é a promoção da inclusão social da população baiana, por meio do acesso a novas tecnologias e aos serviços públicos, da formação profissional e cidadã e da mobilização social.
Todos os CDCs possuem estrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência física. Até o fim do ano, o número de centros será triplicado, ultrapassando mais de mil unidades em todo o estado.
Fonte: Agecom
10.04.08
O acordo permite que os governos da Bahia e do Pará compartilhem de tecnologias da informação e comunicação (TICs), `como forma de integração entre as ações governamentais de inclusão sociodigital, para implantação de centros digitais, visando promover a capacitação da comunidade não incluída no uso da TIC e fomentar a criação de conteúdos informacionais por parte da comunidade local, bem como facilitar o acesso à internet e aos serviços e informações do governo do Pará`. Nos moldes do Cidadania Digital, o programa do Pará se chamará NavegaPará.
O governo da Bahia vai disponibilizar o material utilizado na capacitação dos CDCs, capacitar a população para multiplicar o conhecimento entre os cidadãos, a partir da experiência dos núcleos de gestão colaborativa (Nugecs), gerenciar o funcionamento dos centros e dividir novas TICs para implantação dessas unidades. A vigência do acordo será de dois anos. Entre suas ações, o programa de inclusão sociodigital do Pará prevê a implantação de infovias, cidade digital, telecentros e infocentros.
Assinaram o acordo os secretários estaduais de C&T da Bahia e do Pará, Ildes Ferreira e Murilo de Abreu Monteiro, respectivamente, além do presidente da Empresa de Processamento de Dados do Pará (Prodepa), Carlos Renato Lisboa Francês. Segundo Ferreira, o acordo entre os dois estados vem confirmar que a Bahia está trilhando o caminho certo para deixar o incômodo 20º lugar no ranking da exclusão digital no Brasil.
Estrutura para deficientes físicos O Programa de Inclusão Sociodigital conta hoje com uma rede de 364 CDCs, espaços equipados com computadores conectados à internet através de banda larga e dotados de softwares livres. Seu principal objetivo é a promoção da inclusão social da população baiana, por meio do acesso a novas tecnologias e aos serviços públicos, da formação profissional e cidadã e da mobilização social.
Todos os CDCs possuem estrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência física. Até o fim do ano, o número de centros será triplicado, ultrapassando mais de mil unidades em todo o estado.
Fonte: Agecom
10.04.08