28/07/2008
Às 14h desta terça-feira (29), no auditório Iemanjá, do Centro de Convenções, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, entregará certificados de conclusão de curso a alunos do Topa - Programa Todos pela Alfabetização, criado pelo Governo do Estado, em parceria com o Ministério da Educação, tendo como meta alfabetizar um milhão de pessoas jovens, adultos e idosos até 2010.
Neste primeiro ano de programa, o governo assegurou o direito de ler e escrever a mais de 171 mil pessoas, quase o dobro do previsto em 2007, que era de 100 mil pessoas. A cerimônia contará com a participação dos ministros da Educação, Fernando Haddad, da Casa Civil, Dilma Roussef, de Minas e Energia, Edison Lobão, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Além do governador Jaques Wagner e do secretário estadual da Educação, Adeum Sauer.
Durante o evento serão anunciados os nomes dos vencedores da primeira edição do Prêmio Cosme de Farias, que reconhecerão aqueles que mais se destacaram no programa. O Comitê do Topa escolheu os três primeiros colocados de cada uma das cinco categorias - Município (R$ 40 mil), Entidade da Sociedade Civil (R$ 20 mil), Alfabetizador (R$ 10 mil), Coordenador de Turma (R$ 5 mil) e Tradutor-intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (R$ 5 mil).
O Topa atende a pessoas com 15 anos ou mais, jovens, adultas e idosas que não tiveram acesso à escola. O programa trabalha com a alfabetização sob a perspectiva de que este é um direito do cidadão que não prescreve com a idade. Com o objetivo de dar uma vida mais digna e um futuro melhor para os baianos de todo o estado, já beneficiou mais de 171 mil pessoas, em 364 municípios e 170 entidades dos movimentos sociais e sindicais, universidades públicas e privadas, em toda a Bahia.
Para este ano, o desafio do governo é alfabetizar outras 300 mil pessoas e assegurar que, pelo menos, 60% dos egressos do Topa dêem continuidade aos estudos. A previsão é a ampliar a meta inicial do programa, contando com a mobilização de instituições de todo o estado e fortalecendo o diálogo com representantes da sociedade. O Governo da Bahia espera continuar a construir uma proposta de ensino diferenciada, utilizando a educação como inclusão social e trabalhando ativamente na redução do analfabetismo e da pobreza na Bahia.
Fonte: Agecom
28/07/08
Neste primeiro ano de programa, o governo assegurou o direito de ler e escrever a mais de 171 mil pessoas, quase o dobro do previsto em 2007, que era de 100 mil pessoas. A cerimônia contará com a participação dos ministros da Educação, Fernando Haddad, da Casa Civil, Dilma Roussef, de Minas e Energia, Edison Lobão, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Além do governador Jaques Wagner e do secretário estadual da Educação, Adeum Sauer.
Durante o evento serão anunciados os nomes dos vencedores da primeira edição do Prêmio Cosme de Farias, que reconhecerão aqueles que mais se destacaram no programa. O Comitê do Topa escolheu os três primeiros colocados de cada uma das cinco categorias - Município (R$ 40 mil), Entidade da Sociedade Civil (R$ 20 mil), Alfabetizador (R$ 10 mil), Coordenador de Turma (R$ 5 mil) e Tradutor-intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (R$ 5 mil).
O Topa atende a pessoas com 15 anos ou mais, jovens, adultas e idosas que não tiveram acesso à escola. O programa trabalha com a alfabetização sob a perspectiva de que este é um direito do cidadão que não prescreve com a idade. Com o objetivo de dar uma vida mais digna e um futuro melhor para os baianos de todo o estado, já beneficiou mais de 171 mil pessoas, em 364 municípios e 170 entidades dos movimentos sociais e sindicais, universidades públicas e privadas, em toda a Bahia.
Para este ano, o desafio do governo é alfabetizar outras 300 mil pessoas e assegurar que, pelo menos, 60% dos egressos do Topa dêem continuidade aos estudos. A previsão é a ampliar a meta inicial do programa, contando com a mobilização de instituições de todo o estado e fortalecendo o diálogo com representantes da sociedade. O Governo da Bahia espera continuar a construir uma proposta de ensino diferenciada, utilizando a educação como inclusão social e trabalhando ativamente na redução do analfabetismo e da pobreza na Bahia.
Fonte: Agecom
28/07/08