24/01/2012
Na abertura da Cúpula Mundial Sobre o Futuro Energético da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, o setor energético brasileiro foi destaque. O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que o País `é um exemplo para os demais países`.
Segundo o secretário, o Brasil acerta `ao adotar uma politica energética voltada para a produção de energias renováveis e para o encontro de soluções que garantam o acesso a energia elétrica às populações mais pobres`. Além do Brasil, o secretário citou a Índia e a China entre os países comprometidos com a sustentabilidade e a universalização dos serviços de energia - temas que dominam as discussões do evento.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que participou da cúpula, disse que o País pode contribuir com o esforço da ONU na defesa do uso de fontes limpas `com a disponibilização de tecnologias relacionadas ao desenvolvimento sustentável de bionergia e hidroeletricidade, à eficiência energética e ao Programa Luz para Todos``.
O ministro brasileiro elogiou a ‘`verdadeira guerra contra a pobreza, que inclui a exclusão elétrica de 1,3 bilhão de pessoas no mundo, e a favor das energias limpas``. Afirmou ainda que o Brasil antecipou-se nessa luta desde os anos 70, quando criou pioneiramente o seu programa de biocombustíveis, e, mais recentemente, o Luz Para Todos.
O modelo de produção de energias limpas e renováveis também foi citado como `exemplo` pelo diretor geral da Unido, Kandeh Yunkella, responsável pela organização da reunião do Grupo de Alto Nível de Energia Sustentável para Todos - do qual Lobão é membro. Yumkella afirmou que `o Brasil é um exemplo a ser seguido por dispor de uma matriz elétrica com mais de 80% de energias renováveis, por ser um líder na produção de biocombustíveis e por haver implementado com êxito o Luz Para Todos.`
Mais de cem países estão representados nesse encontro, organizado pela ONU com o objetivo de avaliar o futuro da energia no mundo. Além de lideranças governamentais, participam representantes da indústria de energia e do mundo financeiro e acadêmico.
FONTE: Jornal da Energia
Segundo o secretário, o Brasil acerta `ao adotar uma politica energética voltada para a produção de energias renováveis e para o encontro de soluções que garantam o acesso a energia elétrica às populações mais pobres`. Além do Brasil, o secretário citou a Índia e a China entre os países comprometidos com a sustentabilidade e a universalização dos serviços de energia - temas que dominam as discussões do evento.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que participou da cúpula, disse que o País pode contribuir com o esforço da ONU na defesa do uso de fontes limpas `com a disponibilização de tecnologias relacionadas ao desenvolvimento sustentável de bionergia e hidroeletricidade, à eficiência energética e ao Programa Luz para Todos``.
O ministro brasileiro elogiou a ‘`verdadeira guerra contra a pobreza, que inclui a exclusão elétrica de 1,3 bilhão de pessoas no mundo, e a favor das energias limpas``. Afirmou ainda que o Brasil antecipou-se nessa luta desde os anos 70, quando criou pioneiramente o seu programa de biocombustíveis, e, mais recentemente, o Luz Para Todos.
O modelo de produção de energias limpas e renováveis também foi citado como `exemplo` pelo diretor geral da Unido, Kandeh Yunkella, responsável pela organização da reunião do Grupo de Alto Nível de Energia Sustentável para Todos - do qual Lobão é membro. Yumkella afirmou que `o Brasil é um exemplo a ser seguido por dispor de uma matriz elétrica com mais de 80% de energias renováveis, por ser um líder na produção de biocombustíveis e por haver implementado com êxito o Luz Para Todos.`
Mais de cem países estão representados nesse encontro, organizado pela ONU com o objetivo de avaliar o futuro da energia no mundo. Além de lideranças governamentais, participam representantes da indústria de energia e do mundo financeiro e acadêmico.
FONTE: Jornal da Energia