08/04/2009
O fim do impacto do reajuste dos custos de educação levou a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março para o menor nível desde setembro de 2007, exatamente em linha com o esperado pelo mercado.
O indicador avançou 0,20% em março, ante alta de 0,55% em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 8. Analistas consultados pela Reuters esperavam avanço de 0,20%.
`De fevereiro para março, o grupo Educação foi o responsável pela desaceleração do IPCA já que os efeitos da alta sazonal verificados no início do ano foram absorvidos no índice anterior`, afirmou o IBGE em nota.
O grupo Educação teve queda de preços de 0,37% em março, depois de subir 4,77% em fevereiro. Os preços de mensalidades e materiais escolares são reajustados no início do ano letivo, impactando o IPCA em fevereiro.
Os produtos alimentícios também desaceleraram a alta no IPCA de 0,63% em fevereiro para 0,17% em março. Apesar da perda de ritmo nos reajustes desse grupo de produtos, o maior impacto de alta no IPCA de março ficou com o item frutas, com variação de 5,89% e contribuição de 0,05 ponto porcentual no IPCA do mês.
Além disso, os custos de Transporte passaram para o negativo, com queda de 0,07% em março ante alta de 0,24% em fevereiro. `Nos Transportes, vários itens se destacaram pelas variações mais baixas: tarifas de ônibus urbanos, ônibus intermunicipais e álcool combustível`, acrescentou o IBGE.
Já os preços de Vestuário fizeram o movimento oposto, passando para alta de 0,70% em março ante queda de 0,24% em fevereiro. No ano, o IPCA acumula alta de 1,23% e nos últimos 12 meses, de 5,61%.
Baixa renda
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para a camada da população de renda mais baixa (de um a seis salários mínimos) ficou em 0,20% em março, ante 0,31% em fevereiro. No primeiro trimestre do ano, o índice acumulou alta de 1,15% e em 12 meses, de 5,92%.
Fonte: Reuters e Agência Estado
Em 8/8/2009.
O indicador avançou 0,20% em março, ante alta de 0,55% em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 8. Analistas consultados pela Reuters esperavam avanço de 0,20%.
`De fevereiro para março, o grupo Educação foi o responsável pela desaceleração do IPCA já que os efeitos da alta sazonal verificados no início do ano foram absorvidos no índice anterior`, afirmou o IBGE em nota.
O grupo Educação teve queda de preços de 0,37% em março, depois de subir 4,77% em fevereiro. Os preços de mensalidades e materiais escolares são reajustados no início do ano letivo, impactando o IPCA em fevereiro.
Os produtos alimentícios também desaceleraram a alta no IPCA de 0,63% em fevereiro para 0,17% em março. Apesar da perda de ritmo nos reajustes desse grupo de produtos, o maior impacto de alta no IPCA de março ficou com o item frutas, com variação de 5,89% e contribuição de 0,05 ponto porcentual no IPCA do mês.
Além disso, os custos de Transporte passaram para o negativo, com queda de 0,07% em março ante alta de 0,24% em fevereiro. `Nos Transportes, vários itens se destacaram pelas variações mais baixas: tarifas de ônibus urbanos, ônibus intermunicipais e álcool combustível`, acrescentou o IBGE.
Já os preços de Vestuário fizeram o movimento oposto, passando para alta de 0,70% em março ante queda de 0,24% em fevereiro. No ano, o IPCA acumula alta de 1,23% e nos últimos 12 meses, de 5,61%.
Baixa renda
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para a camada da população de renda mais baixa (de um a seis salários mínimos) ficou em 0,20% em março, ante 0,31% em fevereiro. No primeiro trimestre do ano, o índice acumulou alta de 1,15% e em 12 meses, de 5,92%.
Fonte: Reuters e Agência Estado
Em 8/8/2009.