23/03/2010
Foi adiada para o dia 14 de abril a abertura das propostas da licitação para a privatização das rodovias BA-093, BA-526 (CIA/Aeroporto), BA-524 (Canal de Tráfego) e Via Parafuso. O motivo, segundo o assessor especial do Derba e presidente da Comissão de Outorga, Rafael Oliveira, está relacionado ao grande número de pedidos de interessados em participar da concorrência.
`Por causa dos estudos que ainda estão sendo realizados nas áreas onde os pedágios serão construídos, eles argumentaram que o volume de tráfego desta época do ano, quando muitos ainda estão de férias, causaria um impacto diferente nos estudos e nós acatamos`, explica.
De acordo com o presidente da Comissão, cinco braços de pedágio serão abertos para garantir melhores condições de tráfego e segurança nos seguintes pontos: BA-093, nos dois sentidos, antes de Simões Filho e próximo a Pojuca; BA-526, antes da rótula do Ceasa; BA-524, saindo do Polo Petroquímico de Camaçari, sentido Porto de Aratu; e Via Parafuso, sentido Salvador, antes do posto da Polícia Rodoviária Federal.
O valor estimado das obras é de R$ 805 milhões e, segundo Oliveira, pode chegar a R$ 1 bilhão. Ele detalha que a primeira via a ser duplicada, no prazo de seis meses contados a partir da data de contratação com a empresa vencedora, será a BA-526, seguida pela Via Parafuso e BA-093. `No período de cinco anos, todas as vias serão duplicadas`, afirma.
A cobrança do pedágio tem o valor máximo estabelecido em R$ 3,35. `Não serão pagos dois pedágios. Somente um em qualquer situação. O motorista que já tenha efetuado pagamento em determinado trecho recebe um ticket que libera a passagem do veículo por uma via lateral`, esclarece.
Para o assessor especial do Derba, a privatização das estradas é a única maneira de garantir a manutenção das rodovias. Ele admite que a União e o Estado não têm recursos para manter a malha viária. `A solução é a concessão. Em trechos onde há volume de tráfego, esta medida é a ideal`, enfatiza.
Segundo Oliveira, pesquisas realizadas com quem trafega pelas vias apontam uma aprovação de 70% à instalação de pedágios. `Passamos um ano e meio ouvindo os usuários e eles deram parecer favorável desde que tenham segurança`, lembra.
Prefeito de Camaçari quer vias alternativas
No caminho dos pedágios está um dos municípios economicamente mais importantes do país: Camaçari. Cidade em franco desenvolvimento, além do maior complexo automotivo integrado da América do Sul, comporta também um polo petroquímico com 60 empresas. Com a instituição do direito de passagem mediante pagamento de taxa, a região deve ficar cercada de rodovias privatizadas.
Para o prefeito Luiz Caetano, faixas de boas-vindas somente serão estendidas se as instalações estiverem de acordo com as determinações da lei. `Não temos como princípio ser contrários à privatização, mas sim contra possíveis formas de as instalações serem feitas. Por exemplo, o município não pode ser dividido ao meio. Em qualquer lugar do mundo, os pedágios são colocados nos limites entre as cidades`, argumenta.
Revela o gestor municipal o motivo de sua principal luta: `A lei obriga que toda estrada pedagiada tem que ter vias alternativas para quem não pode pagar ou não quer. Em casos onde o pedágio é instalado dentro da cidade, é o mesmo que você ter de pagar para se locomover de um cômodo a outro dentro da própria casa`, compara.
Acompanha a linha de pensamento do prefeito a vereadora Luiza Maia, presidente da Câmara Municipal de Camaçari, e acrescenta: `Queremos audiências públicas com o governo do Estado, secretarias da Fazenda, de Infraestrutura e Planejamento, pois as comunidades precisam estar engajadas nestes processos`.
Mas, segundo Rafael Oliveira, os contratos dessas concessões seguem parâmetros estabelecidos pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). `Podem até existir vias alternativas, mas o edital prevê bloqueio para essas pistas ou a instalação de um módulo de cobrança, caso elas sejam abertas após a construção do pedágio.
A lei determina que não sejam bloqueadas vias que já existam`, expõe o presidente da Comissão de Outorga. Ele ressalta que todo o processo tem sido feito de forma transparente e é assessorado pelo BNDES e pelo Banco Mundial.
Repórter: Elielson Barsan.
Fonte: Tribuna da Bahia Em 23/03/2010.
Abertura das propostas da licitação para a privatização das rodovias BA-093, BA-526 (CIA/Aeroporto), BA-524 (Canal de Tráfego) e Via Parafuso foi adiada para o dia 14 de abril Foi adiada para o dia 14 de abril a abertura das propostas da licitação para a privatização das rodovias BA-093, BA-526 (CIA/Aeroporto), BA-524 (Canal de Tráfego) e Via Parafuso. O motivo, segundo o assessor especial do Derba e presidente da Comissão de Outorga, Rafael Oliveira, está relacionado ao grande número de pedidos de interessados em participar da concorrência.
`Por causa dos estudos que ainda estão sendo realizados nas áreas onde os pedágios serão construídos, eles argumentaram que o volume de tráfego desta época do ano, quando muitos ainda estão de férias, causaria um impacto diferente nos estudos e nós acatamos`, explica.
De acordo com o presidente da Comissão, cinco braços de pedágio serão abertos para garantir melhores condições de tráfego e segurança nos seguintes pontos: BA-093, nos dois sentidos, antes de Simões Filho e próximo a Pojuca; BA-526, antes da rótula do Ceasa; BA-524, saindo do Polo Petroquímico de Camaçari, sentido Porto de Aratu; e Via Parafuso, sentido Salvador, antes do posto da Polícia Rodoviária Federal.
O valor estimado das obras é de R$ 805 milhões e, segundo Oliveira, pode chegar a R$ 1 bilhão. Ele detalha que a primeira via a ser duplicada, no prazo de seis meses contados a partir da data de contratação com a empresa vencedora, será a BA-526, seguida pela Via Parafuso e BA-093. `No período de cinco anos, todas as vias serão duplicadas`, afirma.
A cobrança do pedágio tem o valor máximo estabelecido em R$ 3,35. `Não serão pagos dois pedágios. Somente um em qualquer situação. O motorista que já tenha efetuado pagamento em determinado trecho recebe um ticket que libera a passagem do veículo por uma via lateral`, esclarece.
Para o assessor especial do Derba, a privatização das estradas é a única maneira de garantir a manutenção das rodovias. Ele admite que a União e o Estado não têm recursos para manter a malha viária. `A solução é a concessão. Em trechos onde há volume de tráfego, esta medida é a ideal`, enfatiza.
Segundo Oliveira, pesquisas realizadas com quem trafega pelas vias apontam uma aprovação de 70% à instalação de pedágios. `Passamos um ano e meio ouvindo os usuários e eles deram parecer favorável desde que tenham segurança`, lembra.
Prefeito de Camaçari quer vias alternativas
No caminho dos pedágios está um dos municípios economicamente mais importantes do país: Camaçari. Cidade em franco desenvolvimento, além do maior complexo automotivo integrado da América do Sul, comporta também um polo petroquímico com 60 empresas. Com a instituição do direito de passagem mediante pagamento de taxa, a região deve ficar cercada de rodovias privatizadas.
Para o prefeito Luiz Caetano, faixas de boas-vindas somente serão estendidas se as instalações estiverem de acordo com as determinações da lei. `Não temos como princípio ser contrários à privatização, mas sim contra possíveis formas de as instalações serem feitas. Por exemplo, o município não pode ser dividido ao meio. Em qualquer lugar do mundo, os pedágios são colocados nos limites entre as cidades`, argumenta.
Revela o gestor municipal o motivo de sua principal luta: `A lei obriga que toda estrada pedagiada tem que ter vias alternativas para quem não pode pagar ou não quer. Em casos onde o pedágio é instalado dentro da cidade, é o mesmo que você ter de pagar para se locomover de um cômodo a outro dentro da própria casa`, compara.
Acompanha a linha de pensamento do prefeito a vereadora Luiza Maia, presidente da Câmara Municipal de Camaçari, e acrescenta: `Queremos audiências públicas com o governo do Estado, secretarias da Fazenda, de Infraestrutura e Planejamento, pois as comunidades precisam estar engajadas nestes processos`.
Mas, segundo Rafael Oliveira, os contratos dessas concessões seguem parâmetros estabelecidos pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). `Podem até existir vias alternativas, mas o edital prevê bloqueio para essas pistas ou a instalação de um módulo de cobrança, caso elas sejam abertas após a construção do pedágio.
A lei determina que não sejam bloqueadas vias que já existam`, expõe o presidente da Comissão de Outorga. Ele ressalta que todo o processo tem sido feito de forma transparente e é assessorado pelo BNDES e pelo Banco Mundial.
Repórter: Elielson Barsan.
Fonte: Tribuna da Bahia Em 23/03/2010.
`Por causa dos estudos que ainda estão sendo realizados nas áreas onde os pedágios serão construídos, eles argumentaram que o volume de tráfego desta época do ano, quando muitos ainda estão de férias, causaria um impacto diferente nos estudos e nós acatamos`, explica.
De acordo com o presidente da Comissão, cinco braços de pedágio serão abertos para garantir melhores condições de tráfego e segurança nos seguintes pontos: BA-093, nos dois sentidos, antes de Simões Filho e próximo a Pojuca; BA-526, antes da rótula do Ceasa; BA-524, saindo do Polo Petroquímico de Camaçari, sentido Porto de Aratu; e Via Parafuso, sentido Salvador, antes do posto da Polícia Rodoviária Federal.
O valor estimado das obras é de R$ 805 milhões e, segundo Oliveira, pode chegar a R$ 1 bilhão. Ele detalha que a primeira via a ser duplicada, no prazo de seis meses contados a partir da data de contratação com a empresa vencedora, será a BA-526, seguida pela Via Parafuso e BA-093. `No período de cinco anos, todas as vias serão duplicadas`, afirma.
A cobrança do pedágio tem o valor máximo estabelecido em R$ 3,35. `Não serão pagos dois pedágios. Somente um em qualquer situação. O motorista que já tenha efetuado pagamento em determinado trecho recebe um ticket que libera a passagem do veículo por uma via lateral`, esclarece.
Para o assessor especial do Derba, a privatização das estradas é a única maneira de garantir a manutenção das rodovias. Ele admite que a União e o Estado não têm recursos para manter a malha viária. `A solução é a concessão. Em trechos onde há volume de tráfego, esta medida é a ideal`, enfatiza.
Segundo Oliveira, pesquisas realizadas com quem trafega pelas vias apontam uma aprovação de 70% à instalação de pedágios. `Passamos um ano e meio ouvindo os usuários e eles deram parecer favorável desde que tenham segurança`, lembra.
Prefeito de Camaçari quer vias alternativas
No caminho dos pedágios está um dos municípios economicamente mais importantes do país: Camaçari. Cidade em franco desenvolvimento, além do maior complexo automotivo integrado da América do Sul, comporta também um polo petroquímico com 60 empresas. Com a instituição do direito de passagem mediante pagamento de taxa, a região deve ficar cercada de rodovias privatizadas.
Para o prefeito Luiz Caetano, faixas de boas-vindas somente serão estendidas se as instalações estiverem de acordo com as determinações da lei. `Não temos como princípio ser contrários à privatização, mas sim contra possíveis formas de as instalações serem feitas. Por exemplo, o município não pode ser dividido ao meio. Em qualquer lugar do mundo, os pedágios são colocados nos limites entre as cidades`, argumenta.
Revela o gestor municipal o motivo de sua principal luta: `A lei obriga que toda estrada pedagiada tem que ter vias alternativas para quem não pode pagar ou não quer. Em casos onde o pedágio é instalado dentro da cidade, é o mesmo que você ter de pagar para se locomover de um cômodo a outro dentro da própria casa`, compara.
Acompanha a linha de pensamento do prefeito a vereadora Luiza Maia, presidente da Câmara Municipal de Camaçari, e acrescenta: `Queremos audiências públicas com o governo do Estado, secretarias da Fazenda, de Infraestrutura e Planejamento, pois as comunidades precisam estar engajadas nestes processos`.
Mas, segundo Rafael Oliveira, os contratos dessas concessões seguem parâmetros estabelecidos pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). `Podem até existir vias alternativas, mas o edital prevê bloqueio para essas pistas ou a instalação de um módulo de cobrança, caso elas sejam abertas após a construção do pedágio.
A lei determina que não sejam bloqueadas vias que já existam`, expõe o presidente da Comissão de Outorga. Ele ressalta que todo o processo tem sido feito de forma transparente e é assessorado pelo BNDES e pelo Banco Mundial.
Repórter: Elielson Barsan.
Fonte: Tribuna da Bahia Em 23/03/2010.
Abertura das propostas da licitação para a privatização das rodovias BA-093, BA-526 (CIA/Aeroporto), BA-524 (Canal de Tráfego) e Via Parafuso foi adiada para o dia 14 de abril Foi adiada para o dia 14 de abril a abertura das propostas da licitação para a privatização das rodovias BA-093, BA-526 (CIA/Aeroporto), BA-524 (Canal de Tráfego) e Via Parafuso. O motivo, segundo o assessor especial do Derba e presidente da Comissão de Outorga, Rafael Oliveira, está relacionado ao grande número de pedidos de interessados em participar da concorrência.
`Por causa dos estudos que ainda estão sendo realizados nas áreas onde os pedágios serão construídos, eles argumentaram que o volume de tráfego desta época do ano, quando muitos ainda estão de férias, causaria um impacto diferente nos estudos e nós acatamos`, explica.
De acordo com o presidente da Comissão, cinco braços de pedágio serão abertos para garantir melhores condições de tráfego e segurança nos seguintes pontos: BA-093, nos dois sentidos, antes de Simões Filho e próximo a Pojuca; BA-526, antes da rótula do Ceasa; BA-524, saindo do Polo Petroquímico de Camaçari, sentido Porto de Aratu; e Via Parafuso, sentido Salvador, antes do posto da Polícia Rodoviária Federal.
O valor estimado das obras é de R$ 805 milhões e, segundo Oliveira, pode chegar a R$ 1 bilhão. Ele detalha que a primeira via a ser duplicada, no prazo de seis meses contados a partir da data de contratação com a empresa vencedora, será a BA-526, seguida pela Via Parafuso e BA-093. `No período de cinco anos, todas as vias serão duplicadas`, afirma.
A cobrança do pedágio tem o valor máximo estabelecido em R$ 3,35. `Não serão pagos dois pedágios. Somente um em qualquer situação. O motorista que já tenha efetuado pagamento em determinado trecho recebe um ticket que libera a passagem do veículo por uma via lateral`, esclarece.
Para o assessor especial do Derba, a privatização das estradas é a única maneira de garantir a manutenção das rodovias. Ele admite que a União e o Estado não têm recursos para manter a malha viária. `A solução é a concessão. Em trechos onde há volume de tráfego, esta medida é a ideal`, enfatiza.
Segundo Oliveira, pesquisas realizadas com quem trafega pelas vias apontam uma aprovação de 70% à instalação de pedágios. `Passamos um ano e meio ouvindo os usuários e eles deram parecer favorável desde que tenham segurança`, lembra.
Prefeito de Camaçari quer vias alternativas
No caminho dos pedágios está um dos municípios economicamente mais importantes do país: Camaçari. Cidade em franco desenvolvimento, além do maior complexo automotivo integrado da América do Sul, comporta também um polo petroquímico com 60 empresas. Com a instituição do direito de passagem mediante pagamento de taxa, a região deve ficar cercada de rodovias privatizadas.
Para o prefeito Luiz Caetano, faixas de boas-vindas somente serão estendidas se as instalações estiverem de acordo com as determinações da lei. `Não temos como princípio ser contrários à privatização, mas sim contra possíveis formas de as instalações serem feitas. Por exemplo, o município não pode ser dividido ao meio. Em qualquer lugar do mundo, os pedágios são colocados nos limites entre as cidades`, argumenta.
Revela o gestor municipal o motivo de sua principal luta: `A lei obriga que toda estrada pedagiada tem que ter vias alternativas para quem não pode pagar ou não quer. Em casos onde o pedágio é instalado dentro da cidade, é o mesmo que você ter de pagar para se locomover de um cômodo a outro dentro da própria casa`, compara.
Acompanha a linha de pensamento do prefeito a vereadora Luiza Maia, presidente da Câmara Municipal de Camaçari, e acrescenta: `Queremos audiências públicas com o governo do Estado, secretarias da Fazenda, de Infraestrutura e Planejamento, pois as comunidades precisam estar engajadas nestes processos`.
Mas, segundo Rafael Oliveira, os contratos dessas concessões seguem parâmetros estabelecidos pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). `Podem até existir vias alternativas, mas o edital prevê bloqueio para essas pistas ou a instalação de um módulo de cobrança, caso elas sejam abertas após a construção do pedágio.
A lei determina que não sejam bloqueadas vias que já existam`, expõe o presidente da Comissão de Outorga. Ele ressalta que todo o processo tem sido feito de forma transparente e é assessorado pelo BNDES e pelo Banco Mundial.
Repórter: Elielson Barsan.
Fonte: Tribuna da Bahia Em 23/03/2010.