01/06/2007
Pneus em chamas impediam a passagem de veículos e de pedestres. Faixas indicavam aos motoristas o motivo do protesto.
Logo nas primeiras horas do dia as filas de veículos foram se formando e muitos motoristas ficaram irritados com a interrupção da viagem. A maior queixa era em relação às cargas que, para eles, deveriam chegar ao destino em horário predeterminado. Por volta das 10 horas um motorista tentou furar o bloqueio e foi forçado a parar. Algumas pessoas atiraram pedras em direção ao veículo. A patrulha da Polícia Rodoviária Estadual chegou às 11 horas, uma hora antes de os moradores abrirem a passagem para os veículos seguirem de Sussuarana e região em direção à Chapada Diamantina.
Na tentativa de evitar outros acidentes, como o do dia 25, um grupo de moradores construiu dois quebra-molas antes e depois da ponte, cuja largura de 5 metros permite apenas a passagem de um veículo por vez. O padre Reinaldo, pároco de Tanhaçu, deveria celebrar missa de 7º dia no local da tragédia, a 6 metros da saída da ponte em direção a Conquista, mas teria alegado motivos de ordem superior para a ausência.
Segundo Jorge Paulo Lima de Novais, um dos organizadores da manifestação, a comunidade quer que o Derba duplique a ponte de 140 metros para evitar tragédias.
Fonte: Jornal A Tarde JUSCELINO SOUZA | SUCURSAL VITÓRIA DA CONQUISTA celinosouza@grupoatarde.com.br Em 1/06/2007.
Logo nas primeiras horas do dia as filas de veículos foram se formando e muitos motoristas ficaram irritados com a interrupção da viagem. A maior queixa era em relação às cargas que, para eles, deveriam chegar ao destino em horário predeterminado. Por volta das 10 horas um motorista tentou furar o bloqueio e foi forçado a parar. Algumas pessoas atiraram pedras em direção ao veículo. A patrulha da Polícia Rodoviária Estadual chegou às 11 horas, uma hora antes de os moradores abrirem a passagem para os veículos seguirem de Sussuarana e região em direção à Chapada Diamantina.
Na tentativa de evitar outros acidentes, como o do dia 25, um grupo de moradores construiu dois quebra-molas antes e depois da ponte, cuja largura de 5 metros permite apenas a passagem de um veículo por vez. O padre Reinaldo, pároco de Tanhaçu, deveria celebrar missa de 7º dia no local da tragédia, a 6 metros da saída da ponte em direção a Conquista, mas teria alegado motivos de ordem superior para a ausência.
Segundo Jorge Paulo Lima de Novais, um dos organizadores da manifestação, a comunidade quer que o Derba duplique a ponte de 140 metros para evitar tragédias.
Fonte: Jornal A Tarde JUSCELINO SOUZA | SUCURSAL VITÓRIA DA CONQUISTA celinosouza@grupoatarde.com.br Em 1/06/2007.