NOTA OFICIAL - SESAB

08/08/2007
A exemplo de várias outras dependências do Hospital Geral Roberto Santos, encontradas em situação extremamente precárias no início da nova gestão da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, a unidade semi-intensiva está passando por reforma completa. A unidade, destinada a pacientes críticos que não demandam Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas precisam de cuidados intermediários, não cumpria plenamente a sua destinação, por carência de equipamentos e estrutura física deficiente, comprometendo o atendimento e o bem-estar dos pacientes.

Somente dez dos 12 leitos existentes eram utilizados, sem condições de um suporte adequado aos pacientes. Diversos monitores estavam quebrados, e somente quatro respiradores funcionavam, o que motivou o fechamento para uma reforma ampla e reequipamento da unidade. A reforma inclui desde o conserto de rachaduras e infiltrações, tratamento de piso, limpeza e pintura até a troca das instalações elétricas, para instalar os pontos dos respiradores, e troca da tubulação de gás para oxigênio.

A reforma começou há quase duas semanas, sem prejuízo dos pacientes então atendidos na unidade, que foram remanejados para o centro de recuperação pós-anestésica e para a UTI. Os trabalhos deverão terminar em 15 dias, quando a unidade passará a funcionar com suporte completo para os pacientes, inclusive o suporte respiratório e ventilatório. Em virtude da instalação dos novos equipamentos, que já foram adquiridos, o espaço ficará adequado para dez leitos, como, aliás, já vinha funcionando anteriormente. Os planos futuros incluem uma central de monitorização dos pacientes, equipamento com que a semi-intensiva nunca contou antes.

O quadro da unidade semi-intensiva reflete o descaso com que o HGRS vinha sendo tratado pela gestão passada. No início da atual gestão, o secretário Jorge Solla constatou comprometimentos na estrutura de outras dependências do hospital, como cozinha, lavanderia, almoxarifado, banheiros e vestuários de médicos e funcionários, além da disposição inadequada de materiais médico-cirúrgicos e medicamentos que acabaram inutilizados, gerando desperdício para os cofres públicos. Providências foram adotadas pelo secretário no sentido de sanar os problemas oriundos da gestão passada, como aqueles até então existentes na unidade semi-intensiva do Hospital Geral Roberto Santos.

Fonte: Agecom

07/08/07