15/08/2007
O diretor da Câmara de Comércio Americana para o Brasil- Bahia, Cláudio Cardoso, conclama os empresários baianos a descobrirem o mercado norte americano e cita a Odebrecht como exemplo de sucesso. Segundo Cardoso, os americanos descobriram a Bahia e agora cabe aos baianos descobrirem os EUA. `As pessoas vão para os EUA gastar e não fazer negócios. Nós podemos exportar arte, cultura, culinária, confecções, pedras, móveis, agro-indústria, cerâmica, e não apenas produtos petroquímicos de alta complexidade, automóveis e engenharia. Os empresários precisam fazer mais negócios`, diz.
Ele ainda destaca que, em tempos de defasagem cambial, o empresariado deve procurar as associações para fortalecer o setor e realizar diálogos com o governo. `É nas associações que eles se fortalecem e cobram mais medidas dos governos. Não podemos mais pensar sozinhos. Precisamos unir forças até para sermos mais competitivos`, sinaliza.
Cardoso ainda aponta que a Câmara é um elo para alavancar negócios. `O empresariado baiano precisa entender as oportunidades que está perdendo lá fora. Há muito interesse dos norte-americanos em realizar negócios na Bahia. É fundamental perder os medos e as barreiras`, frisa.
Segundo estimativas, acredita-se que empreendimentos americanos estejam respondendo por 25% do PIB baiano, que hoje, segundo Cardoso, está na faixa dos US$ 40 bilhões.
`O PIB brasileiro é US$ 800 bilhões e os empreendimentos americanos respondem por 15% deste montante no país`, cita e acrescenta: `Os americanos são responsáveis por gerar 50 mil empregos diretos na Bahia e no campo de agronegócios, estima-se que pelo menos 1/3 dos investimentos no estado sejam de capital americano`.
Presente desde 1976, a Câmara de Comércio Americana para o Brasil- Bahia tem hoje no Estado 300 associados. `O papel da Câmara é estimular a realização de encontros de negócios e culturais.
Os americanos são os maiores parceiros comerciais da Bahia e há muito interesse deles em ampliarem os investimentos, mas acima de tudo, acredito que é hora do baiano voltar as atenções para o mercado americano e vender produtos`, avalia Cardoso.
Ele ainda menciona um fato interessante: as câmaras de comércio surgiram com os ingleses no século XVIII e tinham como proposta expandir o imperialismo inglês pelo mundo.
Hoje, os tempos mudaram e ele salienta a importância do Brasil em firmar cada vez mais a presença nos países estrangeiros através dos negócios. `Temos que buscar parceiros comerciais e vislumbrar oportunidades em outros mercados. Não dá mais para ficarmos sozinhos. Realizar negócios é um ponto importante e decisivo no crescimento do país, mas acima de tudo, promove geração de emprego e renda e estimula o intercâmbio comercial e cultural. O empresariado precisa rever suas posturas`, completa.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: Alessandra Nascimento
15/08/07
Ele ainda destaca que, em tempos de defasagem cambial, o empresariado deve procurar as associações para fortalecer o setor e realizar diálogos com o governo. `É nas associações que eles se fortalecem e cobram mais medidas dos governos. Não podemos mais pensar sozinhos. Precisamos unir forças até para sermos mais competitivos`, sinaliza.
Cardoso ainda aponta que a Câmara é um elo para alavancar negócios. `O empresariado baiano precisa entender as oportunidades que está perdendo lá fora. Há muito interesse dos norte-americanos em realizar negócios na Bahia. É fundamental perder os medos e as barreiras`, frisa.
Segundo estimativas, acredita-se que empreendimentos americanos estejam respondendo por 25% do PIB baiano, que hoje, segundo Cardoso, está na faixa dos US$ 40 bilhões.
`O PIB brasileiro é US$ 800 bilhões e os empreendimentos americanos respondem por 15% deste montante no país`, cita e acrescenta: `Os americanos são responsáveis por gerar 50 mil empregos diretos na Bahia e no campo de agronegócios, estima-se que pelo menos 1/3 dos investimentos no estado sejam de capital americano`.
Presente desde 1976, a Câmara de Comércio Americana para o Brasil- Bahia tem hoje no Estado 300 associados. `O papel da Câmara é estimular a realização de encontros de negócios e culturais.
Os americanos são os maiores parceiros comerciais da Bahia e há muito interesse deles em ampliarem os investimentos, mas acima de tudo, acredito que é hora do baiano voltar as atenções para o mercado americano e vender produtos`, avalia Cardoso.
Ele ainda menciona um fato interessante: as câmaras de comércio surgiram com os ingleses no século XVIII e tinham como proposta expandir o imperialismo inglês pelo mundo.
Hoje, os tempos mudaram e ele salienta a importância do Brasil em firmar cada vez mais a presença nos países estrangeiros através dos negócios. `Temos que buscar parceiros comerciais e vislumbrar oportunidades em outros mercados. Não dá mais para ficarmos sozinhos. Realizar negócios é um ponto importante e decisivo no crescimento do país, mas acima de tudo, promove geração de emprego e renda e estimula o intercâmbio comercial e cultural. O empresariado precisa rever suas posturas`, completa.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: Alessandra Nascimento
15/08/07