10/09/2007
Com o objetivo de fechar acordos e contratos e atrair investimentos para a Bahia - especialmente nas áreas de infra-estrutura, bioenergia, mineração, turismo e imobiliária, além do foco na revitalização e desenvolvimento socioeconômico do Centro Histórico de Salvador e do Pólo Industrial de Camaçari -, uma missão do governo baiano, liderada pelo governador Jaques Wagner, embarca hoje para os Estados Unidos, onde permanece até o dia 14, passando por Miami, Washington e Nova York.
São sólidas as relações comerciais entre a Bahia e o mercado americano, segundo mostram os dados do Centro Internacional de Negócios da Bahia (Promo), revelando que os Estados Unidos representam um forte parceiro comercial do Estado que exportou, em 2006, cerca de US$ 1,3 bilhão e importou US$ 356,1 milhões, com uma corrente de comércio em torno de US$ 1,61 bilhão e um superavit para a Bahia de US$ 892,7 milhões. No primeiro semestre deste ano, a Bahia exportou para os Estados Unidos US$ 830,6 milhões e importou US$ 242,8 milhões.
A missão baiana, composta por secretários de Estado e empresários, desembarca em Miami onde se encontra com o prefeito da cidade, Manny Diaz, e visita obras da empresa baiana Odebrecht. É em Washington, no entanto, que o governador Wagner cumpre a mais extensa agenda de trabalho e negócios, buscando não apenas reforçar as relações comerciais já existentes, mas atrair novos investimentos de instituições americanas.
Depois de se instalar na capital americana, a missão baiana participa de um café da manhã oferecido pela Central de Cooperativas Agrícolas Americanas (NCBA). Na oportunidade, os representantes do governo vão mostrar aos empresários do setor os avanços do agronegócio e cooperativismo rural na Bahia.
Após o encontro na NCBA, o governador Jaques Wagner faz uma visita oficial ao Departamento de Estado, quando pretende sensibilizar a secretária de estado americana, Condoleezza Rice, a visitar a Bahia na sua próxima viagem ao Brasil.
Em reunião com integrantes do US-Brazil Business Council, o governador vai discutir as oportunidades de investimentos no Estado e o comércio bilateral entre Bahia e Estados Unidos. Ainda na segunda-feira (10), às 15h, se reúne com a direção do Banco Mundial (Bird) para sacramentar o contrato, no valor de US$ 100 milhões, negociado com o governo baiano destinado ao Subprograma Integrado de Restauração e Manutenção de Rodovias (Crema).
Com a World Watch Institution (WWI), o Promo assina acordo de cooperação técnica para controle ambiental, tendo como foco a bioenergia. Às 18h, o governador mantém uma reunião reservada com o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Paulo Nogueira Júnior, seguindo depois para um encontro com a AFL/CIO, central de trabalhadores americana, encerrando a agenda do dia com um jantar oferecido à missão baiana pela embaixada do Brasil. A missão do governo baiano começa o dia 11 de setembro - data que marca a história americana após o ataque terrorista que derrubou ao World Trade, em Nova Iorque - com um café da manhã oferecido pelo Brazil Institute do Woodrow Wilson Center (WWC), oportunidade em que Jaques Wagner vai fazer uma exposição sobre a conjuntura política brasileira e baiana.
Em seguida, ele mantém encontro com representantes da Comissão das Relações Exteriores da Câmara de Deputados, almoça com a diretoria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), reunindo-se reservadamente com o presidente da instituição financeira, Luiz Alberto Moreno, e depois com a equipe técnica, encontro do qual participarão também os secretários Fernando Schmidt, chefe- de-gabinete, Rafael Amoedo, da Indústria e Comércio, Geraldo Simões, da Agricultura, e Ronaldo Lobato, do Planejamento, além do superintendente do Promo, Ricardo Saback, para tratar de quest ões que envolvem a revitalização do Pólo Industrial, do Centro Histórico de Salvador e ações na área do turismo, além de assuntos ligados à bioenergia.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
08/09/07
São sólidas as relações comerciais entre a Bahia e o mercado americano, segundo mostram os dados do Centro Internacional de Negócios da Bahia (Promo), revelando que os Estados Unidos representam um forte parceiro comercial do Estado que exportou, em 2006, cerca de US$ 1,3 bilhão e importou US$ 356,1 milhões, com uma corrente de comércio em torno de US$ 1,61 bilhão e um superavit para a Bahia de US$ 892,7 milhões. No primeiro semestre deste ano, a Bahia exportou para os Estados Unidos US$ 830,6 milhões e importou US$ 242,8 milhões.
A missão baiana, composta por secretários de Estado e empresários, desembarca em Miami onde se encontra com o prefeito da cidade, Manny Diaz, e visita obras da empresa baiana Odebrecht. É em Washington, no entanto, que o governador Wagner cumpre a mais extensa agenda de trabalho e negócios, buscando não apenas reforçar as relações comerciais já existentes, mas atrair novos investimentos de instituições americanas.
Depois de se instalar na capital americana, a missão baiana participa de um café da manhã oferecido pela Central de Cooperativas Agrícolas Americanas (NCBA). Na oportunidade, os representantes do governo vão mostrar aos empresários do setor os avanços do agronegócio e cooperativismo rural na Bahia.
Após o encontro na NCBA, o governador Jaques Wagner faz uma visita oficial ao Departamento de Estado, quando pretende sensibilizar a secretária de estado americana, Condoleezza Rice, a visitar a Bahia na sua próxima viagem ao Brasil.
Em reunião com integrantes do US-Brazil Business Council, o governador vai discutir as oportunidades de investimentos no Estado e o comércio bilateral entre Bahia e Estados Unidos. Ainda na segunda-feira (10), às 15h, se reúne com a direção do Banco Mundial (Bird) para sacramentar o contrato, no valor de US$ 100 milhões, negociado com o governo baiano destinado ao Subprograma Integrado de Restauração e Manutenção de Rodovias (Crema).
Com a World Watch Institution (WWI), o Promo assina acordo de cooperação técnica para controle ambiental, tendo como foco a bioenergia. Às 18h, o governador mantém uma reunião reservada com o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Paulo Nogueira Júnior, seguindo depois para um encontro com a AFL/CIO, central de trabalhadores americana, encerrando a agenda do dia com um jantar oferecido à missão baiana pela embaixada do Brasil. A missão do governo baiano começa o dia 11 de setembro - data que marca a história americana após o ataque terrorista que derrubou ao World Trade, em Nova Iorque - com um café da manhã oferecido pelo Brazil Institute do Woodrow Wilson Center (WWC), oportunidade em que Jaques Wagner vai fazer uma exposição sobre a conjuntura política brasileira e baiana.
Em seguida, ele mantém encontro com representantes da Comissão das Relações Exteriores da Câmara de Deputados, almoça com a diretoria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), reunindo-se reservadamente com o presidente da instituição financeira, Luiz Alberto Moreno, e depois com a equipe técnica, encontro do qual participarão também os secretários Fernando Schmidt, chefe- de-gabinete, Rafael Amoedo, da Indústria e Comércio, Geraldo Simões, da Agricultura, e Ronaldo Lobato, do Planejamento, além do superintendente do Promo, Ricardo Saback, para tratar de quest ões que envolvem a revitalização do Pólo Industrial, do Centro Histórico de Salvador e ações na área do turismo, além de assuntos ligados à bioenergia.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
08/09/07