19/10/2007
Conhecida por concentrar a segunda maior festa católica do Brasil, atraindo todos os anos milhares de fiéis, a cidade de Bom Jesus da Lapa, a 777 Km de Salvador, foi escolhida para sediar o encontro territorial de cultura do Velho Chico. Participantes de 14 municípios do Vale do São Francisco discutiram as principais demandas para a cultura no território e, no final dos trabalhos, elegeram três prioridades - o fortalecimento das culturas populares, as bibliotecas e a formação cutural.
O encontro territorial do Velho Chico foi aberto pelo secretário de Cultura da Bahia, Márcio Meirelles, e o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia. Segundo o secretário, a idéia é construir, em conjunto com os municípios, o Plano Estadual de Cultura, que vai indicar como o Estado deve pensar as ações e criar os programas. `É um pacto entre a sociedade e o governo`, disse. O prefeito Roberto Maia destacou que a cultura, na visão tradicional, sempre estava ligada à capital e ao litoral. `É muito bom ver que hoje existe essa preocupação com a interiorização das ações culturais`, afirmou.
Márcio Meirelles lembrou que a Secult pretende, com esse trabalho, `dar visibilidade às identidades da cultura baiana que estavam invisíveis`, explicando que as propostas identificadas nos encontros territoriais serão levadas para a II Conferência Estadual de Cultura, no período de 25 a 28 deste mês, em Feira de Santana.
Antes do encontro territorial, mais de 1,3 mil pessoas dos municípios do Velho Chico haviam se reunido para identificar as demandas de cada cidade. Até agora, os encontros municipais e territoriais promovidos pela Secult, no interior do estado, reuniram mais de 28 mil pessoas. Um dos destaques no segundo dia do encontro do Velho Chico foi a exibição do curta Valei-me São Sebastião, é o Fim do Mundo!, dirigido e produzido pelo baiano de Igaporã, Marcondes Dantas. Rodado em Igaporã, o filme tem seu elenco formado com moradores da própria cidade. `Mais de 300 pessoas que nunca tinha tido contato com cinema se inscreveram para o teste `, conta Marcondes. O curta mostra a história do dia em que um avião passou pela primeira vez sobre Igaporã, deixando a população assustada.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
19/10/07
O encontro territorial do Velho Chico foi aberto pelo secretário de Cultura da Bahia, Márcio Meirelles, e o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia. Segundo o secretário, a idéia é construir, em conjunto com os municípios, o Plano Estadual de Cultura, que vai indicar como o Estado deve pensar as ações e criar os programas. `É um pacto entre a sociedade e o governo`, disse. O prefeito Roberto Maia destacou que a cultura, na visão tradicional, sempre estava ligada à capital e ao litoral. `É muito bom ver que hoje existe essa preocupação com a interiorização das ações culturais`, afirmou.
Márcio Meirelles lembrou que a Secult pretende, com esse trabalho, `dar visibilidade às identidades da cultura baiana que estavam invisíveis`, explicando que as propostas identificadas nos encontros territoriais serão levadas para a II Conferência Estadual de Cultura, no período de 25 a 28 deste mês, em Feira de Santana.
Antes do encontro territorial, mais de 1,3 mil pessoas dos municípios do Velho Chico haviam se reunido para identificar as demandas de cada cidade. Até agora, os encontros municipais e territoriais promovidos pela Secult, no interior do estado, reuniram mais de 28 mil pessoas. Um dos destaques no segundo dia do encontro do Velho Chico foi a exibição do curta Valei-me São Sebastião, é o Fim do Mundo!, dirigido e produzido pelo baiano de Igaporã, Marcondes Dantas. Rodado em Igaporã, o filme tem seu elenco formado com moradores da própria cidade. `Mais de 300 pessoas que nunca tinha tido contato com cinema se inscreveram para o teste `, conta Marcondes. O curta mostra a história do dia em que um avião passou pela primeira vez sobre Igaporã, deixando a população assustada.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
19/10/07