25/04/2011
A demora do governo para resolver os problemas de atrasos nas obras de aeroportos e estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 está aumentando a pressão sobre os órgãos e os ministérios responsáveis pelos projetos. Hoje, a presidente Dilma Rousseff vai se debruçar sobre o assunto e cobrar soluções de seus auxiliares diretos. Em reuniões separadas no Palácio do Planalto, ela discutirá com o ministro do Esporte, Orlando Silva, o cronograma de todos os empreendimentos relacionados ao Mundial. Com Wagner Bittencourt, titular da Secretaria de Aviação Civil, exigirá um plano factível para recuperação e ampliação dos terminais aeroportuários — o que envolverá parcerias privadas e até desestatização.
O tema também fará parte da agenda do Senado Federal. Amanhã, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, apresentará aos membros da Comissão de Infraestrutura da Casa um estudo feito pela entidade que destacará, mais uma vez, a crítica situação dos aeroportos brasileiros. A expectativa é de que o cenário a ser apresentado não se mostre muito diferente do que foi traçado há 11 dias pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na ocasião, o instituto revelou que 9 dos 13 aeroportos nas cidades-sedes dos jogos da Copa não ficarão prontos até 2014, e, mesmo que fiquem, estarão com sua capacidade comprometida.
`A qualidade dos aeroportos brasileiros ficou para trás há muito tempo. Não existe alternativa para a Copa. A falta de planejamento é um problema do governo há mais de 20 anos e a análise do Ipea apenas confirma isso`, comentou o professor Renato Poltronieri, especialista em direito público e sócio da Demarest & Almeida Advogados. `Acho que nossos aeroportos são muito mal administrados e mal sinalizados. Hoje, a tarifa que o brasileiro paga é muito cara diante do serviço que ele recebe`, comentou o presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio.
Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) também divulgou relatório mostrando que as obras dos estádios das 12 cidades que receberão os jogos da Copa ainda engatinham. A aposta dos especialistas para que os projetos sejam acelerados é a aprovação de um regime diferenciado de contratações de obras públicas. O texto será incluído na Medida Provisória nº 521, que, entre outros temas, dispõe sobre as atividades do médico-residente.Rosana Hessel.
A demora do governo para resolver os problemas de atrasos nas obras de aeroportos e estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 está aumentando a pressão sobre os órgãos e os ministérios responsáveis pelos projetos. Hoje, a presidente Dilma Rousseff vai se debruçar sobre o assunto e cobrar soluções de seus auxiliares diretos. Em reuniões separadas no Palácio do Planalto, ela discutirá com o ministro do Esporte, Orlando Silva, o cronograma de todos os empreendimentos relacionados ao Mundial. Com Wagner Bittencourt, titular da Secretaria de Aviação Civil, exigirá um plano factível para recuperação e ampliação dos terminais aeroportuários — o que envolverá parcerias privadas e até desestatização.
O tema também fará parte da agenda do Senado Federal. Amanhã, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, apresentará aos membros da Comissão de Infraestrutura da Casa um estudo feito pela entidade que destacará, mais uma vez, a crítica situação dos aeroportos brasileiros. A expectativa é de que o cenário a ser apresentado não se mostre muito diferente do que foi traçado há 11 dias pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na ocasião, o instituto revelou que 9 dos 13 aeroportos nas cidades-sedes dos jogos da Copa não ficarão prontos até 2014, e, mesmo que fiquem, estarão com sua capacidade comprometida.
`A qualidade dos aeroportos brasileiros ficou para trás há muito tempo. Não existe alternativa para a Copa. A falta de planejamento é um problema do governo há mais de 20 anos e a análise do Ipea apenas confirma isso`, comentou o professor Renato Poltronieri, especialista em direito público e sócio da Demarest & Almeida Advogados. `Acho que nossos aeroportos são muito mal administrados e mal sinalizados. Hoje, a tarifa que o brasileiro paga é muito cara diante do serviço que ele recebe`, comentou o presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio.
Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) também divulgou relatório mostrando que as obras dos estádios das 12 cidades que receberão os jogos da Copa ainda engatinham. A aposta dos especialistas para que os projetos sejam acelerados é a aprovação de um regime diferenciado de contratações de obras públicas. O texto será incluído na Medida Provisória nº 521, que, entre outros temas, dispõe sobre as atividades do médico-residente.
Autor(es): Rosana Hessel.
Correio Braziliense - 25/04/2011.
O tema também fará parte da agenda do Senado Federal. Amanhã, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, apresentará aos membros da Comissão de Infraestrutura da Casa um estudo feito pela entidade que destacará, mais uma vez, a crítica situação dos aeroportos brasileiros. A expectativa é de que o cenário a ser apresentado não se mostre muito diferente do que foi traçado há 11 dias pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na ocasião, o instituto revelou que 9 dos 13 aeroportos nas cidades-sedes dos jogos da Copa não ficarão prontos até 2014, e, mesmo que fiquem, estarão com sua capacidade comprometida.
`A qualidade dos aeroportos brasileiros ficou para trás há muito tempo. Não existe alternativa para a Copa. A falta de planejamento é um problema do governo há mais de 20 anos e a análise do Ipea apenas confirma isso`, comentou o professor Renato Poltronieri, especialista em direito público e sócio da Demarest & Almeida Advogados. `Acho que nossos aeroportos são muito mal administrados e mal sinalizados. Hoje, a tarifa que o brasileiro paga é muito cara diante do serviço que ele recebe`, comentou o presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio.
Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) também divulgou relatório mostrando que as obras dos estádios das 12 cidades que receberão os jogos da Copa ainda engatinham. A aposta dos especialistas para que os projetos sejam acelerados é a aprovação de um regime diferenciado de contratações de obras públicas. O texto será incluído na Medida Provisória nº 521, que, entre outros temas, dispõe sobre as atividades do médico-residente.Rosana Hessel.
A demora do governo para resolver os problemas de atrasos nas obras de aeroportos e estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 está aumentando a pressão sobre os órgãos e os ministérios responsáveis pelos projetos. Hoje, a presidente Dilma Rousseff vai se debruçar sobre o assunto e cobrar soluções de seus auxiliares diretos. Em reuniões separadas no Palácio do Planalto, ela discutirá com o ministro do Esporte, Orlando Silva, o cronograma de todos os empreendimentos relacionados ao Mundial. Com Wagner Bittencourt, titular da Secretaria de Aviação Civil, exigirá um plano factível para recuperação e ampliação dos terminais aeroportuários — o que envolverá parcerias privadas e até desestatização.
O tema também fará parte da agenda do Senado Federal. Amanhã, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, apresentará aos membros da Comissão de Infraestrutura da Casa um estudo feito pela entidade que destacará, mais uma vez, a crítica situação dos aeroportos brasileiros. A expectativa é de que o cenário a ser apresentado não se mostre muito diferente do que foi traçado há 11 dias pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na ocasião, o instituto revelou que 9 dos 13 aeroportos nas cidades-sedes dos jogos da Copa não ficarão prontos até 2014, e, mesmo que fiquem, estarão com sua capacidade comprometida.
`A qualidade dos aeroportos brasileiros ficou para trás há muito tempo. Não existe alternativa para a Copa. A falta de planejamento é um problema do governo há mais de 20 anos e a análise do Ipea apenas confirma isso`, comentou o professor Renato Poltronieri, especialista em direito público e sócio da Demarest & Almeida Advogados. `Acho que nossos aeroportos são muito mal administrados e mal sinalizados. Hoje, a tarifa que o brasileiro paga é muito cara diante do serviço que ele recebe`, comentou o presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio.
Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) também divulgou relatório mostrando que as obras dos estádios das 12 cidades que receberão os jogos da Copa ainda engatinham. A aposta dos especialistas para que os projetos sejam acelerados é a aprovação de um regime diferenciado de contratações de obras públicas. O texto será incluído na Medida Provisória nº 521, que, entre outros temas, dispõe sobre as atividades do médico-residente.
Autor(es): Rosana Hessel.
Correio Braziliense - 25/04/2011.