01/06/2007
A afirmação é do secretário da Fazenda, Carlos Martins, convidado do tradicional encontro semanal do Rotary Clube da Bahia, realizado sempre às quintas no restaurante da Casa do Comércio. ` Mas, nós temos que ser criativos, inteligentes, e envolver todo o povo da Bahia no sentido de que a gente possa arrecadar mais, gastar menos e atender as grandes demandas sociais que este estado precisa`, declarou na oportunidade, após fazer uma explanação sobre o quadro econômico estadual que considerou como ` um momento de reflexão`.
Diante de uma platéia atenta, Carlos Martins foi apresentado pelo rotaryano Walter Pinheiro, diretor-presidente da Tribuna da Bahia, e comentou ser este `um Estado que é a sexta economia do Brasil, com uma renda per capita mal distribuída e que isso gera então uma série de dificuldades a nível nacional, como IDH ( Índice de Desenvolvimento Humano ) baixo, alto índice de mortalidade infantil, baixo nível de educação, número de médicos, por habitantes, muito pequeno, o que destoa do País, e até mesmo do Nordeste, pois nós estamos colocados entre os últimos com uma economia tão pujante e importante como esta`. A única saída para esta situação descrita durante o encontro com os rotaryanos, na opinião do secretário da Fazenda é ` focar muito fortemente nas regiões empobrecidas do País, temos que atrair investimentos para essas regiões, reduzir o grau de benefícios fiscais que são colocados em regiões e empresas que não precisam e buscar a participação da sociedade no sentido de que ela possa ajudar também o Estado a mudar esta situação`. Quanto aos benefícios fiscais praticados no estado, Carlos Martins observou que a Bahia ` tem sido muito atuante, mas principalmente para os grandes grupos. Eu acho que a gente tem de rediscutir alternativas para que possibilite que o pequeno e médio empresário das regiões empobrecidas possam ter também acesso a esses benefícios`.
Ao comentar sobre os cinco meses do governo Jaques Wagner, o secretário da Fazenda colocou que ` evidentemente são muitas as dificuldades financeiras que nós herdamos, mas eu acho importante é mostrar transparência, o objetivo do governador de estar mais ligado com a população e fizemos, recentemente, uma negociação com os servidores públicos que restabeleceu a dignidade, que fez com que não tenha mais servidor ganhando salário mínimo, ou seja tudo isso é positivo nestes primeiros meses`, concluiu.
Para Luis Ventin Rodeiro, presidente do Rotary Clube da Bahia, foi `uma honra` receber o secretário da Fazenda na reunião semanal do clube, `para também ele conhecer esta instituição centenária, que tem tanto colaborado com as questões sociais. O dado que mais nos impressionou, durante a explanação do secretário, foi tomarmos conhecimento que o Estado da Bahia está em 19º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano. Hoje nós somos 27 estados e realmente este índice nos preocupa bastante por que reflete muito, como ele mesmo disse, a concentração de renda com a minoria, o que vai ocasionando estes problemas sociais que a gente vem enfrentando com assaltos e violência em nossas cidades`, disse.. (Por Nelson Rocha).
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Em 1/06/2007.
Diante de uma platéia atenta, Carlos Martins foi apresentado pelo rotaryano Walter Pinheiro, diretor-presidente da Tribuna da Bahia, e comentou ser este `um Estado que é a sexta economia do Brasil, com uma renda per capita mal distribuída e que isso gera então uma série de dificuldades a nível nacional, como IDH ( Índice de Desenvolvimento Humano ) baixo, alto índice de mortalidade infantil, baixo nível de educação, número de médicos, por habitantes, muito pequeno, o que destoa do País, e até mesmo do Nordeste, pois nós estamos colocados entre os últimos com uma economia tão pujante e importante como esta`. A única saída para esta situação descrita durante o encontro com os rotaryanos, na opinião do secretário da Fazenda é ` focar muito fortemente nas regiões empobrecidas do País, temos que atrair investimentos para essas regiões, reduzir o grau de benefícios fiscais que são colocados em regiões e empresas que não precisam e buscar a participação da sociedade no sentido de que ela possa ajudar também o Estado a mudar esta situação`. Quanto aos benefícios fiscais praticados no estado, Carlos Martins observou que a Bahia ` tem sido muito atuante, mas principalmente para os grandes grupos. Eu acho que a gente tem de rediscutir alternativas para que possibilite que o pequeno e médio empresário das regiões empobrecidas possam ter também acesso a esses benefícios`.
Ao comentar sobre os cinco meses do governo Jaques Wagner, o secretário da Fazenda colocou que ` evidentemente são muitas as dificuldades financeiras que nós herdamos, mas eu acho importante é mostrar transparência, o objetivo do governador de estar mais ligado com a população e fizemos, recentemente, uma negociação com os servidores públicos que restabeleceu a dignidade, que fez com que não tenha mais servidor ganhando salário mínimo, ou seja tudo isso é positivo nestes primeiros meses`, concluiu.
Para Luis Ventin Rodeiro, presidente do Rotary Clube da Bahia, foi `uma honra` receber o secretário da Fazenda na reunião semanal do clube, `para também ele conhecer esta instituição centenária, que tem tanto colaborado com as questões sociais. O dado que mais nos impressionou, durante a explanação do secretário, foi tomarmos conhecimento que o Estado da Bahia está em 19º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano. Hoje nós somos 27 estados e realmente este índice nos preocupa bastante por que reflete muito, como ele mesmo disse, a concentração de renda com a minoria, o que vai ocasionando estes problemas sociais que a gente vem enfrentando com assaltos e violência em nossas cidades`, disse.. (Por Nelson Rocha).
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Em 1/06/2007.