14/08/2007
O direito à moradia digna, com segurança, saúde, educação, além de oportunidades de emprego e renda. Esse foi o resultado do seminário `Viver e Morar no Centro Histórico`, que reuniu cerca de 150 participantes no auditório do Palácio das Artes, no Pelourinho.
`São 16 anos de luta de muita gente que não cedeu às pressões do Governo na época para sair do Pelourinho`, afirmou Jussara Santana, da comissão organizadora do seminário, informando que ao contar essa história quer chamar a atenção para que a construção do novo projeto para o Pelourinho respeite o direito de se viver no bairro com dignidade.
Ela contou que um dos símbolos da resistência é o prédio onde mora, na Rua do Passo, 48, que não foi incluído na reforma.
`Nosso desafio é organizar as propostas das 16 associações participantes do seminário para apresentar para o Governo`, anuncia Jorge Kalile, que nasceu no Pelourinho e é membro da Associação dos Guias e Monitores de Turismo do Centro Histórico.
`Mais de 80% dos moradores são descendentes de escravos e de nós foram usurpados direitos sagrados, direitos constitucionais, que só conseguiremos conquistar através da união`, disse Ednaldo Sá, do Conselho dos Moradores da Vila Nova Esperança.
`Queremos viver e morar no Centro Histórico com qualidade de vida`, disse Jecilda Melo, da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico (Amach).
Segundo ela, a proposta da comunidade é a inclusão de todos, pois não se pode pensar o Pelourinho isoladamente de toda a área do centro da cidade.
Sustentabilidade - Depois de ouvir os moradores, o secretário da Cultura, Márcio Meireles, reafirmou que a construção conjunta de políticas públicas com a sociedade é o caminho para se buscar a sustentabilidade do Pelourinho.
`Apesar de o Governo anterior ter investido nos últimos três anos mais de R$ 10 milhões somente em shows, o projeto não se sustentou`, lembrou.
Fonte: Diário Oficial
14/08/07
`São 16 anos de luta de muita gente que não cedeu às pressões do Governo na época para sair do Pelourinho`, afirmou Jussara Santana, da comissão organizadora do seminário, informando que ao contar essa história quer chamar a atenção para que a construção do novo projeto para o Pelourinho respeite o direito de se viver no bairro com dignidade.
Ela contou que um dos símbolos da resistência é o prédio onde mora, na Rua do Passo, 48, que não foi incluído na reforma.
`Nosso desafio é organizar as propostas das 16 associações participantes do seminário para apresentar para o Governo`, anuncia Jorge Kalile, que nasceu no Pelourinho e é membro da Associação dos Guias e Monitores de Turismo do Centro Histórico.
`Mais de 80% dos moradores são descendentes de escravos e de nós foram usurpados direitos sagrados, direitos constitucionais, que só conseguiremos conquistar através da união`, disse Ednaldo Sá, do Conselho dos Moradores da Vila Nova Esperança.
`Queremos viver e morar no Centro Histórico com qualidade de vida`, disse Jecilda Melo, da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico (Amach).
Segundo ela, a proposta da comunidade é a inclusão de todos, pois não se pode pensar o Pelourinho isoladamente de toda a área do centro da cidade.
Sustentabilidade - Depois de ouvir os moradores, o secretário da Cultura, Márcio Meireles, reafirmou que a construção conjunta de políticas públicas com a sociedade é o caminho para se buscar a sustentabilidade do Pelourinho.
`Apesar de o Governo anterior ter investido nos últimos três anos mais de R$ 10 milhões somente em shows, o projeto não se sustentou`, lembrou.
Fonte: Diário Oficial
14/08/07