14/02/2008
Com o objetivo de divulgar junto à população informações sobre a hanseníase, estimulando o auto-exame e a busca de avaliação médica caso haja manchas suspeitas, o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) realiza, na próxima semana (dia 22), das 8h às 12 horas, na Praça da Piedade, a 1ª Mobilização Comunitária de 2008, com o tema `Hanseníase: informação para o diagnóstico precoce`.
Durante o evento, serão distribuídos 10 mil folhetos educativos sobre a doença, produzidos com o apoio da Associação Italiana Amigos de Raul Follerau (Aifo). Haverá também uma apresentação da Companhia de Dança Yorubá Pérolas do Morhan, composta por jovens voluntários que, por meio da dança e da música afro promovem o resgate da cidadania e o combate ao preconceito e à discriminação histórica para com os portadores de hanseníase.
A médica sanitarista Eliana de Paula Santos, do Laboratório Central do Estado, também vice-coordenadora do núcleo Salvador/Bahia do Morhan e secretária executiva da Rede Interinstitucional de Apoio ao Plano de Eliminação da Hanseníase (Rede Hansen/Bahia), explica que a hanseníase é uma doença provocada pelo micróbio conhecido como bacilo de Hansen.
A doença afeta a pele e o sistema nervoso periférico, principalmente os olhos, os pés e as mãos. As lesões de pele sempre apresentam alterações de sensibilidade, característica que diferencia a hanseníase das lesões provocadas por outras doenças de pele. A principal fonte de infecção é o homem, que transmite principalmente pelas vias aéreas superiores.
Os portadores da doença, em geral, são estigmatizados pela sociedade, embora a transmissão só ocorra pelo contato íntimo e prolongado. A maioria das pessoas tem uma resistência natural ao bacilo e não desenvolve a doença, mesmo que tenha contato com o agente causador.
A hanseníase se manifesta, inicialmente, por meio de manchas dormentes brancas ou avermelhadas na pele. A doença tem cura e o tratamento é feito, gratuitamente, nos centros de saúde, sem necessidade de internamento, a não ser em casos especiais. Técnicos do Programa de Controle da Hanseníase da Secretaria da Saúde do Estado advertem que quanto mais cedo for estabelecido o diagnóstico da doença e iniciado o tratamento, mais rápida a cura.
Outra importante questão diz respeito aos cuidados que devem ser observados pelos portadores de hanseníase, a fim de evitar seqüelas ou deformidades decorrentes da doença, em função da falta de sensibilidade nas áreas afetadas - a pessoa não sente quando sofre algum ferimento ou queimadura, por exemplo.
Fonte: Agecom
14/02/08
Durante o evento, serão distribuídos 10 mil folhetos educativos sobre a doença, produzidos com o apoio da Associação Italiana Amigos de Raul Follerau (Aifo). Haverá também uma apresentação da Companhia de Dança Yorubá Pérolas do Morhan, composta por jovens voluntários que, por meio da dança e da música afro promovem o resgate da cidadania e o combate ao preconceito e à discriminação histórica para com os portadores de hanseníase.
A médica sanitarista Eliana de Paula Santos, do Laboratório Central do Estado, também vice-coordenadora do núcleo Salvador/Bahia do Morhan e secretária executiva da Rede Interinstitucional de Apoio ao Plano de Eliminação da Hanseníase (Rede Hansen/Bahia), explica que a hanseníase é uma doença provocada pelo micróbio conhecido como bacilo de Hansen.
A doença afeta a pele e o sistema nervoso periférico, principalmente os olhos, os pés e as mãos. As lesões de pele sempre apresentam alterações de sensibilidade, característica que diferencia a hanseníase das lesões provocadas por outras doenças de pele. A principal fonte de infecção é o homem, que transmite principalmente pelas vias aéreas superiores.
Os portadores da doença, em geral, são estigmatizados pela sociedade, embora a transmissão só ocorra pelo contato íntimo e prolongado. A maioria das pessoas tem uma resistência natural ao bacilo e não desenvolve a doença, mesmo que tenha contato com o agente causador.
A hanseníase se manifesta, inicialmente, por meio de manchas dormentes brancas ou avermelhadas na pele. A doença tem cura e o tratamento é feito, gratuitamente, nos centros de saúde, sem necessidade de internamento, a não ser em casos especiais. Técnicos do Programa de Controle da Hanseníase da Secretaria da Saúde do Estado advertem que quanto mais cedo for estabelecido o diagnóstico da doença e iniciado o tratamento, mais rápida a cura.
Outra importante questão diz respeito aos cuidados que devem ser observados pelos portadores de hanseníase, a fim de evitar seqüelas ou deformidades decorrentes da doença, em função da falta de sensibilidade nas áreas afetadas - a pessoa não sente quando sofre algum ferimento ou queimadura, por exemplo.
Fonte: Agecom
14/02/08