04/10/2007
Uma comissão ligada à Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), do governo federal, visitou na quinta-feira (4) a Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case), que funciona em Simões Filho e abriga 40 adolescentes autores de atos infracionais.
Formada por representantes de outros estados, advogados, promotores e defensores públicos, a comissão conheceu o atendimento prestado e as atividades oferecidas aos jovens na Bahia pela Case. A partir daí, recomendações serão feitas para aprimorar o serviço para cumprir as metas do Plano de Ações Integradas para a Prevenção e o Combate à Tortura no Brasil, que conta com a adesão da Bahia desde maio deste ano.
`Com visitas a unidades como essa, estamos realizando um trabalho preventivo para conhecer como as medidas socioeducativas vêm sendo aplicadas. A partir daí, estaremos fazendo sugestões e recomendações para que o serviço seja sempre melhorado`, explicou a secretária da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos de Alagoas e integrante da comissão, Wedna Miranda.
A visita fez parte da programação da 2ª Oficina Internacional de Monitoramento de Locais de Privação de Liberdade no Brasil, que acontece até amanhã (5) no Golden Park Hotel, em Salvador. O evento, promovido pela SEDH, visa fortalecer técnicas de monitoramento de presídios, cadeias públicas, manicômios judiciários e unidades de medidas socioeducativas, que vão receber visitas periódicas.
Vinculada à Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), a Case foi inaugurada há nove anos e acolhe hoje 40 adolescentes de 16 a 18 anos, mas tem capacidade para abrigar 90. Entre as infrações mais comuns, estão roubo, furto, estupro, homicídio, latrocínio, crimes contra o patrimônio e envolvimento com o tráfico de drogas.
A internação vai de seis meses a três anos e o jovem passa o tempo praticando esportes e cumprindo medidas socioeducativas. O espaço também oferece oficinas de padaria, arte, pintura, informática, bordado, bijuteria e origami.
Salas para atividades pedagógicas, um templo ecumênico, um posto de saúde, uma quadra de esportes e uma piscina compõem a estrutura física. A diretora da Case, Gilca Carrera, explicou que a aplicação das medidas tem diminuído a reincidência à criminalidade.
`As ações educativas buscam a reinserção do jovem à sociedade. Quando chegam aqui, muitos deles já perderam seus valores. Então, o que queremos é auxiliá-los na reconstrução de seus projetos de vida e na superação das dificuldades. Para isso, o apoio dos pais e da sociedade é fundamental`, afirmou Gilca.
04/10/07 Fonte: Agecom
Formada por representantes de outros estados, advogados, promotores e defensores públicos, a comissão conheceu o atendimento prestado e as atividades oferecidas aos jovens na Bahia pela Case. A partir daí, recomendações serão feitas para aprimorar o serviço para cumprir as metas do Plano de Ações Integradas para a Prevenção e o Combate à Tortura no Brasil, que conta com a adesão da Bahia desde maio deste ano.
`Com visitas a unidades como essa, estamos realizando um trabalho preventivo para conhecer como as medidas socioeducativas vêm sendo aplicadas. A partir daí, estaremos fazendo sugestões e recomendações para que o serviço seja sempre melhorado`, explicou a secretária da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos de Alagoas e integrante da comissão, Wedna Miranda.
A visita fez parte da programação da 2ª Oficina Internacional de Monitoramento de Locais de Privação de Liberdade no Brasil, que acontece até amanhã (5) no Golden Park Hotel, em Salvador. O evento, promovido pela SEDH, visa fortalecer técnicas de monitoramento de presídios, cadeias públicas, manicômios judiciários e unidades de medidas socioeducativas, que vão receber visitas periódicas.
Vinculada à Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), a Case foi inaugurada há nove anos e acolhe hoje 40 adolescentes de 16 a 18 anos, mas tem capacidade para abrigar 90. Entre as infrações mais comuns, estão roubo, furto, estupro, homicídio, latrocínio, crimes contra o patrimônio e envolvimento com o tráfico de drogas.
A internação vai de seis meses a três anos e o jovem passa o tempo praticando esportes e cumprindo medidas socioeducativas. O espaço também oferece oficinas de padaria, arte, pintura, informática, bordado, bijuteria e origami.
Salas para atividades pedagógicas, um templo ecumênico, um posto de saúde, uma quadra de esportes e uma piscina compõem a estrutura física. A diretora da Case, Gilca Carrera, explicou que a aplicação das medidas tem diminuído a reincidência à criminalidade.
`As ações educativas buscam a reinserção do jovem à sociedade. Quando chegam aqui, muitos deles já perderam seus valores. Então, o que queremos é auxiliá-los na reconstrução de seus projetos de vida e na superação das dificuldades. Para isso, o apoio dos pais e da sociedade é fundamental`, afirmou Gilca.
04/10/07 Fonte: Agecom