10/10/2007
A produção industrial da Bahia cresceu 0,8% em agosto, em relação ao mesmo mês de 2006. De acordo com levantamento divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quatro dos nove setores pesquisados registraram desempenho positivo no estado. No acumulado do ano, houve crescimento de 1,3%, e nos últimos 12 meses de 1,2%. Na comparação com julho, entretanto, a produção recuou 2,6%.
Os principais incrementos, em agosto, foram registrados nos segmentos de alimentos e bebidas, com 14,8%, por conta, sobretudo, da maior produção de cerveja e chope, óleo de soja refinado e leite em pó; metalurgia básica (5,6%), em virtude do aumento na fabricação de ouro em barras, e alumínio não-ligado em formas brutas; e borracha e plástico (14,5%), em função do incremento na produção de garrafões, garrafas, frascos e semelhantes de plástico, inclusive embalagens PET e embalagens de plástico para produtos alimentícios. A maior influência negativa foi assinalada por celulose e papel (-17,3%), pressionada, principalmente, pelo recuo na produção de papel não revestido e celulose.
O resultado da indústria baiana, no entanto, é considerado tímido, frente ao desempenho elevado da maior parte dos estados pesquisados pelo IBGE, a exemplo do Espírito Santo (22,1%), Amazonas (12,2%), Minas Gerais (10,3%), Santa Catarina (7,4%) e Paraná (6,7%), que registraram aumento inclusive acima da média nacional (6,6%). São Paulo e Rio Grande do Sul contabilizaram incremento de 6%, Pernambuco, 5,2% e Pará, 1,4%. A Bahia ficou à frente apenas do Rio de Janeiro (0,2%), Goiás (-0,2%) e Ceará (-0,8%).
Fonte: Jornal Correio da Bahia
10/10/07
Os principais incrementos, em agosto, foram registrados nos segmentos de alimentos e bebidas, com 14,8%, por conta, sobretudo, da maior produção de cerveja e chope, óleo de soja refinado e leite em pó; metalurgia básica (5,6%), em virtude do aumento na fabricação de ouro em barras, e alumínio não-ligado em formas brutas; e borracha e plástico (14,5%), em função do incremento na produção de garrafões, garrafas, frascos e semelhantes de plástico, inclusive embalagens PET e embalagens de plástico para produtos alimentícios. A maior influência negativa foi assinalada por celulose e papel (-17,3%), pressionada, principalmente, pelo recuo na produção de papel não revestido e celulose.
O resultado da indústria baiana, no entanto, é considerado tímido, frente ao desempenho elevado da maior parte dos estados pesquisados pelo IBGE, a exemplo do Espírito Santo (22,1%), Amazonas (12,2%), Minas Gerais (10,3%), Santa Catarina (7,4%) e Paraná (6,7%), que registraram aumento inclusive acima da média nacional (6,6%). São Paulo e Rio Grande do Sul contabilizaram incremento de 6%, Pernambuco, 5,2% e Pará, 1,4%. A Bahia ficou à frente apenas do Rio de Janeiro (0,2%), Goiás (-0,2%) e Ceará (-0,8%).
Fonte: Jornal Correio da Bahia
10/10/07