30/10/2007
A confirmação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã de ontem, em Salvador, de que vai liberar R$ 150 milhões para a implantação do novo aeroporto de Ilhéus, reacendeu o otimismo das lideranças da cidade. `O aeroporto está confirmadíssimo, tanto pelo presidente Lula como pelo governador Jaques Wagner`, disse o presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Alisson Mendonça (PT), que esteve com o presidente. Segundo o vereador, as obras começam em 2008 e serão concluídas em 2011.
`Isso permite toda a Costa do Cacau sonhar com o turismo internacional`, diz Mendonça.
O vereador afirmou que, além disso, muitas lideranças regionais que foram recepcionar o presidente ficaram otimistas com o discurso de Lula sobre o Plano de Aceleração ao Desenvolvimento da Cacauicultura (PAC do Cacau), que prevê o repasse de R$ 2 milhões, para a renovação de cacauais em bases mais produtivas e a diversificação da atividade agrícola na região, para repactuar a dívida de R$ 700 milhões e investir na agroindústria a na diversificação agrícola, com ênfase no dendê, para o programa do biodiesel e de seringal, para a fabricação de pneus.
Para o empresário de turismo e delegado da Associação Brasileira dos Agentes de Viagens (Abav) na Costa do Cacau, Alfredo Landim, diante da crise aérea, que também prejudicou o aeroporto de Ilhéus, o presidente se sensibilizou. O projeto do novo terminal, segundo Landim, é de 750 hectares, no Km-10 da rodovia Ilhéus-Itacaré. A pista, diz ele, terá três mil metros, o dobro da atual e condições de construir uma pista auxiliar, possibilitando receber vôos charters internacionais.
Ele avalia que isso pode favorecer a construção de condomínios de segunda residência, gerando empregos na região.
Para o empresariado do Pólo de Informática a notícia não poderia ser melhor, porque a região passa a ter um aeroporto alfandegado, podendo desembaraçar suas importações na própria região. A presença de grandes aeronaves será essencial para o embarque das 120 toneladas mensais de computadores montados direto para São Paulo de onde são distribuídos para o Sul e Sudoeste.
O pólo de Ilhéus produz cerca de 20% de computadores do País, fatura R$ 1,97 bilhão e realiza compras no Brasil em torno de R$ 640 milhões. Na Bahia, o pólo compra R$ 110 milhões em materiais e deixa nos cofres de Ilhéus R$ 24 milhões por ano.
Fonte: Jornal A Tarde
30/10/07
`Isso permite toda a Costa do Cacau sonhar com o turismo internacional`, diz Mendonça.
O vereador afirmou que, além disso, muitas lideranças regionais que foram recepcionar o presidente ficaram otimistas com o discurso de Lula sobre o Plano de Aceleração ao Desenvolvimento da Cacauicultura (PAC do Cacau), que prevê o repasse de R$ 2 milhões, para a renovação de cacauais em bases mais produtivas e a diversificação da atividade agrícola na região, para repactuar a dívida de R$ 700 milhões e investir na agroindústria a na diversificação agrícola, com ênfase no dendê, para o programa do biodiesel e de seringal, para a fabricação de pneus.
Para o empresário de turismo e delegado da Associação Brasileira dos Agentes de Viagens (Abav) na Costa do Cacau, Alfredo Landim, diante da crise aérea, que também prejudicou o aeroporto de Ilhéus, o presidente se sensibilizou. O projeto do novo terminal, segundo Landim, é de 750 hectares, no Km-10 da rodovia Ilhéus-Itacaré. A pista, diz ele, terá três mil metros, o dobro da atual e condições de construir uma pista auxiliar, possibilitando receber vôos charters internacionais.
Ele avalia que isso pode favorecer a construção de condomínios de segunda residência, gerando empregos na região.
Para o empresariado do Pólo de Informática a notícia não poderia ser melhor, porque a região passa a ter um aeroporto alfandegado, podendo desembaraçar suas importações na própria região. A presença de grandes aeronaves será essencial para o embarque das 120 toneladas mensais de computadores montados direto para São Paulo de onde são distribuídos para o Sul e Sudoeste.
O pólo de Ilhéus produz cerca de 20% de computadores do País, fatura R$ 1,97 bilhão e realiza compras no Brasil em torno de R$ 640 milhões. Na Bahia, o pólo compra R$ 110 milhões em materiais e deixa nos cofres de Ilhéus R$ 24 milhões por ano.
Fonte: Jornal A Tarde
30/10/07