05/03/2008
O umbu, fruto original da caatinga, está sendo transformado em geléias, sucos e doces e exportado para Alemanha e Áustria pela Cooperativa de Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá, beneficiando cerca de 200 famílias. A experiência da cooperativa de promover a conservação e o uso sustentável dos recursos florestais da caatinga, garantindo práticas eficientes na produção, foi apresentada, na abertura do Seminário Regional Nordeste: Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade da Caatinga, em Juazeiro, norte da Bahia. O evento foi promovido pelo Governo Federal, em parceria com o Governo do Estado, reuniu subsídios e propostas para a formulação de políticas públicas específicas para o bioma. A idéia é criar estratégias para agregar valor socioambiental à produção e formas de incremento à comercialização de produtos extraídos da caatinga de forma sustentável. O presidente da cooperativa, Jusemar da Silva, explicou que a atividade garante o sustento dos pequenos agricultores da região e contribui para a conservação da espécie, além de não agredir o meio ambiente.
`Uma grande vantagem do umbuzeiro é que ele não precisa de fertilizantes e a colheita é feita à mão`, disse o produtor, ao acrescentar que, antigamente, os agricultores batiam no tronco para que os frutos caíssem. `Hoje eles sabem que se fizerem isso os umbuzeiros vão morrer`.
O seminário aconteceu no Centro de Cultura João Gilberto do município, com participação de representantes de comunidades tradicionais, organizações não-governamentais, universidades e poder público dos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e do norte de Minas Gerais.
Encontros sobre a mesma temática serão organizados em todos os biomas brasileiros pelo governo federal, por meio dos Ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e do Desenvolvimento Social.
Fonte: Tribuna da Bahia
05.03.08
`Uma grande vantagem do umbuzeiro é que ele não precisa de fertilizantes e a colheita é feita à mão`, disse o produtor, ao acrescentar que, antigamente, os agricultores batiam no tronco para que os frutos caíssem. `Hoje eles sabem que se fizerem isso os umbuzeiros vão morrer`.
O seminário aconteceu no Centro de Cultura João Gilberto do município, com participação de representantes de comunidades tradicionais, organizações não-governamentais, universidades e poder público dos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e do norte de Minas Gerais.
Encontros sobre a mesma temática serão organizados em todos os biomas brasileiros pelo governo federal, por meio dos Ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e do Desenvolvimento Social.
Fonte: Tribuna da Bahia
05.03.08