23/04/2008
O cacique Aruã Pataxó, presidente do Conselho de Lideranças e Instituições Indígenas Pataxós de Coroa Vermelha, é um dos palestrantes da conferência `Movimento de Luta pelos Povos Indígenas da Bahia`, amanhã, às 17h, no auditório da Biblioteca Pública do Estado (Barris).
A necessidade de demarcação e ampliação dos territórios indígenas ainda é a principal demanda deles. Aruã destaca a criação de uma Coordenação de Políticas para os Povos Indígenas na estrutura da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), ano passado, como uma conquista importante. `Isso partiu da articulação de base da Coroa Vermelha`, lembra. Essa representação no governo é o que, para ele, garantirá o acesso dos 14 povos indígenas da Bahia aos programas governamentais. Outra conquista, segundo ele, foi a criação da Secretaria Municipal de Assuntos Indígenas, em Santa Cruz Cabrália, o que, em sua opinião, é outro canal para melhoria das condições de vida dos indígenas, que no Estado, em levantamento de 2005, eram 23 mil.
INTEGRAÇÃO- Os jogos indígenas pataxós de Coroa Vermelha, na semana passada, reuniram mais de 300 atletas indígenas em um evento que, segundo Aruã, tem sido uma das estratégias de integração dos povos. Ele comemora a participação dos índios kiriris, da região norte, dos tupinambás, de Olivença, sul do Estado, e dos pataxós hã-hã-hães, de Pau Brasil, a 551 km de Salvador.
Sua expectativa é que, no ano que vem, os jogos sejam estaduais, reunindo índios de todas as regiões. `Tivemos essa promessa do governo`, disse ele.
Também vão participar da conferência o coordenador de Políticas para os Povos Indígenas da SJDH, Jerry Matalawê, e a pesquisadora Maria do Rosário de Carvalho. O evento, aberto ao público, é promovido pela Fundação Pedro Calmon dentro do ciclo `Movimentos Sociais da Bahia`.
Fonte: Jornal A Tarde
r Repórter: MAIZA DE ANDRADE
mandrade@grupoatarde.com.br
Em 23/04/2008.
A necessidade de demarcação e ampliação dos territórios indígenas ainda é a principal demanda deles. Aruã destaca a criação de uma Coordenação de Políticas para os Povos Indígenas na estrutura da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), ano passado, como uma conquista importante. `Isso partiu da articulação de base da Coroa Vermelha`, lembra. Essa representação no governo é o que, para ele, garantirá o acesso dos 14 povos indígenas da Bahia aos programas governamentais. Outra conquista, segundo ele, foi a criação da Secretaria Municipal de Assuntos Indígenas, em Santa Cruz Cabrália, o que, em sua opinião, é outro canal para melhoria das condições de vida dos indígenas, que no Estado, em levantamento de 2005, eram 23 mil.
INTEGRAÇÃO- Os jogos indígenas pataxós de Coroa Vermelha, na semana passada, reuniram mais de 300 atletas indígenas em um evento que, segundo Aruã, tem sido uma das estratégias de integração dos povos. Ele comemora a participação dos índios kiriris, da região norte, dos tupinambás, de Olivença, sul do Estado, e dos pataxós hã-hã-hães, de Pau Brasil, a 551 km de Salvador.
Sua expectativa é que, no ano que vem, os jogos sejam estaduais, reunindo índios de todas as regiões. `Tivemos essa promessa do governo`, disse ele.
Também vão participar da conferência o coordenador de Políticas para os Povos Indígenas da SJDH, Jerry Matalawê, e a pesquisadora Maria do Rosário de Carvalho. O evento, aberto ao público, é promovido pela Fundação Pedro Calmon dentro do ciclo `Movimentos Sociais da Bahia`.
Fonte: Jornal A Tarde
r Repórter: MAIZA DE ANDRADE
mandrade@grupoatarde.com.br
Em 23/04/2008.